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Foto: divulgação

Primeiramente, agradecemos ao el Cabong por listar nosso ep “Acendam as Luzes” para votação na eleição do melhor álbum baiano de 2016 por votação popular, a todos que votaram e à Revista Gambiarra pelos votos na eleição de melhor álbum segundo a crítica. Falando em crítica, segue a crítica ao lançamento, escrita pelo nosso amigo, poeta e literato Ian Lima. Ficamos extremamente felizes e agradecidos: 

Randômicos é um oásis no meio da produção de rock progressivo na Bahia. Seu primeiro EP Acendam as Luzes é uma fotografia dessa extraordinária fertilidade a lançar ao mundo essa potência musical tão próspera que é a proposta mais conceitual de música baiana. O Ep foi produzido por Andre Tavares (Retrofoguetes, Cascadura, Sua Mãe, etc.) e lançado em vinil em 2016. 

A arte da capa que guarda o vinil é muito bonita, composição do ilustrador Felipe Rezende e da aquarelista Ully Flôres que fizeram um trabalho muito bom ao mesclar referências de épocas e diferentes ações dentro de um mesmo quadro, porém com uma única tonalidade.

Antes de tudo sugiro bons fones para que nada interfira em manter seus ouvidos ilesos de qualquer ruído exterior porque este som anima e punge.

“Acendam as Luzes no alto de Faros” diz Tales Dourado no primeiro verso do disco. Como se quisesse iluminar nossa tão degradada cena de música alternativa, onde nossos artistas são exautorados de sua própria senda e ficam à penúria das grandes empresas que manipulam e monopolizam nossa produção fonográfica. No entanto, “avante marinheiro, mais rica que o próprio ouro é a vida no mar”. Porque resistência e resiliência devem ser o primeiro pulso para qualquer artista independente.

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A Ilha de Faro, que na verdade é uma península, é um deleite. Suas dunas e canais açulam a qualquer um que a observe. A primeira canção do registro se chama Ilha de Faros e seus primeiros acordes me remeteram a uma grande banda progressiva alemã chamada Eloy. Porém, diferentemente desta, a banda trabalha com cadências mais lentas, o que nos transporta imediatamente para aquele universo de cais e porto, de maré, saudade, navios partindo com o perfume das rosas de seus florais. O som marítimo tem tudo a ver com graves, e aqui o baixo de Linauro (Now) dá a base essencial à canção. Ela se desenvolve descompassada, como uma partida incerta, como um navegar obscuro. A banda afinadíssima dá um tom singular ao debut e executa uma linda composição de abertura.

O monte Moriá é um lugar consagrado pela bíblia onde vários sacrifícios e milagres aconteciam. Tornou-se um símbolo de santuário. A Segunda canção “Moriá” nos apresenta uma espécie de metáfora para uma história existencialista sobre o tempo. O vocal de Tales aparece mais versátil e mais pesado, visceral e contagiante. A bateria de Raoni Botelho está perfeita, dando uma base cadenciada muito viva para a música – aliás, a mixagem de bateria merece um destaque neste álbum – A maré de pratos que assolam a última parte do refrão é de um auge incrível. Aqui parece que estamos diante de um Hard Setentista onde o baixo ocupa um lugar de peso e melodia e as guitarras variam entre o riff potente e a base exata. Lembrou-me muito a primeira fase do BANG (E.U.A), banda com esse tipo de vanguarda.[Ouçam The Queen]

A música que abre o segundo lado do Ep tem a letra (lindíssima) do meu amigo poeta e músico Pablo Luz. É uma música mais antiga que as demais, talvez por isso ofereça certa discrepância com relação ao conceito instaurado pelo restante da obra. Um Hard progressivo muito potente, as guitarras estão muito bem colocadas, dando uma sensação de psicodelia bem precisa, sem se perder. O baixo mais uma vez está o “bixo”, construindo uma base bem ritmada (aliás, a construção das bases do disco é de uma sensibilidade muito ausente no rock nacional atual). Os riffs muito bonitos preparam uma melodia vocal de rara justeza e simplicidade. O andamento da música é bem preciso e nos deixa sempre com os ouvidos atentos ao que virá. O vocal de Tales se acentua com qualidade diplofônica e de extensão e deixa a música mais pesada. É uma música perfeita para single, refrão simples e inteligente. Nota 10.

