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Agosto é um mês essencialmente musical em Vitória da Conquista, e o cenário independente, há mais de duas décadas, segue produzindo importantes eventos, como o já tradicional Rock Contra a Fome, promovido pelo pioneiro do blues baiano, Mazinho Jardim, atualmente vivendo em Portugal, que aproveita seu período de férias para rever a família, amigos e subir ao palco, acompanhado de um competente time de músicos formado por Luciano PP (contrabaixo), Camilo Oliveira (guitarra), Dan Ribeiro (guitarra) e Stanley Patez (bateria), autodenominados “4 Homens Sem Conflito”.

O Rock Contra a Fome nasceu em 2009, com sua antiga banda, SS 433, e acontece anualmente desde 2023, sem fins lucrativos: a entrada é condicionada a 2 quilos de alimentos não perecíveis e todo o material arrecadado será doado ao Programa Bahia Sem Fome, do Governo do Estado.

Para abrir esta noite musical entre amigos, o grupo Distintivo Blue, acompanhado por Clebber Santos, vocalista e guitarrista da banda Simple Jeans, apresentará um pocket show com canções autorais, fortalecendo, ainda, a premissa de um evento valorizador da produção cultural conquistense, em um dos seus mais icônicos espaços: o teatro do Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima. Imperdível!


SERVIÇO


Rock Solidário: Mazinho Jardim & 4 Homens Sem Conflito + Distintivo Blue & Clebber Santos

Quando: Sexta, 28 de agosto, às 20h

Onde: Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima - Av. Rosa Cruz, Recreio. Vitória da Conquista-BA

Quanto: 2kg de alimentos não perecíveis


Atualização: a participação do Distintivo Blue foi cancelada (17/08/2026)




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Edição: 10 • 06 • 2026

A pesquisadora e artista Raquel Dantas lança o livro "A Conquista do Rock 2". A obra é a continuação do primeiro volume, publicado em 2017, e resgata a trajetória de Vitória da Conquista, município que já carregou o título de "Capital Baiana do Rock". Foto: Divulgação/Instagram


Gêneros
Multicultura, Matéria, Rock, Música, Raquel Dantas, Bruna Ferraz

Multicultura
Programa de jornalismo cultural da 107.5 Educadora FM - Bahia.

De segunda a sexta das 12h às 13h.

Apresentação: Renato Cordeiro
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Publicado originalmente em 10/06/2026, em Educadora FM.

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Obra de Raquel Dantas, “A Conquista do Rock” reúne memórias, bandas e personagens da música independente conquistense

Créditos da imagem: Divulgação A Conquista do Rock

A memória da cena rock de Vitória da Conquista será celebrada no dia 13 de junho, às 15h, durante o lançamento da segunda edição do livro A Conquista do Rock, da pesquisadora e artista Raquel Dantas. O evento acontece na Sala Multiuso 1 do Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima e reúne música, roda de conversa e encontros entre artistas e pessoas que ajudaram a construir essa história ao longo das últimas décadas. 

A programação será aberta com apresentação musical de Plácido Oliveira, vocalista da Distintivo Blue e autor do prefácio do livro. Em seguida, acontece uma roda de conversa com participação de Raquel Dantas, Plácido, da escritora Noi Soul, responsável pela narração do audiobook da obra, e da cantora e compositora Joy, que encerra a programação com um show em voz e violão. A atividade contará com a mediação da radialista Jacqueline Silva.

Sobre o livro

Lançado originalmente em 2017 e considerado o primeiro livro dedicado à história da cena rock conquistense, A Conquista do Rock consolidou-se como um importante registro da produção musical independente da cidade ao documentar trajetórias, bandas, movimentos e personagens que ajudaram a construir uma identidade cultural muitas vezes invisibilizada. O projeto foi contemplado no edital A Bahia que Escreve – Edital nº 16/2024 (PNAB Bahia) e prevê a publicação de exemplares físicos da obra, além do lançamento em formatos acessíveis e digitais, como audiobook, EPUB e PDF.

