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Por Juliana Silva e Patrick Moraes

Há exatamente 10 anos, entrava no ar a Uesb FM, um marco histórico para a Universidade que, por meio das ondas do rádio, ampliou o seu compromisso social de promover a educação e a cultura regional. Nessa década, além de tocar música de qualidade, a emissora vem trazendo informação à população de Vitória da Conquista e de mais 40 cidades da região Sudoeste, por meio de um jornalismo comprometido e responsável.

Para lembrar essa data histórica, o que acha de relembrar fatos que marcaram essa década? De 2010 para cá, muitos momentos marcaram a trajetória da Uesb FM. Confira agora dez fatos e curiosidades marcantes da emissora.

1. Pioneira no interior do Nordeste

Com a implantação da emissora, a Uesb se tornou a primeira universidade no interior do Nordeste brasileiro a gerir uma rádio educativa. Com programas educativo-culturais, a Uesb FM passou a oferecer aos cidadãos algo novo: a possibilidade de sintonizar em uma rádio com uma proposta diferenciada de conteúdo, uma alternativa à mídia comercial da região. Preocupada com a educação, a emissora traz, em seu programação, conteúdos que buscam fortalecer a cidadania por meio da informação e da cultura.

2. Uesb Notícias: informação com compromisso

No ar desde o início da emissora, o Uesb Notícias é o principal programa jornalístico da Rádio. Com apresentação inicial de Nilton Júnior e operação técnica de Alex Lima, a primeira edição do jornal foi também a primeira produção exibida na Uesb FM. No dia 5 de março de 2020, o jornal exibiu sua 2365ª edição, sempre pautando o que há de mais importante para a população. Diversos jornalistas já passaram pela apresentação e reportagem do noticiário ao longo dessa década, contribuindo com a difusão do jornalismo cidadão, com interesse na informação de qualidade.

Em todos os lugares, a Uesb FM sempre manteve seu compromisso com a informação de qualidade


3. Os primeiros passos

Além do Uesb Notícias, a Uesb FM contou com mais quatro programas logo no início da sua história. O primeiro deles foi o “Giro Esportivo”, comandado por Junior Patente. A atração trazia os principais destaques do mundo esportivo, abraçando modalidades que nem sempre ganham espaço na mídia tradicional. O “Giro Esportivo” integrou a grade da emissora até 2017.

Ainda nos primeiros meses após a implantação, o ouvinte pode conferir o “Uesb Rural”, com Luis Carlos Dudé, o “Cult Mix”, apresentado por Caique Santos, e o “Coisas de Mulher”, liderado pela radialista Sara de Castro (in memoriam).

4. Valorização da música nacional e regional

Um dos grandes compromissos da Uesb FM é a difusão com a cultura nacional e, sobretudo, regional. Em sua grade de programas musicais, a emissora buscou dar espaço para vozes e melodias que cantassem as histórias brasileiras, nordestinas e baianas. Um dos principais programas nesse segmento é o “Hora Brasilis”, no ar desde 2010. A atração musical entrega ao ouvinte uma hora especial com a trajetória musical de diversos artistas nacionais.

Além disso, a Uesb FM conta, atualmente, com o “Baianada”, que dedica uma hora inteira ao melhor da música regional de Vitória da Conquista e da Bahia. Aos sábados e domingos, o “Samba Uesb” resgata grandes canções do gênero popular que representa bem a cultura brasileira. Outra atração que destaca a música nacional é o “Fora do Circuito”, programa que abre espaço para o som de grandes artistas que não tocam nas rádios comerciais.

Jauperi, cantor baiano, no estúdio da Uesb FM
5. Do rádio para a web

Em março de 2012, a programação da Uesb FM ampliou as possibilidades de acesso ao seu conteúdo. Além da sintonia pela 97,5 FM, o conteúdo da emissora passou a ser transmitida pela internet. Com a novidade, as barreiras geográficas foram ultrapassadas, chegando a ser ouvida em qualquer lugar do mundo.

