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Finalizada a primeira fase de entrevistas do projeto de pesquisa. Foram 14 conversas riquíssimas, totalizando mais de 20 horas de gravação com algumas das principais figuras da cena rock conquistense. Estas entrevistas entrarão para a dissertação, que será disponibilizada gratuitamente. Para o livro, podcast, documentário e demais projetos junto ao Memória Musical do Sudoeste da Bahia, mais amplos, haverá pelo menos o dobro, começando essa segunda parte apenas em 2021. Caso você queira participar ou tenha alguma dica de possível entrevistado(a), entre em contato. Nunca é demais agradecer a todas essas pessoas pelo tempo, disposição, generosidade e suas histórias interessantíssimas, ainda que não tenham consciência disto. A cultura, a memória e a história pertencem a todos, e nunca chegaram perto de ser exclusividade dos figurões. Basta que haja a vontade de preservar, documentar e disponibilizar para que não caiam no esquecimento. Estamos falando de nós mesmos e da nossa identidade enquanto comunidade, daí a importância de se pesquisar estes temas. Vez em quando postarei algo por aqui e nas redes sociais.

Da esquerda para a direita, de cima para baixo, com até 2 exemplos de atuação cada:

1) Loro Borges (Ladrões de Vinil, Sr. Pokan e Os Tangerinas);
2) Jacqueline Jack (Radialista - O Som da Tribo);
3) Lavus Bittencourt (The Outsiders, Correria Urbana);
4) Paula Babilônia (Produtora - Festa da Babilônia);
5) Niel Costa (Técnico de som, Renegados);
6) Gilmar Dantas (Coletivo Suíça Bahiana, Caso à Parte Eventos);
7) Ruckson Luz (ÑRÜ, 1 em Pé 2 Alados);
8) Rômulo Fonseca (Retilínea, The New Old Jam);
9) José Tanan (Paralips, Black Lis);
10) Weldon Borja (Zé dos Cafés, Weldon França);
11) Kessller (Parrázio, Kessller);
12) Vitor Kamikaze (DP, ACRock);
13) Diego Oliveira (Benjamin, Liatris);
14) Bruno Maia (Sigyn, Menino de Lata).

 

Inside Heatred é um dos destaques do metal da cidade

“A melhor do interior da Bahia”, resume Vitor Quadros, 20, referindo-se à cena de rock de Vitória da Conquista. Vítor faz curso pré-vestibular, é voluntário do Greenpeace, participa de um coletivo em prol dos direitos animais e tem uma banda de punk rock chamada Princípio Ativo. Dia 30 de julho, a banda dele participa do MTV Banda Antes na Estrada, junto com Ardfeto [também Conquista], Rock Rocket, Daniel Belleza & os Corações em Fúria e Ecos Falsos [as três de Sâo Paulo], Faichecleres [Paraná], Zefirina Bomba [Paraíba] e Vanguart [Minas Gerais].

Ele não é o único a achar que o rock de Conquista é o melhor do interior da Bahia. “A cena daqui é uma das melhores do Estado. Existem inúmeras bandas underground, o que faz com que a cidade tenha uma boa representatividade no cenário baiano”, conta Williem da Silva Barreto, 21, estudante de direito na Uesb e baterista da banda de metal Pectus Maculosus.

“As coisas estão acontecendo muito rápido por aqui. As bandas e os promotores de eventos ainda não estão preparados para uma cena mais profissional, mas estamos caminhando para isso”, pondera Nem, 33, vocalista da banda de punk rock Cama de Jornal, um dos grupos mais antigos de Conquista.

Completa - Verdade, a cena de rock em Conquista tem tudo que uma cena deve ter: selo [Tosco Todo], distribuidora [Sempre em Frente], fanzines [Célula Zine e Auto-Gestão], site, programa de rádio [O Som da Tribo, na 96 FM] e loja [Rock Xpress]. “Há muito tempo eu percebi que a internet pode contribuir para a divulgação das bandas independentes. Por isso criei um selo virtual”, explica Nem que também coordena o selo Tosco Todo.

