🎬 CONVITE ESPECIAL: ESTREIA DE CINEMA EM CONQUISTA 🎬
Você está convidado para a exibição de “A Mulher Insetóide” (2026), um longa-metragem que mergulha no suspense psicológico e na metalinguagem.
📝 A TRAMA:
Dois escritores enfrentam um processo criativo desgastante na produção de um roteiro. Entre ego, inveja e etarismo, a Mulher Insetóide surge como o elemento do caos que desafia a imaginação e a sanidade.
📍 ONDE: Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima (Vitória da Conquista)
📅 QUANDO: 06 de junho (Sábado)
clock1 HORÁRIO: 19h
🎟 ENTRADA: Franca
🌟 FICHA TÉCNICA:
* Direção: Yago Silva
* Elenco: Carleone Filho, Neander Souza e Larissa Mota
* Trilha Sonora: Raul Vilas Boas
. .
Obra de Raquel Dantas, “A Conquista do Rock” reúne memórias, bandas e personagens da música independente conquistense
A memória da cena rock de Vitória da Conquista será celebrada no dia 13 de junho, às 15h, durante o lançamento da segunda edição do livro A Conquista do Rock, da pesquisadora e artista Raquel Dantas. O evento acontece na Sala Multiuso 1 do Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima e reúne música, roda de conversa e encontros entre artistas e pessoas que ajudaram a construir essa história ao longo das últimas décadas.
A programação será aberta com apresentação musical de Plácido Oliveira, vocalista da Distintivo Blue e autor do prefácio do livro. Em seguida, acontece uma roda de conversa com participação de Raquel Dantas, Plácido, da escritora Noi Soul, responsável pela narração do audiobook da obra, e da cantora e compositora Joy, que encerra a programação com um show em voz e violão. A atividade contará com a mediação da radialista Jacqueline Silva.
Sobre o livro
Lançado originalmente em 2017 e considerado o primeiro livro dedicado à história da cena rock conquistense, A Conquista do Rock consolidou-se como um importante registro da produção musical independente da cidade ao documentar trajetórias, bandas, movimentos e personagens que ajudaram a construir uma identidade cultural muitas vezes invisibilizada. O projeto foi contemplado no edital A Bahia que Escreve – Edital nº 16/2024 (PNAB Bahia) e prevê a publicação de exemplares físicos da obra, além do lançamento em formatos acessíveis e digitais, como audiobook, EPUB e PDF.
“Esta obra demorou muito a aparecer. Vitória da Conquista tem muitas histórias a contar, e o primeiro passo para a valorização é o registro”, escreve Plácido Oliveira no prefácio da primeira edição. O músico e historiador destaca o caráter pioneiro da publicação e sua importância para a preservação da memória cultural conquistense. “Mais um fragmento da nossa história é ‘salvo’ do esquecimento com esta segunda edição”, afirma.
Para Raquel Dantas, o livro também nasce como um incentivo ao fortalecimento da produção artística independente da cidade. “Sem grandes pretensões, espero que esse registro inspire novos escritores e amantes da música alternativa local. Que outras pesquisas e livros como esse possam nascer, assim como um parto ou um legado, para que novas gerações tenham conhecimento do quão rico é o seu cenário cultural. E, acima de tudo, que gestores, produtores e artistas reconheçam a importância de manter viva a arte local e, juntos, criem oportunidades visando ao seu crescimento e à valorização profissional”, destaca a autora.
A identidade visual da obra também dialoga diretamente com o universo do rock. Desenvolvida pela designer Ana Luiza Dias a partir de ilustração original de Raquel Dantas, a capa traz a figura da águia como símbolo de liberdade, força, atitude e resistência — elementos associados ao rock e ao heavy metal. A proposta busca reforçar a ideia de ocupação de espaços por uma cena marcada pela expressividade e rebeldia.
Dia Municipal do Rock – Miguel Côrtes
O lançamento acontece em um momento simbólico para a cena musical conquistense. Em 2025, a Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista instituiu oficialmente o “Dia Municipal do Rock – Miguel Côrtes”, celebrado em 5 de outubro. A data homenageia o radialista e apresentador do programa Som da Tribo, figura histórica na difusão da música independente na cidade. A legislação também reconhece a importância histórica, artística e social do rock para o município e destaca iniciativas como o Festival Suíça Bahiana, o Point do Rock, o Agosto de Rock, o Festival de Inverno Bahia e o Conquista Moto Rock.