6. Premiada nacionalmente

Ao longo dos anos, a produção jornalística da emissora foi reconhecida em diversas premiações nacionais. Em maio de 2011, com apenas um ano de existência, a reportagem sobre a “Construção de cisternas no semi-árido baiano” foi finalista do Prêmio Sebrae de Jornalismo. A matéria, que teve produção de Mariana Lacerda, então estudante de Jornalismo da Uesb, execução da jornalista Carla Simões, e edição de Célio Santos, concorreu na categoria “Iniciativas Empreendedoras”.

Em abril de 2012, a Uesb FM venceu o Prêmio BNB de Jornalismo, na categoria Mídia Eletrônica – Rádio. A reportagem vencedora foi “Desenvolvimento Regional através da Agricultura Familiar”, de autoria da jornalista Carla Simões. Em seguida, a emissora foi novamente finalista do Prêmio Sebrae de Jornalismo, com as reportagens “A bucha vegetal como fonte de renda e sustentabilidade”, da jornalista Geane Sampaio, e “Ei! Saiba como se formalizar”, também de Carla Simões com edição do jornalista Ramon Ferraz.

Bianca Brito e Raíssa Novais, em 2013, quando eram estagiárias da Uesb FM, foram as vencedoras do Prêmio Telefônica Vivo de Jornalismo Universitário, na categoria Radiojornalismo, com a reportagem intitulada “Se toca, mulher”, que abordava a importância do autoexame da mama. Já em 2014, a então estagiária da Uesb FM, Caroline Pimenta, foi campeã do Prêmio Jovem Repórter, promovido pela Rádio CBN Salvador. A conquista foi alcançada com a matéria “As contribuições das tecnologias no cotidiano”.

Bianca Brito e Raíssa Novais venceram o Prêmio Telefônica Vivo de Jornalismo Universitário de 2013 (Foto: Ascom do Prêmio)
7. Laboratório para estudantes de Jornalismo

Um dos principais compromissos da Uesb FM passa pela formação profissional. Espaço para estágio, a emissora sempre contou com a participação de estudantes do curso de Jornalismo da Uesb, possibilitando a vivência prática da profissão e a ampliação do conhecimento. Dezenas de estudantes já passaram pela produção jornalística e musical da emissora, além de atuarem como repórteres durante esse exercício prático.

8. Protagonismo Feminino

Desde o início da sua história, a presença feminina sempre foi muito marcante na Uesb FM. Diversas mulheres já ocuparam e ainda ocupam posições de destaque na estrutura da emissora, como em cargos de coordenação. Além disso, nesses 10 anos, grande parte da programação da Uesb FM foi comandada por mulheres, inclusive o principal programa jornalístico da emissora, o Uesb Notícias, que hoje tem à frente a jornalista Aline Luz, mas já contou com o comando de Milenna Castro, Mariana Lacerda, Adrea Póvas, Talita Marins.

Na programação musical, um grande destaque da emissora foi a radialista Sara de Castro, primeira mulher a apresentar uma atração na Uesb FM, com o “Coisas de Mulher”. Sara, que apresentava o “Tarde Uesb” e o “Fim de Tarde”, integrou a equipe até 2017.

Sara de Castro na sintonia do “Fim de Tarde”




9. Espaço aberto para a comunidade

Em busca de uma participação efetiva da comunidade regional, a Uesb FM abriu espaço para programas produzidos por pessoas e/ou instituições sociais. A novidade chegou em 2019 e a seleção dessas novas atrações foi feita por meio de Edital público. Com caráter colaborativo, os programas são escolhidos anualmente e dão voz a questões sociais de relevância. É a sociedade falando por si!

Para 2020, a grade com essas produções foi formada por seis programas, além de especiais mensais desenvolvidos por estudantes e profissionais da comunidade acadêmica.

Colaboradores aprovados para o “Uesb Comunidade” e “Universidade Conhecimento” em 2020
10. Uesb FM em Jequié

Ao completar 10 anos de existência, a Uesb FM dá um novo e grande passo: ampliar o seu sinal para cobrir cidades dos territórios de identidade do Médio Rio de Contas e Vale do Jequiriçá. Isso será possível com a implantação do Serviço de Radiodifusão Sonora em Frequência Modulada na cidade de Jequié.