Para não perder as referências históricas, o nome da última música é “Salé” , cidade do Marrocos onde há um dos centros religiosos mais importantes do continente Africano. Mas ela se tornou famosa mesmo pela sua atividade marítima, o que nos traz de volta ao tema inicial do álbum. Parece mais uma vez uma metáfora amorosa para um pedaço de história da cidade de “Salé” que viveu venturas e infortúnios com notável intensidade. 

A canção começa com uma balada de violões substituindo as guitarras, que aparecem bem tímidas pela faixa e se encerra como uma música de remate mesmo (inclusive com a última frase sendo a mesma da primeira faixa). No entanto é a música que menos me agrada no disco. Acho o andamento meio incerto, a melodia vocal não é tão boa e a execução pelo vocalista é meio perdida (não atingiu minha sensibilidade para o bem e me surpreendeu ter Tales tentado fazer tantos floreios com a voz); os violões bem comuns, a bateria singular se transforma em um acompanhamento de qualquer balada despretensiosa e o baixo tem menos destaque. Para uma música de remate poderia ter sido mais apoteótica.

Enfim, o resultado é um excelente debut que certamente ouve-se mais de uma vez quando termina os inconsequentes treze minutos de sonzeira dessa banda Baiana. Refrões, riffs e melodias de primeiro nível e uma grande obra de arte iluminada pelo farol da cena”. 


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Publicado originalmente em 07/02/2017, no Facebook da banda.
Foto: divulgação

RELEASE

Random é palavra inglesa, de origem francesa, usada na expressão at random, cujo sentido é "ao acaso", "a esmo", "sem seleção ou critério de escolha". At random deve traduzir-se por aleatório, palavra derivada de igual vocábulo latino, com o significado de fortuito, casual, acidental, dependente de fatores incertos e sujeitos ao acaso. De tal forma que as amostras, gestos, verdades, os sons e os ensaios são não casualizados, acidentalizados ou aleatorizados, mas sim randomizados.

A Randômicos é formada por Linauro Neto, Raoni Botelho e Tales Dourado. Emergiu no cenário alternativo de Vitória da Conquista no ano de 2009 com o propósito de compor uma sonoridade original, mas sem perder de vista as roupagens mais modernas do rock alternativo, com especial atenção às suas letras, sempre poéticas e especialmente trabalhadas em português. Desde o início, a banda participou ativamente da cena rocker local. As apresentações do grupo foram sempre calcadas em seu repertório autoral, buscando diálogo com outras formas de arte, por isso sempre estiveram presentes nas apresentações vários tipos de manifestações, tais como projeções de imagens, declamações poéticas e mostras de artes plásticas. A banda se apresentou em vários festivais regionais importantes, tais como Grito Rock América do Sul, Festival Universitário da Música, Festival Avuador e Festival Suíça Bahiana, ao lado de importantes artistas e bandas, tais como Eddie, O Círculo e Emicida. Lançado em 2016, o EP “Acendam as Luzes” foi o álbum de estreia da banda, contendo quatro músicas autorais e inéditas, com tiragem de 300 cópias em vinis de 7" e distribuição gratuita do conteúdo em formato digital. As músicas, "Ilha de Faros", "Moriá", "Retomada" e "Salé" tratam de forma poética da relação do homem com o mar, do encantamento amoroso, da desilusão, das lembranças e do imaginário e religiosidade popular, trabalhadas na linguagem própria do rock alternativo, aproveitando-se da pluralidade musical baiana. O disco foi realizado com o apoio da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), instituição vinculada à SECULT/BAHIA, a produção musical ficou a cargo de André T (Estúdio t), que já produziu nomes como Cascadura e Retrofoguetes, enquanto a capa foi assinada pelos artistas plásticos Ully Flôres e Felipe Rezende.