Outra iniciativa importante é o Célula Zine, um fanzine independente com textos, charges e notícias sobre as bandas, distribuidoras da cidade. “Ter um fanzine no interior é interessante. Aqui a maioria das pessoas tem acesso apenas à grande mídia, tendenciosa e burguesa. O fanzine cria um canal alternativo de informação”, conta Lazaro Ribeiro, 24, o editor do Célula Zine que também toca [guitarra] no Cama de Jornal.


Metal da Morte / Iside Hatred se propõe a tocar um Death Metal Brutal, com influência de Headhunter DC, Incantation e Deacapitated. O som é mesmo brutal, a bateria rápida e o vocal gultural, mas parece faltar alguma criatividade nos arranjos.
Ouça:


Velha escola / Cama de Jornal toca um tipo de punk e hardcore anterior à invasão do emo. Letras políticas, melodias simples, guitarras cruas, e com forte influência do Dead Kennedys no vocal. Para quem gosta de Inocentes, Cólera e outras bandas de punk dos anos 80, é uma boa pedida.
Ouça:


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Publicado originalmente em 27/06/2006, em Blog do Dez!


COMENTÁRIOS

1 – 7 de 7
Anônimo Anônimo disse...
valeu danilo, pelo espaço e pela força de mostrar que existe uma cena rocker no interior...só tá faltando as bandas serem chamadas pra tocarem aí em salvador...cama de jornal já teve essa oportunidade, quando tocou aí no palco do rock de piatã, produzido pela ACCRBA. Esperamos por outros convites...e visitem nosso site, baixem mp3, vejam vídeos, fotos de shows, etc...valeu...

3:42 PM
Anônimo Anônimo disse...
Oi,
Tenho a Demo da Inside Hatred http://bertilicia.multiply.com/music/item/139 e da Mictian http://bertilicia.multiply.com/music/item/143
Se quiser, baixa pra ouvir...
Desculpa a invasão, foi Rafael quem me mandou seu link!
o/

7:34 PM
Anônimo Anônimo disse...
É ótimo morar no [b]interior do estado[/b] ([u]cuja capital é conhecida pelo animado e [b]R$co carnaval[/b], além de ser a única cidade lembrada pela maioria dos turistas quando o assunto é BAHIA[/u]) e poder afirmar que temos a melhor cena rocker: pelo quarto ano consecutivo, foi cedido pela Prefeitura Municipal, um espaço para o Palco Pop Rock, conhecido também por [b]Point do Rock[/b], uma das estruturas alternativas no período da Miconquista - que neste ano pareceu ter perdido público, convertidos em "camisetas-pretas", visto a quantidade de pessoas que privilegiaram o nosso espaço, bandas locais e de outras cidade/estados.

Na reportagem não foram citados Autonomia é O Caminho [produzido pelo pessoal da Cama de Jornal, que rendeu três edições e uma coletânea], o Conquista Rock Festival [Dreams Produções], além de festas como o Rock pra Dançar [Caso à Parte Eventos], mas vale a pena ressaltar. ;]

Sempre firme! Sempre em frente!

1:02 AM
Blogger Danilo Fraga disse...
Coloquei os links Carol. Obrigado. Quando à empolgação, calma Paulo. A cena de Salvador hoje em dia é muito boa e grande. Procure saber.

8:45 AM
Anônimo Anônimo disse...
Valeu Danilo!
Qualquer coisa pela cena rock/metal... Tamos aê!
Abraço!

9:08 AM
Anônimo Anônimo disse...
Ah! Espero que não se importe...
http://bertilicia.multiply.com/journal/item/292

9:22 AM
Anônimo Anônimo disse...
muito boa a reportagem,é isso ae,força a galera underground de conquista!!!!!!!!!!!!!

9:04 PM


Hoje a entrevista é com o amigo Nem , vocalista da banda punk rock CAMA DE JORNAL da Vitória da Conquista , Bahia , banda antiga e muito atuante na cena local e nacional. Nem támbem escreceu um livro reentemente contando sobre sua vida e trajetória da banda. Acompanhe ai para conhecer melhor sobre ele e a banda.

Contato com o entrevistado:
toscotodo@hotmail.com


BIOGRAFIA

Inercia de 1998 ao inicio de 2000, contou basicamente com Lucas Lacerda (vocal e guitarra), Tiago Bugatti (bateria) e Tiago Magoo (baixo). 