“Esta obra demorou muito a aparecer. Vitória da Conquista tem muitas histórias a contar, e o primeiro passo para a valorização é o registro”, escreve Plácido Oliveira no prefácio da primeira edição. O músico e historiador destaca o caráter pioneiro da publicação e sua importância para a preservação da memória cultural conquistense. “Mais um fragmento da nossa história é ‘salvo’ do esquecimento com esta segunda edição”, afirma.

Para Raquel Dantas, o livro também nasce como um incentivo ao fortalecimento da produção artística independente da cidade. “Sem grandes pretensões, espero que esse registro inspire novos escritores e amantes da música alternativa local. Que outras pesquisas e livros como esse possam nascer, assim como um parto ou um legado, para que novas gerações tenham conhecimento do quão rico é o seu cenário cultural. E, acima de tudo, que gestores, produtores e artistas reconheçam a importância de manter viva a arte local e, juntos, criem oportunidades visando ao seu crescimento e à valorização profissional”, destaca a autora.

A identidade visual da obra também dialoga diretamente com o universo do rock. Desenvolvida pela designer Ana Luiza Dias a partir de ilustração original de Raquel Dantas, a capa traz a figura da águia como símbolo de liberdade, força, atitude e resistência — elementos associados ao rock e ao heavy metal. A proposta busca reforçar a ideia de ocupação de espaços por uma cena marcada pela expressividade e rebeldia.

Dia Municipal do Rock – Miguel Côrtes

O lançamento acontece em um momento simbólico para a cena musical conquistense. Em 2025, a Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista instituiu oficialmente o “Dia Municipal do Rock – Miguel Côrtes”, celebrado em 5 de outubro. A data homenageia o radialista e apresentador do programa Som da Tribo, figura histórica na difusão da música independente na cidade. A legislação também reconhece a importância histórica, artística e social do rock para o município e destaca iniciativas como o Festival Suíça Bahiana, o Point do Rock, o Agosto de Rock, o Festival de Inverno Bahia e o Conquista Moto Rock.

O lançamento da segunda edição do livro A Conquista do Rock foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura na Bahia, realizados com recursos do Governo Federal repassados pelo Ministério da Cultura, e executados pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado. O projeto conta ainda com apoio institucional do Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima. 

SERVIÇO
Lançamento da segunda edição do livro A Conquista do Rock
Local: Sala Multiuso 1 – Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima
Data: 13 de junho (sábado)
Horário: 15h
Entrada gratuita
Evento aberto a todos os públicos

Assessoria de Imprensa | Vagalume Press
Ana Paula Marques
(77) 98101-1254
vagalumepress@gmail.com/

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Rodrigo Lamore

Depois de oito anos de silêncio, o sertão baiano volta a vibrar com guitarras distorcidas, letras contestadoras e a energia crua do rock alternativo. O Rock na Roça III marca o retorno de um dos eventos mais autênticos da cena musical de Guanambi, reafirmando seu compromisso com a cultura popular e a valorização da produção independente.

Criado em 2014 por um grupo de apaixonados por rock n’ roll, o festival nasceu como um pocket show com uma única banda local. Mas a resposta calorosa do público foi o combustível para transformar a ideia em movimento. Em 2016, o evento cresceu, ganhou nome, Rock na Roça II, e se firmou como um projeto colaborativo, reunindo artistas da região em um espaço rural que virou palco de resistência sonora.



Agora, em 2025, o festival ressurge com força total, impulsionado pela urgência de reacender a chama da cultura alternativa após os anos difíceis de pandemia. O Rock na Roça III chega como um grito de liberdade, arte e coletividade, com apoio fundamental do Coletivo Grito, parceiro que soma esforços para garantir um evento acessível, democrático e representativo da diversidade musical do sertão. Mais do que um festival, o Rock na Roça é um manifesto: uma celebração da música como ferramenta de expressão, encontro e transformação. E neste retorno, promete não apenas reviver memórias, mas escrever novos capítulos na história da cena independente nordestina.