DISCOGRAFIA

2010 - Mezanino (single)
2011 - Flamboyant (single)
2015 - Retomada (single)
2016 - Acendam as Luzes (álbum)


LINKS



RELACIONADOS

Tales Dourado | Garboso | Los Froxos | 




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Nesta segunda-feira, 23, a Câmara Municipal de Vitória da Conquista realizou a última sessão ordinária de 2019. Durante a sessão, foi realizada a última votação do projeto nº 07/2019, de autoria do Executivo Municipal, que cria a Guarda Municipal e a aprovação do Orçamento Anual para 2020.

Também foram aprovados em redação final, os projetos de nº 128/2019 que institui o Programa Troca Ecológica, de autoria do vereador Luís Carlos Dudé (PTB), o de nº 134/2019, de autoria do presidente da Casa, Luciano Gomes (PL), que institui o Dia D do Homem no município de Vitória da Conquista, no dia 23 de outubro, para a prevenção e realização de exames e consultas. Teve ainda o projeto de nº 135/2019, que inclui oficialmente no calendário municipal, o evento “Conquista Moto Rock.

Os parlamentares encerraram o ano legislativo votando, ainda, alguns pareceres, emitidos pelas comissões da Casa, referente a projetos que devem entrar em pauta logo no início de 2020.

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Publicado originalmente em 23/12/2019, em Câmara Municipal de Vitória da Conquista.

Na sessão desta quarta, o evento Conquista Moto Rock, realizado no Espaço Glauber Rocha, de cinco a oito de outubro, recebeu a moção de aplauso nº 180/2017, de autoria de toda a Casa. A iniciativa foi o segundo maior evento de motos realizado em Conquista: reuniu 30 moto clubes, moto grupos e mais de três mil motociclistas individuais de todo o país; estrutura com estandes de motos; lojas de acessórios para motocicletas e de roupas e acessórios; praças de alimentação; e camping coberto.

Bráulio Ferraz, um dos organizadores, agradeceu o reconhecimento e afirmou que o vento serviu também para desmitificar a imagem que tem do motociclista. “Nós passamos a ser vistos pela essência de cada um de nós, do advogado, do médico, do engenheiro”, disse. Ele destacou a importância do apoio da gestão Herzem Gusmão para a realização do evento. Ferraz explicou que o evento repercutiu bem em outros locais do Brasil e contribuiu para a economia conquistense: movimentou 900 leitos de hotéis locais; vendas de motociclistas novas e usadas; geração de mais de 300 empregos temporários; beneficiou mais de 60 músicos locais que se apresentaram no evento; e empreendedores da economia solidária. Ele afirmou que a organização do evento vai fazer um estudo socioeconômico para tentar incluir a iniciativa no calendário de cultura do Estado e do município. Bráulio frisou que o apoio da Câmara será fundamental.  

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Publicado originalmente em 18/10/2017 em Câmara Municipal de Vitória da Conquista.

No dia 11 de março no Centro de Cultura em Conquista acontecerá o projeto “No Canto do Choro”. A inciciativa surgiu com o objetivo de tornar mais popular a primeira música criada no Brasil. Apesar do choro ser popularmente instrumental, o grupo vem mantendo esta tradição com uma inovação, o canto vocal. Com Bruno Rodrigues (violão 7cordas), Gabriel Rosário (Bandolim) e Ananda Andrade (voz), o evento terá ainda a participação do sueco Sebastian Notini (pandeiro) e vários artistas da cidade como Carlos Porto, Rita Pithon, João Omar, Ana Barroso, Kleber Moreno entre outros. Interpretando compositores como Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo e Chiquinha, o grupo busca uma maior popularização do gênero com todas as suas danças e letras inseridas nas riquíssimas melodias. 