Com um som mais voltado para o pop tocavam Legião Urbana, Engenheiros, Raimundos, Mamonas Assassinas, Nenhum de Nós, Ultraje a Rigor entre outros. A banda formada por adolescentes de 15 anos não tinha dinheiro nem experiência para fazer grandes coisas, mas a força de vontade e a perseverança marcaram uma época ingênua e de grandes histórias.

O que a memória pode registrar dessa época, já que a maioria dos documentos foram perdidos pelo tempo foi a seguinte história. 

Thiago Magoo e Tiago Bugatti ainda não se conheciam, mas Bugatti já ouvia todos os dias o barulho de uma bateria estridente e descompassada na rua de sua casa, onde passava ao voltar do colégio todas as manhas. Bugatti sabia que aquele som vinha da casa de um companheiro das peladas que frequentemente acontecia no seu bairro. 

Em outubro de 98 Magoo e Bugati, tiveram a oportunidade de conversar. Trocaram idéias sobre diversos temas além da música, que na época já era um universo de grande interesse aos dois. Então veio o convite de tocarem juntos, e para completar a panela foi chamado um vizinho e amigo Rodrigo Dolly. Ensaiaram os primeiros acordes em duas guitarras e uma “bateria” que era composta por um simbal e uma meia lua funcionando como uma caixa clara. As coisas já estavam até evoluindo, pois ninguém esquece a imaginação de Bugatti ao fazer do sofá da sua casa de uma bateria.

Já Magoo tocava bateria em uma banda que Lucas Lacerda aranhava uma velha guitarra. Essa segunda banda ficou só no projeto e Lucas logo foi escalado para cantar e tocar guitarra na futura Inercia. 

Ai já estava formado um grupo que pode se organizar e ensaiar um repertório para os primeiros shows. Mas antes que o fato se consume Dolly sai por descontentamento musical, pois estava interessado em tocar Metallica e se concentrar nos seus estudos. E em seu lugar veio Marcos Túlio. Mesmo que com a desaprovação inicial de Lucas Lacerda, que tinha um ego inflado e queria ser a única guitarra, a formação funcionou bem.

Então foi dentro dessas conturbações que aconteceu o primeiro show.

Tudo já foi organizado por Magoo, o primeiro show seria na associação de moradores da Urbis I num sábado, dia 10 de algum mês no fim do ano de 98. O show estava marcado para as 19 horas e o cartaz em preto e branco anunciava o seguinte intuído “vamos fazer com que o rock and roll ocupe seu espaço!”. Não seria uma meta muito grande para quatro garotos sem dinheiro no bolso? Então veio o show, que foi uma experiência inesquecível para os quatro mosqueteiros. Tocando já as suas primeiras canções para um grupo de punks e patrícias, conseguiram sobreviver.

Daí veio uma temporada de show no modelo que entre as loucuras das Vodkas escondidas na mochila dos amigos e as menininhas, esse grupo foi percebendo que o seu som não era tão bom quanto à adrenalida dos shows mostrava. E foi com essa percepção que Marcos Túlio saiu da banda alegando o motivo deste ser um som fraco e que o seu potencial estava sendo desperdiçado ali, onde apenas fazia o feijão com arroz para Lucas fazer solos.

A banda abalada com as mudanças continuou e acreditando que o espírito ainda podia ir adiante entraram em 99. 

Foi nesse ano que aconteceu um show frustrante na Feira IST onde no fim do dia os três só puderam sentar e rir. No Ultra Som I os nossos personagens se sentiram desvalorizados com um terceiro lugar. Pois sabiam que não eram grandes músicos, mas a crença de dar passos maiores os alimentava. Ai veio o Projeto primavera realizada pela TV sudoeste que serviu de link para o maior show dessa geração da Inercia, o Projeto Por do Sol que também foi arquitetado pela mesma emissora. Nessa altura os nossos heróis tocaram para um publico de perder de vista. Esse foi o auge e o declínio da banda, conseguiram alcançar muito, mas ainda pouco para o que sonhavam. No primeiro semestre de 2000 cada integrante já estava fascinado por tipos de músicas diferentes, e de difícil relação para eles. Já não encontravam muitos pontos que os unia musicalmente. Ainda eram amigos, mas cada um naturalmente acabou tomando rumos diferentes. 