Para dar início à operação da Uesb FM no município, a Universidade já está finalizando a fase técnica, que envolve a compra de equipamentos e montagem do espaço onde a Rádio irá funcionar. Com a instalação da Uesb FM em Jequié, ainda neste primeiro semestre, a Universidade amplia seu alcance e reforça seu compromisso com a informação, a formação e o conhecimento.

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Postado originalmente em 05/03/2020, em UESB.

Miguel Côrtes no estúdio dO Som da Tribo. Foto: Ester Barreto

Foto: divulgação

Primeiramente, agradecemos ao el Cabong por listar nosso ep “Acendam as Luzes” para votação na eleição do melhor álbum baiano de 2016 por votação popular, a todos que votaram e à Revista Gambiarra pelos votos na eleição de melhor álbum segundo a crítica. Falando em crítica, segue a crítica ao lançamento, escrita pelo nosso amigo, poeta e literato Ian Lima. Ficamos extremamente felizes e agradecidos: 

Randômicos é um oásis no meio da produção de rock progressivo na Bahia. Seu primeiro EP Acendam as Luzes é uma fotografia dessa extraordinária fertilidade a lançar ao mundo essa potência musical tão próspera que é a proposta mais conceitual de música baiana. O Ep foi produzido por Andre Tavares (Retrofoguetes, Cascadura, Sua Mãe, etc.) e lançado em vinil em 2016. 

A arte da capa que guarda o vinil é muito bonita, composição do ilustrador Felipe Rezende e da aquarelista Ully Flôres que fizeram um trabalho muito bom ao mesclar referências de épocas e diferentes ações dentro de um mesmo quadro, porém com uma única tonalidade.

Antes de tudo sugiro bons fones para que nada interfira em manter seus ouvidos ilesos de qualquer ruído exterior porque este som anima e punge.

“Acendam as Luzes no alto de Faros” diz Tales Dourado no primeiro verso do disco. Como se quisesse iluminar nossa tão degradada cena de música alternativa, onde nossos artistas são exautorados de sua própria senda e ficam à penúria das grandes empresas que manipulam e monopolizam nossa produção fonográfica. No entanto, “avante marinheiro, mais rica que o próprio ouro é a vida no mar”. Porque resistência e resiliência devem ser o primeiro pulso para qualquer artista independente.

...

A Ilha de Faro, que na verdade é uma península, é um deleite. Suas dunas e canais açulam a qualquer um que a observe. A primeira canção do registro se chama Ilha de Faros e seus primeiros acordes me remeteram a uma grande banda progressiva alemã chamada Eloy. Porém, diferentemente desta, a banda trabalha com cadências mais lentas, o que nos transporta imediatamente para aquele universo de cais e porto, de maré, saudade, navios partindo com o perfume das rosas de seus florais. O som marítimo tem tudo a ver com graves, e aqui o baixo de Linauro (Now) dá a base essencial à canção. Ela se desenvolve descompassada, como uma partida incerta, como um navegar obscuro. A banda afinadíssima dá um tom singular ao debut e executa uma linda composição de abertura.

O monte Moriá é um lugar consagrado pela bíblia onde vários sacrifícios e milagres aconteciam. Tornou-se um símbolo de santuário. A Segunda canção “Moriá” nos apresenta uma espécie de metáfora para uma história existencialista sobre o tempo. O vocal de Tales aparece mais versátil e mais pesado, visceral e contagiante. A bateria de Raoni Botelho está perfeita, dando uma base cadenciada muito viva para a música – aliás, a mixagem de bateria merece um destaque neste álbum – A maré de pratos que assolam a última parte do refrão é de um auge incrível. Aqui parece que estamos diante de um Hard Setentista onde o baixo ocupa um lugar de peso e melodia e as guitarras variam entre o riff potente e a base exata. Lembrou-me muito a primeira fase do BANG (E.U.A), banda com esse tipo de vanguarda.[Ouçam The Queen]