Ingressos na Banca Central R$ 20,00 (inteira).


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Publicado originalmente em 23/02/2011, em Agenda Cultural de Conquista.
Programação Geral

Sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Abertura – Tenda de debates - Casa Memorial Régis Pacheco

18h00 – Mesa de Abertura e Lançamento do Selo Postal do 1º Circo de Cultura do Sudoeste

18h30 – Mesa Redonda - A Cultura na encruzilhada: o que temos e o que queremos como cultura – Tenda de debates – Casa Memorial Régis Pacheco
Mediador: Euvaldo Cotinguiba Gomes
Convidados: Professor Rui Medeiros e Gutemberg Vieira

20h30 – Show de Lançamento do CD Toré com Geslaney Brito, Iara Assessu, Date Sena e Andreia Sanches – Tenda de debates

21h00 – Lançamento do livro “Mellhorescer” de Ualy Castro Matos no espaço Letras & Prosa – Casa Memorial Régis Pacheco

21h30 - Show “De Frente” com Gutemberg Vieira – Tenda de debates – Casa Memorial Régis Pacheco


Sábado, 15 de setembro de 2007

10h30 – A arte que vem da luz - Projeção fotográfica de trabalho coletivo desenvolvido para o evento sob a coordenação Carlos Rizério – Casa Rede de Atenção
Fotógrafos participantes: Ana Clara, Carlos Rizério, D´Almeida, Edna Nolasco, Florian Haub, Mônica Lula, Roberto Mendes e Sabiá

11h00 – Oficina sobre fotografia com Carlos Rizério e Sabiá

14h00 – Exibição do filme Aurora de Friedrich Wihelm Murnau – Casa Rede de Atenção

16h00 – Mesa Redonda – Cinema - do Circo ao Shopping Center – Casa Rede de Atenção
Mediador: Marcos Primo
Convidados: Valter Rodrigues, Milene de Cássia Silveira Gusmão e Luiz Antônio Fuganti (a confirmar)
17h30 – Intervenção Musical – A Flauta Doce na Música de Câmera com maestro Marcos Ferreira – Tenda de debates – Casa Memorial Régis Pacheco

18h30 - Show Caixa de Folia com Papalo Monteiro, Dorinho Chaves e Elder Oliveira – Arena de Debates – Tenda de debates – Casa Memorial Régis Pacheco

19h30 – Evandro Correia canta o Poeta Jean Cláudio – Espaço Letras & Prosa
Venha tomar uma cachaça conosco em comemoração ao aniversário da Letras & Prosa

20h30 - Show com Paulo Macedo e Quinteto de Viola – Tenda de debates – Casa Memorial Régis Pacheco


Domingo, 16 de setembro de 2007

10h00 – Abertura da Feira Cultural

10h00 – Apresentação musical – Com Marcelo Viana, Daniel Vieira e Lucilene – Tenda de debates – Casa Memorial Régis Pacheco

10h30 – Apresentação musical com apresentação do Coral de alunos Cefet sob a Regência do maestro Marcos Ferreira - Memorial Regis Pachecco

11h00 – Literatura – Novos Caminhos Literários – “Lemos o que temos, de nada ou muito pouco sabemos” – Tenda de debates – Casa Memorial Régis Pacheco
Mediador: Elton Becker
Convidados: Professora Marília Librandi, Professor Bitti e Dudda Seixas

14h00 – Show com Chirlei Dutra, Lúcio Ferraz e Daniel –– Tenda de debates – Casa Memorial Régis Pacheco

14h30 – Exibição do filme “Fora do Remo” e “Por Que Viver o Presente” – Direção de João Gabriel e “Voz da Cidadania” – Direção Gildasio Leite – Casa Rede de Atenção

15h00 – Poesia – Velhos e Novos Poetas - um passeio pelo mundo da poesia – Tenda de debates – Casa Memorial Régis Pacheco
Mediador: Euvaldo Cotinguiba Gomes
Convidados: Carlos Jehovah, Elder Oliveira e Pedro Ivo