O lançamento da segunda edição do livro A Conquista do Rock foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura na Bahia, realizados com recursos do Governo Federal repassados pelo Ministério da Cultura, e executados pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado. O projeto conta ainda com apoio institucional do Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima.
SERVIÇO
Lançamento da segunda edição do livro A Conquista do Rock
Local: Sala Multiuso 1 – Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima
Data: 13 de junho (sábado)
Horário: 15h
Entrada gratuita
Evento aberto a todos os públicos
Assessoria de Imprensa | Vagalume Press
Ana Paula Marques
(77) 98101-1254
vagalumepress@gmail.com/
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Nesta terça-feira, 12, a Rádio Uesb FM lançou o podcast “Tarde Uesb Entrevista”. A ideia do novo produto é disponibilizar ao público, para acesso a qualquer hora, as entrevistas realizadas com artistas do Sudoeste baiano no programa “Tarde Uesb”, transmitido na emissora de segunda a sexta-feira, às 15 horas. As entrevistas vão ar às quintas-feiras, no quadro de mesmo nome do podcast.
O programa tem a proposta de aproximar a comunidade de seus artistas, fortalecendo vínculos de identidade e pertencimento. Produzida e apresentada, desde outubro de 2025, pelo músico, produtor cultural e radialista Plácido Oliveira, a atração já conta com mais de 30 participações de artistas da região, em entrevistas de pelo menos uma hora de duração, incluindo execuções musicais ao vivo.
O podcast está disponível no YouTube e em outras plataformas:
O podcast abrangerá todas as entrevistas realizadas no programa, desde o início da sua nova fase, com dois episódios lançados por semana, às terças e sextas-feiras, até que todo o material arquivado seja publicado. Após essa etapa, novos episódios serão disponibilizados uma vez por semana, sempre às terças.
Especialmente para o lançamento, os seis primeiros episódios já estão no ar, com as entrevistas dos artistas Shau Saturno, Cátia Guimma, Danilo Souza, Guilherme Chirinéa, Lucas Lins e Jayvee Viana. O podcast está disponível para acesso gratuito nas principais plataformas, incluindo Spotify, Apple Podcasts, Deezer e Amazon Music. Acesse aqui.
Ouça a programação ao vivo da Uesb FM clicando aqui e acompanhe as novidades no perfil da emissora no Instagram.
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Publicado originalmente em 12/05/2026, em Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia.
Publicado originalmente em 12/05/2026, em Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia.
Por que publicamos conteúdo já publicado em outros sites?
Podcast será lançado na próxima terça, já com seis episódios publicados
Para além de um companheiro para todas as horas, o rádio é um importante veículo de informação e formação, sobretudo através de emissoras públicas e educativas como a UESB FM, fundada há dezesseis anos e sediada no campus Vitória da Conquista da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia.
Um dos mais importantes papéis de uma emissora dessa natureza é aproximar as comunidades de seus artistas, fortalecendo vínculos de identidade e pertencimento, valorizando pessoas, trabalhos e iniciativas fundamentais a qualquer sociedade consciente de seus valores, direitos e objetivos.
No programa Tarde UESB (segunda a sexta, às 15h), é reservado especial espaço ao artista do sudoeste baiano, tanto com a execução de fonogramas (comum em toda a programação da emissora) quanto com a participação ao vivo, especialmente às quintas-feiras: o Tarde UESB Entrevista.
Produzido, apresentado e programado desde outubro de 2025 por Plácido Oliveira, cantor, compositor, produtor cultural, historiador e jornalista musical, o programa já conta com mais de trinta participações, em ricas entrevistas com, pelo menos, uma hora de duração, incluindo execuções musicais ao vivo.
Consciente do inestimável valor cultural desse material e sua acessibilidade, o radialista e pesquisador encontrou na mídia podcast a maneira ideal para a sua disponibilização, pública e facilitada. Nasce, assim, o podcast Tarde UESB Entrevista, com lançamento na próxima terça-feira (12 de maio).
| Emílio Bazé, Larissa Caldeira, Gil Lima, Inxohó, Tonton Flores e Pablo Fornasari são alguns dos entrevistados do programa |
O podcast abrangerá todas as entrevistas realizadas com artistas no programa desde o início da sua nova fase, com dois lançamentos por semana, às terças e sextas, até que todo o material arquivado seja publicado. Após esta etapa, novos episódios serão lançados sempre às terças-feiras.