O evento vai rolar no sábado, dia 13 de setembro, no Sítio Eco Luxo, em Ceraíma, Guanambi – BA. Com início marcado para as 14h e terminando meia noite, teremos apresentações das bandas: Rádio Retrô, Fire System, Cólera de Vênus, Banda Colinas, Família Eunato e Voidstorn.

Patrocínio: NB Farma, Salão Styllo Hair, Academia Dourado Fitness, Loja Enigma, Day Delicias, Loja Luar, Mello Uniformes, Princípio Bar, Sra. Pizza, Bella Trufas, KAC Anime Clube.

Realização: Coletivo Grito e Paralelo Organização.

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Publicado originalmente em 06/09/2025, em Lamore Rock Show Web TV.

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Rodrigo Lamore

A banda guanambiense, Cólera de Vênus, lançou nesse domingo, dia 31 de agosto de 2025, seu primeiro álbum, intitulado “Crise na Cidade“, gravado no estúdio Versátil, produzido por Léo do Forró.

De acordo com a banda, o álbum “Crise na Cidade” aborda sobre o ponto de partida para as crises individuais, e é o entendimento de que a ilusões e ambições de cada um se passa na “cidade”, uma estrutura feita para nos aprisionar, e essa estrutura em crise é um reflexo dos holocaustos pessoais, dos dilemas filosóficos, da ética distorcida, da moral maleável, da inocência corrompida. “Tentamos trazer a temática de ambiguidade em sentimentos pelos problemas e dilemas que a vida na cidade em crise pode proporcionar. Entender as filosofias das letras é bater de frente com o significado do atropelo do dia à dia, da labuta diária, das crenças sem fundamento, dessa melancolia de perceber a vida e suas mazelas. ‘Os vestidos coloridos se misturam à cor mais viva do meu sangue no jornal’ “.

Niko Tatto


O álbum possui 10 faixas:

01: O Que Há de Novo
02: Crise na Cidade
03: Dia Santo
04: Homens
05: Horizonte Vermelho
06: Holocausto Pessoal
07: Convite à Dança
08: Não Quero Mais
09: Pecado Capital
10: Vidas Tortas

“O processo de criação se deu numa sinergia única entre todos os músicos e o produtor, cada detalhe repensado e planejado; podemos dizer que fizemos água virar vinho. Destaque para o produtor que atuou como um verdadeiro “Midas”, a irreverência da bateria nas mãos emotivas de Daniel com sua condução ímpar e de caráter autêntico, nas cordas envolventes e no sorriso de Ramon no contrabaixo, com elegância embalando as melodias. Na vibração organizada e caótica da guitarra viva de Alex, passeando pelas melodias encantadoras de Samuel nos teclados e nas letras e voz chorosa quase derretidas de Kewen.“ Relata a banda.

Cólera de Vênus é uma banda da cidade de Guanambi, região sudoeste da Bahia, formada em meados de 2018. Lançou o primeiro EP em 2022, “Colapso da Colônia“. Suas letras abordam conceitos introspectivos e de reflexão sobre seu tempo e sua realidade, e busca extrair de maneira poética a vida como ela é, e transformar isso em música.



Aproveita e ouça agora o álbum completo da banda Cólera de Vênus aqui:


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Publicado originalmente em 31/08/2025, em Lamore Rock Show Web TV.

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Luciano PP, Camilo Oliveira, Stanley Patez, Mazinho Jardim e Dan Ribeiro. Imagem: Eduarda França.