17h00 – Música e Literatura – Experimentações - Casa Rede de Atenção
Elton Becker, João Omar, Lana Sheila e Petrônio Joab

Encerramento com:
19h00 – Show de Lançamento do CD Corda Bamba com Maestro João Omar e Convidados– Tenda de debates – Casa Memorial Régis Pacheco
20h00 – Quarteto de Blues com Diro Oliveira, Lúcio Ferraz, Luciano PP e Thomaz Oliveira


Programação Infantil – Arena dos Pequenos – Casa Memorial Régis Pacheco

Sábado, 15 de setembro de 2007

10h30 – Oficina de pintura facial com Victória Vieira e contação de histórias infantis – Coordenação Yane Mesquita e Victória Vieira

11h30 – Oficina “Da Sucata a Arte” com o artesão e artista plástico Arnaldo – Arena dos Pequenos – Casa Memorial Régis Pacheco

15h00 – Apresentação da peça “Era Uma Vez” – Com o Grupo Encontro de Arteiros - Arena dos Pequenos – Casa Memorial Régis Pacheco

16h00 – Oficina sobre Musicalização Infantil com Luiza Santos Barbosa – Casa Rede (oficina para adultos)

Domingo, 16 de setembro de 2007
10h30 – Uma história por vez – leitura e dramatizações de histórias infantis – Coordenação Yane Mesquita

11h30 – Apresentação da Peça “A Incrível História do Menino que Ficou Preso no Computador” – Direção de Gilsergio Botelho – Arena dos Pequenos – Casa Memorial Régis Pacheco

15h00 – Oficina sobre musicalização infantil com a Pedagoga Luiza Santos Barbosa – para adultos
16h00 – Oficina de dobraduras infantis com Vitória Vieira – para crianças – Arena dos Pequenos – Casa Memorial Régis Pacheco
17h 00 – Apresentação da Academia de Ballet “Art Dance” – Direção Lis Souza – Casa Memorial Régis Pacheco

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Publicado originalmente em 11/09/2007 (e-mail).
Blue Jam seleciona bandas nordestinas de blues para coletânea

A Blue Jam Produtora, com sede em Vitória da Conquista-BA abre inscrições para bandas de blues nordestinas com o objetivo de produzir um CD-coletânea virtual com fins de divulgação.

O PROJETO
A idéia é que seja um CD virtual contendo 10 a 15 faixas, uma de cada artista, pra ser distribuído livremente e gratuitamente, com o objetivo de divulgar os próprios artistas e o cenário do blues nordestino. O CD terá capa e livreto-encarte, em formato de imagem JPEG e/ou PDF na mesma pasta, que será distribuída zipada.

CUSTO
Inicialmente o projeto seria de produzir um CD físico, porém, considerando a grande dificuldade financeira que acarretaria tal formato, comprometendo a qualidade do produto final, decidiu-se optar pelo formato de CD virtual. Na prática significa que o custo será ZERO para os artistas envolvidos.

DISTRIBUIÇÃO
A distribuição do produto final será necessariamente gratuita, por meio virtual. Caso algum dos artistas envolvidos deseje tornar o CD físico, será permitido, desde que assuma TODOS os custos de impressão, prensagem, etc., ou se associe a outros artistas envolvidos no projeto para realizá-lo. O valor de venda será livre, de acordo com os custos de cada iniciativa, e terão direito a lucro APENAS os artistas envolvidos no processo de conversão do projeto em meio físico (CD prensado ou queimado).

PRODUÇÃO
Todo o processo de produção será de responsabilidade da Blue Jam Produtora, incluindo material gráfico, web site, normalização e escolha da ordem das faixas, porém todos os artistas envolvidos são livres e bem-vindos a contribuir com suas opiniões e observações. O projeto não possui fins lucrativos diretos, isto é: a Blue Jam Produtora se reservará apenas o crédito da produção da obra como um todo, e não das músicas individualmente. Qualquer lucro financeiro será atribuído apenas aos que se dispuserem a tornar o CD físico, promovam shows de lançamento ou quaisquer outras formas permitidas de lucro.

