P/ Plácido do Distintivo
A música alimenta minha poesia
Além da dela
Alimenta aquela saída desse mundo
Alimenta aquela alegria sufocada pelo dia a dia
A música
Faz a gente resistir
A gente
Com a música
A gente dança
A gente pensa aqui
E lá no outro
A música tem som de trovão
Tem som do vento bailando as pétalas
Das margaridas
JeanClaudio
18/06/26
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Publicado originalmente em 18/06/2026, no Facebook.
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Quando eu morava em Conquista lutando para sobreviver, um amigo de Urucuca me convidou para passar um fim de semana no Sul da Bahia. No momento Evandro descia alameda vagarosamente,quando apresentei o amigo Dr Manoel de Urucuca que fez o convite.Vamos passar fim de semana lá em casa?
Evandro com o sorriso de canto de boca disse vamos,mas vou ter que avisar o empresário, que era o saudoso Paulo Mascena.Com essa brincadeira ficamos um mês tocando no sul da Bahia,produzido pelo amigo Paulinho,um dos maiores amigos do Evandro dos tempos de criança. Toda vez que a gente marcava para vir embora,o Paulinho dizia não vai,porque acertei para inaugurar a primeira barraca de Curumuxatiba,depois temporada em Eunapolis,e Texeira de Freitas.O Paulinho viajou com a esposa,e ficamos na casa até cumprir os contratos.
E foi lá na beira da piscina,que ele me mostrou a nova composição Gema,que acabara de compor. Um sucesso que lembrarei sempre,e que fez morada no coração de muita gente.
E de lá fomos para Paulo Afonso,onde tocamos em um clube.Em abril desse ano nos encontramos aqui em Salvador,e lembramos dessas caminhadas, e as gargalhadas marcaram nosso encontro.Tambem falei de uma conversa que tive com Mão Branca a muitos anos na fazenda dele,onde elogiei a potente voz de Evandro.Meu amigo Mão foi real quando disse,se Juntar todos cantadores da região, ele canta mais que nós tudo.kkk
A saudade será eterna,mas Deus colheu quem semeou amor nessa vida.
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Publicado originalmente em 19/06/2026, no Facebook.
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Eu não tenho o que falar sobre Evandro Correia,
Ele fala por si só.
Eu prefiro ficar no meu cantinho menino
No menino lá dele.
Há um aconchego lá,
Onde o tempo frio ameniza,
Onde o calor em excesso vira morno
E as asas em canções torna o céu mais chão e vida.
Uma voz eterna tinge de estrelas
Bem no céu visto por nós
Bem te vi
Bem no chão sentido por nós
Bem te vi
Evandro caminha
Evandro ficou
Evandro está seguro agora
Vou cantar Menino da Vida
Por isso sangro nas cordas da canção
Menino da Vida.
JeanClaudio
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Publicado originalmente em 19/06/2025, no Facebook.
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Por Gilmar Dantas*
Vou contar para vocês o principal motivo de as festas de São João ficarem mais caras, e ninguém fala sobre isso. Engana-se quem acha que é simplesmente o caixa 2, o aumento dos custos ou a ganância. Embora tudo isso de fato exista (não sejamos hipócritas).
O principal motivo é que, no atual modelo de contratação pública, não existe a diminuição de cachês que existe no mercado privado.
No mercado privado, é normal um artista estourar e seu cachê ir para o teto. Foi assim com o rock brasileiro nos anos 1980, com toda a cena do axé baiano e do pagode romântico nos anos 1990, e com o sertanejo nos anos 2000. Isso porque os cachês se baseavam principalmente em um princípio clássico chamado lei da oferta e da procura. Só que, passado o hype, o preço do cachê do artista volta ao normal. Não tem jeito. Sempre foi assim. E o artista mais longevo é aquele que aproveita esse hype para criar repertório, base de fãs e estrutura para manter um preço de cachê razoável a longo prazo. Mas não será o teto.
Já no atual modelo de contratações públicas, baseado em três notas fiscais de shows anteriores, o teto passa a funcionar como preço mínimo nas negociações (loucura, hein?).