Foi ai que Lucas convidou um amigo que se propôs a ajudá-los, atitude raramente vista pelos membros da banda, e após alguns ensaios começou a substituir Lucas nos vocais. Assim Lucas poderia ter mais liberdade para ter o desenvolvimento desejado na guitarra. E foi a partir daí que Bugatti e Magoo resolveram tomar outros rumos na suas vidas abandonando a banda.

Parte II

O recomeço aconteceu no segundo semestre de 2000 quando Robson Falcão se propôs junto com Lucas Lacerda a reviver a banda. Robson com a sua mente perfeccionista já propunha outra visão para a banda. Vindo de um universo que transitava entre o Rock and roll, o pop, o Rap e bandas ao qual só ele sabia falar influenciou a banda a tomar outros horizontes.

Robson logo indicou Kleyton para o posto de baterista, mesmo que esse não soubesse nem a que instrumento foi designado, aceitou. Ficaram mais algum messes procurando um baixista. Trocando de baixista varias vezes. Entre eles tocaram na Inercia: Fernando, Daniel, Zéu e Victor tendo o ultimo até tocando do Ultrason I com a banda. Esses foram os personagens que rapidamente passaram por essa história. Ate que em um festival de Rock conheceram Arilson que iria perdurar por muito tempo na banda..

Então com esse grupo sólido medidas emergenciais forma tomadas, Robson e Lucas perceberam que a banda precisava melhorar não só tecnicamente, mas amadurecer emocionalmente e musicalmente. Então partiram para algumas empreitadas. 

Aulas de música foram providenciadas, estudos em grupo no primeiro estúdio de Robson foram arquitetados, parcerias foram realizadas, daí veio ao mundo o primeiro site da Inercia, um site ainda bem amador. Tudo que a mente desses dois foram capazes de pensar foi providenciado. Um show marcante nessa época foi a Festa da Babilônia, que foi um aniversario de uma futura amiga da banda.

Contando com o apoio de Gilberto Som foi realizado o primeiro demo ainda em 2000. Esse não passou de uma experiência para o grupo. Logo foi esquecido e deixado de lado após poderem apreciar o resultado. 

Esse registro mostrou o quantos necessitavam crescer. A partir dessas metas o grupo começou a pressionar uns aos outros. As brigas estavam se tornaram semanais, ate que Kleyton não resistindo à pressão deixou a banda já no primeiro semestre em 2001.

Foi então ai que apareceu Luciano Shanel que as vésperas do Agosto de Rock I, foi convocado para a banda ainda em Agosto de 2001 após três semanas de teste. Esse já havia tocado em outras três bandas inclusive na Contramão, banda formada por dois ex-integrantes da Inércia.

Então estava estruturado o que seria a ultima real formação da Inércia. 

Foi essa formação que possibilitou ao grupo visualizar um demo realmente oficial. Daí veio o Niaco, demo gravado e produzido pelos próprios membros da banda, usando softwares e tecnologia analógica foi feita gravações com ajuda de amigos e o super esforço da banda. 

Após essa experiência sentiram a necessidade de um site para maior alcance na divulgação. Foi ai que Robson entrou, construindo um site bem elaborado com objetivos bem solidificados.

Robson estava cursando Administração e à visão do grupo mudou fortemente. Perceberam a necessidade de inovar na forma de divulgar o seu material. E foi dessas inovações que conseguiram alcançar lugares por antes nunca navegados.

Então veio o Ultra-som III que para a banda já tinha virado uma tradição. Mostraram ai o que tinham aprendido durante toda a sua trajetória. 

À vontade e a perseverança desse grupo os levaram a tocar ate em outras cidades, fatos inéditos para todos da banda. Passaram por Brumado, Cordeiros e Poções. A empolgação e alegria em estar conquistando espaços, estar viajando com a banda, fez com que a banda inflasse. Começaram então a se sentir melhor que outras bandas da cidade. Naturalmente com essa postura conquistaram o desprezo e inimizades das demais bandas e produtores de Vitória da conquista. Não conseguindo conquistar o seu espaço no Agosto de Rock II. Abandonados por um longo tempo pela cena local acreditaram na união do grupo. Estudos e ensaios estafantes movido por brigas e desentendimentos fizeram com que a banda expulsasse Arilson em julho de 2002. O grupo alegou que esse não mostrava interesse na banda, pois não se dedicava à música, e tinha uma personalidade retraída. 