A música que abre o segundo lado do Ep tem a letra (lindíssima) do meu amigo poeta e músico Pablo Luz. É uma música mais antiga que as demais, talvez por isso ofereça certa discrepância com relação ao conceito instaurado pelo restante da obra. Um Hard progressivo muito potente, as guitarras estão muito bem colocadas, dando uma sensação de psicodelia bem precisa, sem se perder. O baixo mais uma vez está o “bixo”, construindo uma base bem ritmada (aliás, a construção das bases do disco é de uma sensibilidade muito ausente no rock nacional atual). Os riffs muito bonitos preparam uma melodia vocal de rara justeza e simplicidade. O andamento da música é bem preciso e nos deixa sempre com os ouvidos atentos ao que virá. O vocal de Tales se acentua com qualidade diplofônica e de extensão e deixa a música mais pesada. É uma música perfeita para single, refrão simples e inteligente. Nota 10.

Para não perder as referências históricas, o nome da última música é “Salé” , cidade do Marrocos onde há um dos centros religiosos mais importantes do continente Africano. Mas ela se tornou famosa mesmo pela sua atividade marítima, o que nos traz de volta ao tema inicial do álbum. Parece mais uma vez uma metáfora amorosa para um pedaço de história da cidade de “Salé” que viveu venturas e infortúnios com notável intensidade. 

A canção começa com uma balada de violões substituindo as guitarras, que aparecem bem tímidas pela faixa e se encerra como uma música de remate mesmo (inclusive com a última frase sendo a mesma da primeira faixa). No entanto é a música que menos me agrada no disco. Acho o andamento meio incerto, a melodia vocal não é tão boa e a execução pelo vocalista é meio perdida (não atingiu minha sensibilidade para o bem e me surpreendeu ter Tales tentado fazer tantos floreios com a voz); os violões bem comuns, a bateria singular se transforma em um acompanhamento de qualquer balada despretensiosa e o baixo tem menos destaque. Para uma música de remate poderia ter sido mais apoteótica.

Enfim, o resultado é um excelente debut que certamente ouve-se mais de uma vez quando termina os inconsequentes treze minutos de sonzeira dessa banda Baiana. Refrões, riffs e melodias de primeiro nível e uma grande obra de arte iluminada pelo farol da cena”. 


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Publicado originalmente em 07/02/2017, no Facebook da banda.
Foto: divulgação

RELEASE

Random é palavra inglesa, de origem francesa, usada na expressão at random, cujo sentido é "ao acaso", "a esmo", "sem seleção ou critério de escolha". At random deve traduzir-se por aleatório, palavra derivada de igual vocábulo latino, com o significado de fortuito, casual, acidental, dependente de fatores incertos e sujeitos ao acaso. De tal forma que as amostras, gestos, verdades, os sons e os ensaios são não casualizados, acidentalizados ou aleatorizados, mas sim randomizados.

A Randômicos é formada por Linauro Neto, Raoni Botelho e Tales Dourado. Emergiu no cenário alternativo de Vitória da Conquista no ano de 2009 com o propósito de compor uma sonoridade original, mas sem perder de vista as roupagens mais modernas do rock alternativo, com especial atenção às suas letras, sempre poéticas e especialmente trabalhadas em português. Desde o início, a banda participou ativamente da cena rocker local. As apresentações do grupo foram sempre calcadas em seu repertório autoral, buscando diálogo com outras formas de arte, por isso sempre estiveram presentes nas apresentações vários tipos de manifestações, tais como projeções de imagens, declamações poéticas e mostras de artes plásticas. A banda se apresentou em vários festivais regionais importantes, tais como Grito Rock América do Sul, Festival Universitário da Música, Festival Avuador e Festival Suíça Bahiana, ao lado de importantes artistas e bandas, tais como Eddie, O Círculo e Emicida. Lançado em 2016, o EP “Acendam as Luzes” foi o álbum de estreia da banda, contendo quatro músicas autorais e inéditas, com tiragem de 300 cópias em vinis de 7" e distribuição gratuita do conteúdo em formato digital. As músicas, "Ilha de Faros", "Moriá", "Retomada" e "Salé" tratam de forma poética da relação do homem com o mar, do encantamento amoroso, da desilusão, das lembranças e do imaginário e religiosidade popular, trabalhadas na linguagem própria do rock alternativo, aproveitando-se da pluralidade musical baiana. O disco foi realizado com o apoio da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), instituição vinculada à SECULT/BAHIA, a produção musical ficou a cargo de André T (Estúdio t), que já produziu nomes como Cascadura e Retrofoguetes, enquanto a capa foi assinada pelos artistas plásticos Ully Flôres e Felipe Rezende.