RESTRIÇÕES
Apesar de possuir um caráter livre, os interessados devem atentar para algumas regras de participação: 1) Não será permitida a alteração em qualquer sentido, do produto final, isto é: material gráfico, textos, ordem das faixas, músicas, informações, etc. após a finalização do projeto. Para alterações anteriores à finalização basta enviar um e-mail à Blue Jam Produtora. 2) Não será permitida a retirada dos créditos do projeto. Todo o material relacionado deverá conter os devidos créditos e a logomarca da Blue Jam Produtora. 3) Não participarão da coletânea faixas cuja taxa de bits seja inferior à mínima estabelecida (vide próxima seção).

SELEÇÃO DAS MÚSICAS
Serão escolhidas até 15 faixas, uma de cada grupo, mínimo de 10 para finalizar o projeto. O principal critério é a boa qualidade, seja da própria canção em si, da gravação e do trabalho do artista como um todo. Não é interessante para o projeto incluir faixas de grupos que já não existem ou não possuem interesse em levar o próprio trabalho adiante, de forma séria e responsável. Deve-se ter em mente de que o blues de toda a região nordeste do país será representado no projeto. O grupo ou artista deve escolher a obra que melhor representaria seu trabalho numa coletânea. O formato poderá ser em .wav (desde que seja a máster da gravação, sem perda de qualidade), .wma ou .mp3(desde que a taxa mínima de bits seja de 256kbps). Faixas com taxa de bits abaixo da estabelecida sequer serão analisadas. Este critério mínimo de taxa de bits é importante para garantir a boa qualidade das faixas, caso sejam prensadas ou executadas em emissoras convencionais de rádio, evitando que uma faixa se torne inferior a outra no projeto. O projeto finalizado trará todas as faixas com a mesma taxa de bits e volume normalizado.

MATERIAL NECESSÁRIO
Além do arquivo contendo o áudio da música, obedecendo aos critérios mínimos de qualidade descritos acima, cada grupo deve enviar: uma foto grande do grupo, SEM qualquer logomarca ou texto; release atualizado; lista de integrantes; contatos (telefone, e-mail, cidade e estado); logomarca em formato .cdr (se houver); letra da música (se houver), autores, ano de gravação, produtor, estúdio de gravação, álbum onde foi lançada a faixa, e quaisquer outras informações que julgar necessárias. Links para sites oficiais dos grupos (incluindo sites como Myspace, Palco Mp3, etc.) também são indispensáveis.

PRAZO
Os artistas têm até o dia 10 de abril de 2011 para enviarem material.

E-MAIL PARA CORRESPONDÊNCIA
Todo o material e manifestação deverão ser enviados ao bluejamprodutora@gmail.com
Não há outra forma de contato oficial fixa senão esta.

OBSERVAÇÕES
O livreto-encarte será em formato específico e direcionado à exibição em computadores. Caso haja o interesse de convertê-lo ao formato de encarte para CD físico deve-se solicitar por e-mail à Blue Jam Produtora, que será a única autorizada a realizar alterações e conversões em todo o material gráfico produzido.

O projeto contará com website próprio, contendo link para download e informações sobre todos os artistas envolvidos. A administração do site será de responsabilidade única da Blue Jam Produtora, podendo haver alterações, a pedido dos artistas, de forma livre.
Não serão aceitas para este projeto músicas de bandas que não residam na região nordeste do país, entretanto aceitaremos material de outras regiões para projetos futuros e semelhantes relacionados a outras regiões. Para tanto, basta informar no e-mail este objetivo.

Data de publicação: 17 de fevereiro de 2011

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Postado originalmente em Distintivo Blue.

Postagem em destaque

[2017] Acendam as luzes

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