Para o lançamento, as seis primeiras entrevistas serão disponibilizadas de imediato: Shau Saturno, Cátia Guimma, Danilo Souza, Guilherme Chirinéa, Lucas Lins e Jayvee Viana. O podcast Tarde UESB Entrevista está nos principais agregadores de podcast, incluindo Spotify, Apple Podcasts, Deezer e Amazon Music.
Para todos os links (incluindo o feed), acesse: https://linktr.ee/tardeuesb.
Serviço
O quê: Lançamento do podcast Tarde UESB Entrevista
Quando: Terça, 12 de maio
Onde: Principais plataformas de podcast
Mais informações: https://linktr.ee/tardeuesb
Ficha Técnica
Produção, apresentação e publicação: Plácido Oliveira
Coordenação Técnica: Marilton Ribeiro
Apoio Técnico e Operacional: Andrey Oliveira e Alex Lima
Coordenação UESB FM: Jacqueline Silva
Direção-Geral do SURTE: Rubens Sampaio
PROJETO DE LEI Nº DE 2009
(Do Sr. Edigar Mão Branca)
Altera a Lei n 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, obrigando as emissoras de rádio a informar aos ouvintes os nomes dos compositores das obras musicais executadas em sua programação.
O Congresso Nacional decreta:
Art. 1 Esta Lei altera a Lei n 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, que "altera, atualiza e consolida a legislação sobre direitos autorais e dá outras providências", para obrigar as empresas de rádio ou televisão a informar aos ouvintes os nomes dos compositores das obras musicais executadas em sua programação.
Art. 2 Acrescente-se à Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, o art. 68-A, com a seguinte redação:
"Art. 68-A. As emissoras de rádio deverão informar aos ouvintes os compositores das obras musicais executadas em sua programação.
Parágrafo único: a não observância do disposto neste artigo sujeitará as emissoras de rádio às sanções previstas no art. 105 desta Lei."
Art. 3 Consiste em violação aos direitos de titulares de obras musicais a transmissão e a retransmissão, por emissoras de rádio, de obras musicais sem a devida informação aos ouvintes sobre os compositores das obras.
Art. 4 Esta lei entra em vigor na data da sua publicação.
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JUSTIFICAÇÃO
Alguns dos maiores músicos brasileiros, autores de canções que são conhecidas e aclamadas pelo público em todo o mundo, permanecem praticamente no anonimato. O showbizz, com a sua superexposição dos intérpretes - muitas vezes transformados em celebridades - relega os compositores a um segundo plano, dando-lhes um papel de pouco ou nenhum destaque.
Trata-se de uma afronta a seus direitos e à sua dignidade, e de um desrespeito ao talento desses compositores que construíram e constróem a tão rica história da música popular brasileira.
Muitos são os atores que contribuem para esse ostracismo dos compositores - mas, sem dúvida, as emissoras de rádio são as maiores responsáveis, ao não darem o devido crédito aos autores das músicas que veiculam diariamente. Trata-se, ao nosso ver, de uma forma de descumprimento dos direitos dos autores de reprodução de suas obras. Além disso, a falta do devido crédito aos compositores de obras musicais causa um desestímulo àqueles que têm talento musical e pretendem seguir essa carreira. Corremos o risco de ter uma multidão de intérpretes, que não terão nenhuma música nova para interpretar, por falta de compositores.
Exatamente para combater esse mal, apresentei o presente projeto de lei, que visa tornar obrigatório que as emissoras de rádio informem aos ouvintes os nomes dos compositores das obras musicais executadas em sua programação. Trata-se de uma ação simples, sem custos, mas que contribuirá significativamente para tornar os nomes dos compositores de obras musicais muito mais conhecidos do público.
Assim, com a certeza de que esta proposição trará grandes benefícios não apenas para os compositores, mas para toda a indústria cultural brasileira, conclamo o apoio dos Nobres Pares para a sua aprovação.