Então Robson e Lucas pensaram em procurar alguém dessa vez com personalidade forte e dedicação. Foi ai que acharam Vagner, que os impressionou justamente por ter as características que eles estavam procurando. Mas esse baixista de nenhuma experiência não se atrelou ao grupo com facilidade. Envolvido por problemas pessoais não pensou na banda como uma família e constantemente estranhava o grupo já com as suas funções já bem definidas. Lucas passou a ter sessões quase que diárias para ensinar Vagner a tocar baixo, se aproximando muito deste.

O novo membro tinha opiniões negativas sobre a banda, assim como todos de fora. O grupo então passou a ser alvos de criticas não só fora da banda, mas também dentro.

Lucas já com objetivos de mudar de Vitória da conquista, por pouco acreditar que ali conseguiria conquistar seus objetivos e pela forte amizade que travou com o novo membro critico da banda saiu após uma breve reunião. 

Em agosto de 2002 a Inercia então deu fim a sua história.


(texto fornecido em 20/11/2020 por Lucas Rinor)


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Todos os textos neste site estão em constante atualização.

"Para quem não pôde ir ao nosso show de lançamento do EP "Acendam as Luzes", uma amostra do que rolou por lá.

Grato a todos os presentes, que embelezaram por de mais aquele teatro com fervor e alegria... e também aos organizadores do evento, que sem eles nada disso teria acontecido. Festa lindíssima ao lado dos grandes
Ladrões De Vinil Banda
e Princípio Ativo.
Gratidão ao nosso parceiro e amigo
Driuzão Zão
pela força e pelo belo registro fotográfico e audiovisual. Valeu, Driuzão!!
Queremos agradecer também a todos que, de alguma forma, fazem o movimento cultural dessa nossa Suiça Baiana circular de maneira intensa!
Grande abraço e até a próxima!
"Filhos do Sol", por Randômicos.
Composição: Tales Dourado.
Imagens: Driuzão.
Banda: Linauro Neto - Baixo,
Raoni Botelho
- Bateria,
Tales Dourado
- Voz/Guitarra."




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Publicado originalmente em 23/11/2016, no Facebook.

 

"Inercia, o Movimento, Documentário. Produzido por Enrique Fynn e Lucas Lacerda, Casa De Horror Estúdios, este documentário mostra a trajetória de uma banda de Vitória da Conquista (interior da Bahia) e como a Inercia influenciou todo o movimento do Rock em Conquista. 

'Ótima produção, roteiro e edição' _ Gazeta Conquistense 

Para ver vídeos com uma melhor qualidade enviamos o filme que você desejar em CD ou DVD, apenas escreva para o email: casadehorror@gmail.com Casa De Horror Estúdios" 

(Descrição original - 30/01/2007)

DE GRAÇA NA PRAÇA!

Finalmente o show oficial de estreia da banda country The Outsiders! Projeto este que ficou engavetado por anos, batemos a poeira, calçamos as botas e com o violão e guitarra nas mãos vamos apresentar o verdadeiro country outlaw na 8ª feira de flores de Holambra. Influenciados por grandes nomes do gênero como Buck Owens, Johnny Cash, Hank Williams, Cowboy Jack Clement, Jimmie Rodgers, Johnny Trouble, Railbenders, Willie Nelson, Waylon Jennings, Kris Kristofferson, Bill Monroe, Ed Bruce e tantas outras lendas. Tire o vovô da poltrona que até ele vai curtir, não percam!

FORMAÇÃO:

Bruno Greaser - Voz & Violão
Lavus Bitencourt - Voz ¨& Guitarra
Loro Borges - Baixo
Ed Goma - Bateria

Sábado, 7 de novembro de 2015 às 19:00 UTC-03
Praça do Gil- VDC

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Publicado originalmente em novembro de 2015, no Facebook.




Postagem em destaque

Estado da Pesquisa - #001

  Finalizada a primeira fase de entrevistas do projeto de pesquisa. Foram 14 conversas riquíssimas, totalizando mais de 20 horas de gravação...

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