Se o artista não fizer mais nada que justifique uma alta demanda, ele sempre terá as três notas fiscais do seu auge para gerar outras notas de igual ou maior valor e seguir mantendo seu teto, mesmo em seu pior momento.
Tomemos o caso de Devinho Novaes. Quando explodiu nacionalmente, era natural que seus cachês atingissem valores muito superiores aos praticados anteriormente. O problema é que, no modelo atual de contratações públicas, os valores praticados durante aquele auge tendem a se transformar em referência permanente, dificultando que os cachês retornem aos patamares compatíveis com a demanda de outros momentos da carreira. Em 2024, ele fez 42 shows no período junino para prefeituras baianas a um custo de R$ 150 mil cada show. Hoje, seu cachê simplesmente dobrou de preço.
Assim, o São João da Bahia, ou qualquer festa baseada em contratações públicas, torna-se um festival de artistas com milhares de cachês em seu limite máximo, como se todos estivessem no auge (no São João da Bahia do ano passado, foram 4.191 artistas contratados).
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Gilmar Dantas é técnico em assuntos culturais da prefeitura municipal de Vitória da Conquista. Mestrando em Cultura, Educação e e Linguagem (UESB) e Pós-graduando em Gestão Cultural (UFRB). Produz festivais de música desde 2003.
🎬 CONVITE ESPECIAL: ESTREIA DE CINEMA EM CONQUISTA 🎬
Você está convidado para a exibição de “A Mulher Insetóide” (2026), um longa-metragem que mergulha no suspense psicológico e na metalinguagem.
📝 A TRAMA:
Dois escritores enfrentam um processo criativo desgastante na produção de um roteiro. Entre ego, inveja e etarismo, a Mulher Insetóide surge como o elemento do caos que desafia a imaginação e a sanidade.
📍 ONDE: Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima (Vitória da Conquista)
📅 QUANDO: 06 de junho (Sábado)
clock1 HORÁRIO: 19h
🎟 ENTRADA: Franca
🌟 FICHA TÉCNICA:
* Direção: Yago Silva
* Elenco: Carleone Filho, Neander Souza e Larissa Mota
* Trilha Sonora: Raul Vilas Boas
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Obra de Raquel Dantas, “A Conquista do Rock” reúne memórias, bandas e personagens da música independente conquistense
A memória da cena rock de Vitória da Conquista será celebrada no dia 13 de junho, às 15h, durante o lançamento da segunda edição do livro A Conquista do Rock, da pesquisadora e artista Raquel Dantas. O evento acontece na Sala Multiuso 1 do Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima e reúne música, roda de conversa e encontros entre artistas e pessoas que ajudaram a construir essa história ao longo das últimas décadas.
A programação será aberta com apresentação musical de Plácido Oliveira, vocalista da Distintivo Blue e autor do prefácio do livro. Em seguida, acontece uma roda de conversa com participação de Raquel Dantas, Plácido, da escritora Noi Soul, responsável pela narração do audiobook da obra, e da cantora e compositora Joy, que encerra a programação com um show em voz e violão. A atividade contará com a mediação da radialista Jacqueline Silva.
Sobre o livro
Lançado originalmente em 2017 e considerado o primeiro livro dedicado à história da cena rock conquistense, A Conquista do Rock consolidou-se como um importante registro da produção musical independente da cidade ao documentar trajetórias, bandas, movimentos e personagens que ajudaram a construir uma identidade cultural muitas vezes invisibilizada. O projeto foi contemplado no edital A Bahia que Escreve – Edital nº 16/2024 (PNAB Bahia) e prevê a publicação de exemplares físicos da obra, além do lançamento em formatos acessíveis e digitais, como audiobook, EPUB e PDF.
“Esta obra demorou muito a aparecer. Vitória da Conquista tem muitas histórias a contar, e o primeiro passo para a valorização é o registro”, escreve Plácido Oliveira no prefácio da primeira edição. O músico e historiador destaca o caráter pioneiro da publicação e sua importância para a preservação da memória cultural conquistense. “Mais um fragmento da nossa história é ‘salvo’ do esquecimento com esta segunda edição”, afirma.