Plácido Oliveira

Agosto é um mês de grande expectativa musical para o conquistense, a começar pelo tradicional Festival de Inverno Bahia. Aos mais atentos e adeptos do rock n’ roll, há, ainda, a única oportunidade do ano para conferir de perto o gaitista Mazinho Jardim se apresentando ao vivo. Triplamente pioneiro, foi fundador da banda SS 433, a primeira autoral do gênero na cidade (1982) e atual detentora do “título” de primeira banda de blues da Bahia, cujo único trabalho gravado, o compacto homônimo, foi lançado no mesmo ano de Som na Guitarra (1984), álbum de estreia de Celso Blues Boy, maior nome do gênero no Brasil (sim, o blues na Bahia é conquistense!).
Vivendo há mais de meia década na pequena Vizela, norte de Portugal, sempre menciona a saudade da família e amigos, aproveitando suas férias anuais para atravessar o Atlântico. Desde 2023, reserva tempo e energia para reencontrar mais um velho companheiro: o palco.
O Rock Solidário teve início em 2009, quando Mazinho (gaita e voz), Caco Santana (guitarra e voz), Arodir Assis (contrabaixo) e Isaac Dantas (bateria) reuniram, depois de duas décadas de hiato, a SS 433 para um espetáculo beneficente no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima, o Rock Contra a Fome. A ideia ressurgiu em 2023, após o trauma mundial da pandemia, sob o título Mazinho Jardim & 3 Homens Sem Conflito - Rock n’ Roll Solidário, acompanhado de Luciano PP (contrabaixo), Camilo Oliveira (guitarra) e Stanley Patez (bateria), que receberam os fonogramas de diversas fases da carreira do artista, incluindo também as bandas On Jack Tall Back e Dragster, e ensaiaram antes mesmo da chegada de Mazinho ao Brasil. Já em 2024, sua performance aconteceu na quarta edição do festival Agosto de Rock, ao lado do eterno parceiro Caco Santana, para celebrar os 40 anos de lançamento do histórico vinil.
Neste ano, os 3 Homens Sem Conflito se tornaram quatro, com a adição do guitarrista Dan Ribeiro, mantendo o mesmo método de trabalho anterior, culminando em um único show, na última sexta (29), no teatro do Centro de Cultura, com entrada condicionada à doação de 2kg de alimentos não perecíveis, destinados ao Programa Bahia Sem Fome, do Governo do Estado.

Plácido Oliveira e Klebber Santos. Imagem: @memoriasudoeste

Convidado a fazer a apresentação de abertura, decidi ressoar a ideia de confraternização, chamando o guitarrista Klebber Santos, líder da conhecida banda Simple Jeans, para um pocket show intimista com apenas cinco canções: três do Distintivo Blue, uma da Simple Jeans e uma homenagem ao nosso saudoso amigo Evandro Correia, que já executo desde 2022: a belíssima faixa Lua de Agosto.
Abrem-se novamente as cortinas vermelhas e o riff de gaita de Bola Gigante volta a ecoar em terras conquistenses. Visível e assumidamente emocionado, Mazinho, sempre sorridente, esbanja seu carisma ao longo de dezesseis faixas, extremamente bem executadas pelos 4 Homens Sem Conflito, ainda mais entrosados que antes. Na lateral do palco, Niel Costa, técnico de som conhecido pela cena rock local e baixista da banda punk Renegados, operava a mesa de som. Todo o evento foi devidamente gravado em som e imagem. Em perfeita sintonia com o público, Mazinho se divertiu, explicou algumas canções, contou histórias e até arrancou risadas ao voltar ao camarim para buscar uma gaita para Blues Subterrâneo, dando à banda a chance de fazer um blues instrumental de improviso, como é de praxe no gênero musical do Mississippi.

Mazinho Jardim. Imagem: Eduarda França
A baixa presença de público, por um lado, pode ser justificada pela tardia estratégia de divulgação e, por outro, pela gritante necessidade de conexão entre as gerações: como esperar reconhecimento, pelos jovens roqueiros, a quem abriu as portas na terra da cantoria e do descaso com sua própria história, sobretudo cultural? Quem conhecerá a obra de Evandro Correia daqui a algumas décadas se a nossa época não tomar a iniciativa de preservá-la (e “preservar” pode sim ser sinônimo de “valorizar”) de alguma forma?
A competência da banda de apoio impressionou a todos, sobretudo nas faixas da Dragster, de maior complexidade técnica e arranjos mais diversificados que as da SS 433. Destaque para o baterista Stanley Patez, capaz de reunir precisão, feeling, timbragem e peso com rara maestria. Durante toda a apresentação pude ouvir, da arquibancada, toda sorte de elogios aos músicos, às músicas e ao anfitrião (mais um motivo para refletir sobre o quão absurda foi a não-lotação de um dos mais tradicionais espaços do rock conquistense àquela noite).
Felizmente, como dissemos, tudo foi gravado e poderá ser lançado em breve, quem sabe, nas plataformas de streaming. Aguardemos as próximas movimentações do velho blueseiro, inclusive no final de agosto do ano que vem, no mesmo local. “Vida longa ao rock conquistense!”, disse por diversas vezes, em entrevistas, redes sociais e no palco. Assim seja!