Sala das Sessões, em de de 2009.
Deputado EDIGAR MÃO BRANCA
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Publicado originalmente em 03/03/2010, em Câmara dos Deputados.
Publicado originalmente em 03/03/2010, em Câmara dos Deputados.
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PROJETO DE LEI Nº DE 2010
(Do Sr. Edigar Mão Branca)
Acrescenta parágrafos ao art. 26, e revoga o § 7 do art. 39, ambos da Lei n9.504, de 30 de setembro de 1997 (Lei das Eleições), para permitir a realização de showmícios nas campanhas eleitorais.
O Congresso Nacional decreta:
Art. 1 Esta Lei acrescenta parágrafos ao art. 26, e revoga o § 7 do art. 39, ambos da Lei n 9.504, de 30 de setembro de 1997 (Lei das Eleições), para permitir a realização de showmícios nas campanhas eleitorais.
Art. 2 O art. 26 da Lei n 9.504, de 1997, passa a vigorar acrescido dos §§ XVIII e XIX, com a seguinte redação:
"Art. 26...
XVIII - produção ou patrocínio de espetáculos ou eventos promocionais de candidatura;
XIX - pagamento de cachê de artistas ou animadores de eventos relacionados com campanha eleitoral. (NR)"
Art. 3 Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 4 Fica revogado o § 7 do art. 39 da Lei n 9.504, de 1997.
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JUSTIFICAÇÃO
O projeto de lei que ora submetemos à consideração dos nossos Pares visa a alterar a Lei das Eleições (Lei n 9.504, de 30 de setembro de 1997), com o objetivo de reintroduzir na legislação eleitoral a permissão para que se realizem os chamados "showmícios" (espetáculos promocionais de candidaturas, durante as campanhas políticas).
A proibição de tais eventos foi operada pela Lei nº 11.300, de 10 de maio de 2006, denominada de "Minirreforma eleitoral", dentre outras providências destinadas a baratear os custos das campanhas.
Entendemos, entretanto, que, adotados os limites máximos de gastos permitidos, deve-se deixar a critério dos partidos a escolha daqueles que lhes pareçam mais adequados.
Desse modo, não haverá quebra do equilíbrio entre as agremiações, mas, apenas, uma flexibilização do tipo de propaganda que cada uma poderá adotar.
Cremos que essa medida contribuirá para uma maior mobilização dos eleitores, abrindo possibilidade para a comemoração da festa cívica das eleições, a exemplo do que se faz nas grandes democracias.
Na certeza de colaborar para o aperfeiçoamento dos nossos costumes políticos, pedimos o apoio dos nobres membros desta Casa para a proposição que apresentamos.
Sala das Sessões, em de de 2010
Deputado EDIGAR MÃO BRANCA
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Publicado originalmente em 10/02/2010, em Câmara dos Deputados.
Publicado originalmente em 10/02/2010, em Câmara dos Deputados.
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Edigar Mão Branca quer corrigir injustiça com compositores de músicas.
A Câmara analisa o Projeto de Lei 6896/10, do deputado Edigar Mão Branca (PV-BA), que obriga as emissoras de rádio a informar aos ouvintes os compositores das músicas executadas em sua programação.
Pela proposta, as empresas que descumprirem a regra estarão sujeitas a multa, sem prejuízo de outras sanções penais aplicáveis. O texto altera a Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/98).
Ostracismo
Segundo Edigar Mão Branca, a indústria cultural transforma os intérpretes em celebridades, enquanto relega os compositores a segundo plano. Na opinião dele, as emissoras de rádio são as maiores responsáveis pelo "ostracismo" dos profissionais que escrevem as canções ou compõem as melodias.
"A falta do devido crédito aos compositores de obras musicais desestimula aqueles que têm talento musical e pretendem seguir essa carreira", argumenta o autor da proposta.
Tramitação
O projeto será analisado de forma conclusiva Rito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário.pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Educação e Cultura; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Reportagem - Marcelo Oliveira
Edição - Newton Araújo
Fonte: Agência Câmara de Notícias
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Publicado originalmente em 25/03/2010, em Câmara dos Deputados.
Publicado originalmente em 25/03/2010, em Câmara dos Deputados.
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Postagem em destaque
Estreia: A Mulher Insetóide, no Centro de Cultura
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