Para Raquel Dantas, o livro também nasce como um incentivo ao fortalecimento da produção artística independente da cidade. “Sem grandes pretensões, espero que esse registro inspire novos escritores e amantes da música alternativa local. Que outras pesquisas e livros como esse possam nascer, assim como um parto ou um legado, para que novas gerações tenham conhecimento do quão rico é o seu cenário cultural. E, acima de tudo, que gestores, produtores e artistas reconheçam a importância de manter viva a arte local e, juntos, criem oportunidades visando ao seu crescimento e à valorização profissional”, destaca a autora.
A identidade visual da obra também dialoga diretamente com o universo do rock. Desenvolvida pela designer Ana Luiza Dias a partir de ilustração original de Raquel Dantas, a capa traz a figura da águia como símbolo de liberdade, força, atitude e resistência — elementos associados ao rock e ao heavy metal. A proposta busca reforçar a ideia de ocupação de espaços por uma cena marcada pela expressividade e rebeldia.
Dia Municipal do Rock – Miguel Côrtes
O lançamento acontece em um momento simbólico para a cena musical conquistense. Em 2025, a Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista instituiu oficialmente o “Dia Municipal do Rock – Miguel Côrtes”, celebrado em 5 de outubro. A data homenageia o radialista e apresentador do programa Som da Tribo, figura histórica na difusão da música independente na cidade. A legislação também reconhece a importância histórica, artística e social do rock para o município e destaca iniciativas como o Festival Suíça Bahiana, o Point do Rock, o Agosto de Rock, o Festival de Inverno Bahia e o Conquista Moto Rock.
O lançamento da segunda edição do livro A Conquista do Rock foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura na Bahia, realizados com recursos do Governo Federal repassados pelo Ministério da Cultura, e executados pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado. O projeto conta ainda com apoio institucional do Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima.
SERVIÇO
Lançamento da segunda edição do livro A Conquista do Rock
Local: Sala Multiuso 1 – Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima
Data: 13 de junho (sábado)
Horário: 15h
Entrada gratuita
Evento aberto a todos os públicos
Assessoria de Imprensa | Vagalume Press
Ana Paula Marques
(77) 98101-1254
vagalumepress@gmail.com/
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Nesta terça-feira, 12, a Rádio Uesb FM lançou o podcast “Tarde Uesb Entrevista”. A ideia do novo produto é disponibilizar ao público, para acesso a qualquer hora, as entrevistas realizadas com artistas do Sudoeste baiano no programa “Tarde Uesb”, transmitido na emissora de segunda a sexta-feira, às 15 horas. As entrevistas vão ar às quintas-feiras, no quadro de mesmo nome do podcast.
O programa tem a proposta de aproximar a comunidade de seus artistas, fortalecendo vínculos de identidade e pertencimento. Produzida e apresentada, desde outubro de 2025, pelo músico, produtor cultural e radialista Plácido Oliveira, a atração já conta com mais de 30 participações de artistas da região, em entrevistas de pelo menos uma hora de duração, incluindo execuções musicais ao vivo.
O podcast está disponível no YouTube e em outras plataformas:
O podcast abrangerá todas as entrevistas realizadas no programa, desde o início da sua nova fase, com dois episódios lançados por semana, às terças e sextas-feiras, até que todo o material arquivado seja publicado. Após essa etapa, novos episódios serão disponibilizados uma vez por semana, sempre às terças.
Especialmente para o lançamento, os seis primeiros episódios já estão no ar, com as entrevistas dos artistas Shau Saturno, Cátia Guimma, Danilo Souza, Guilherme Chirinéa, Lucas Lins e Jayvee Viana. O podcast está disponível para acesso gratuito nas principais plataformas, incluindo Spotify, Apple Podcasts, Deezer e Amazon Music. Acesse aqui.
Ouça a programação ao vivo da Uesb FM clicando aqui e acompanhe as novidades no perfil da emissora no Instagram.
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Publicado originalmente em 12/05/2026, em Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia.
Publicado originalmente em 12/05/2026, em Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia.
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