Vitória da Conquista, como é sabido por todos nós, é uma cidade que cultiva a diversidade musical. Aqui nós passeamos pelo forró, pelo axé, pelo samba, pela MPB, pelo sertanejo. A diversidade cultural da nossa terra é incrível, até porque temos aqui um dos maiores nomes da música mundial, conforme se expressam entendidos, críticos e público. Trata-se de Elomar Figueira de Melo, o nosso mestre. Mas o rock and roll, claro, nunca ficaria de fora da cena musical de uma cidade tão diversa como a nossa, a querida capital do sudoeste do estado.

Nos anos 80, o rock and roll em nossa cidade já despontava com bastante entusiasmo entre aqueles que admiravam o rock internacional, o rock baiano de Raul Seixas e tantos outros. Legião Urbana, banda que se tornou símbolo da juventude brasileira, também inspirava. E aqui, exatamente em Vitória da Conquista, surgiu o grupo SS433, que tinha como principal artífice Mazinho Jardim, sem dúvida alguma uma figura icônica. Sou suspeito em falar, mas trata-se de um artista que, com sua gaitinha pequenininha, quase invisível entre as mãos, fazia ecoar um som que transcendia os limites da cidade.

Hoje, Mazinho reside em Portugal, mas todo ano vem a Vitória da Conquista para brindar seus fãs daquela época e também a nova geração que não teve oportunidade de ouvir o SS433. Ele deixa Portugal, vem a Conquista, se junta a alguns remanescentes do antigo SS433 e realiza um show beneficente no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima.

Hoje, portanto, 29 de agosto, tem rock solidário no anfiteatro do nosso Centro de Cultura. E o ingresso? Olha só que convite especial: basta levar 2 quilos de alimentos não perecíveis para curtir um genuíno rock. Você vai gostar, tenho certeza.

Parabéns, Mazinho, não só pelo grande artista que você é, mas também pela nobreza de presentear os jovens de Vitória da Conquista e também aqueles que fizeram parte da sua história, curtindo uma noite de rock and roll de forma solidária.

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Publicado originalmente em 29/08/2025, em Blog do Agito Geral.

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Neste sábado (30), Vitória da Conquista recebe a festa Noite Indie, que será realizada no restaurante Culinária Intuitiva, localizado na Rua Joaquim Padre, nº 25, no bairro Recreio, a partir das 19h. O evento terá como principal atração o show de lançamento do EP “Ela, o Mar e Eu”, da artista conquistense Pipa, e contará também com apresentações de Vinih Fonseca, da banda Há Vida em Marte, e do DJ ARQ-X.

Durante a festa, Pipa e sua banda apresentarão as músicas do seu novo projeto ao vivo pela primeira vez. Desde o lançamento, o EP já soma mais de 9 mil execuções na plataforma de streaming Spotify.

Este é o primeiro lançamento autoral da artista Pipa e reúne quatro faixas com direção do produtor Diego Oliveira, com letras que exploram relações afetivas de mulheres lésbicas e bissexuais, em um estilo indie rock marcado por chorus e reverb.

Os ingressos antecipados para a Noite Indie estão disponíveis e podem ser adquiridos pelo site do Sympla (clique aqui). O evento é promovido pela Planeta Vermelho Produções, uma iniciativa de artistas independentes de Vitória da Conquista.


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Publicado originalmente em 26/08/2025, em Jornal Conquista.

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