DISCOGRAFIA

2010 - Mezanino (single)
2011 - Flamboyant (single)
2015 - Retomada (single)
2016 - Acendam as Luzes (álbum)


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Nesta segunda-feira, 23, a Câmara Municipal de Vitória da Conquista realizou a última sessão ordinária de 2019. Durante a sessão, foi realizada a última votação do projeto nº 07/2019, de autoria do Executivo Municipal, que cria a Guarda Municipal e a aprovação do Orçamento Anual para 2020.

Também foram aprovados em redação final, os projetos de nº 128/2019 que institui o Programa Troca Ecológica, de autoria do vereador Luís Carlos Dudé (PTB), o de nº 134/2019, de autoria do presidente da Casa, Luciano Gomes (PL), que institui o Dia D do Homem no município de Vitória da Conquista, no dia 23 de outubro, para a prevenção e realização de exames e consultas. Teve ainda o projeto de nº 135/2019, que inclui oficialmente no calendário municipal, o evento “Conquista Moto Rock.

Os parlamentares encerraram o ano legislativo votando, ainda, alguns pareceres, emitidos pelas comissões da Casa, referente a projetos que devem entrar em pauta logo no início de 2020.

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Publicado originalmente em 23/12/2019, em Câmara Municipal de Vitória da Conquista.

Na sessão desta quarta, o evento Conquista Moto Rock, realizado no Espaço Glauber Rocha, de cinco a oito de outubro, recebeu a moção de aplauso nº 180/2017, de autoria de toda a Casa. A iniciativa foi o segundo maior evento de motos realizado em Conquista: reuniu 30 moto clubes, moto grupos e mais de três mil motociclistas individuais de todo o país; estrutura com estandes de motos; lojas de acessórios para motocicletas e de roupas e acessórios; praças de alimentação; e camping coberto.

Bráulio Ferraz, um dos organizadores, agradeceu o reconhecimento e afirmou que o vento serviu também para desmitificar a imagem que tem do motociclista. “Nós passamos a ser vistos pela essência de cada um de nós, do advogado, do médico, do engenheiro”, disse. Ele destacou a importância do apoio da gestão Herzem Gusmão para a realização do evento. Ferraz explicou que o evento repercutiu bem em outros locais do Brasil e contribuiu para a economia conquistense: movimentou 900 leitos de hotéis locais; vendas de motociclistas novas e usadas; geração de mais de 300 empregos temporários; beneficiou mais de 60 músicos locais que se apresentaram no evento; e empreendedores da economia solidária. Ele afirmou que a organização do evento vai fazer um estudo socioeconômico para tentar incluir a iniciativa no calendário de cultura do Estado e do município. Bráulio frisou que o apoio da Câmara será fundamental.  

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Publicado originalmente em 18/10/2017 em Câmara Municipal de Vitória da Conquista.

No dia 11 de março no Centro de Cultura em Conquista acontecerá o projeto “No Canto do Choro”. A inciciativa surgiu com o objetivo de tornar mais popular a primeira música criada no Brasil. Apesar do choro ser popularmente instrumental, o grupo vem mantendo esta tradição com uma inovação, o canto vocal. Com Bruno Rodrigues (violão 7cordas), Gabriel Rosário (Bandolim) e Ananda Andrade (voz), o evento terá ainda a participação do sueco Sebastian Notini (pandeiro) e vários artistas da cidade como Carlos Porto, Rita Pithon, João Omar, Ana Barroso, Kleber Moreno entre outros. Interpretando compositores como Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo e Chiquinha, o grupo busca uma maior popularização do gênero com todas as suas danças e letras inseridas nas riquíssimas melodias. 

Ingressos na Banca Central R$ 20,00 (inteira).


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Publicado originalmente em 23/02/2011, em Agenda Cultural de Conquista.

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