O envelhecimento é uma realidade para todas as pessoas e promover um processo saudável nessa etapa da vida tem se tornado uma pauta cada vez mais presente nas discussões sociais e científicas. Dentre os diversos cuidados com o corpo físico, é fundamental dedicar atenção também à saúde mental dos idosos, especialmente no Brasil, onde 13% da população entre os 60 e 64 anos de idade sofre com a depressão, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Nesse contexto, torna-se necessária a busca por estratégias que contribuam para a promoção do bem-estar e da saúde mental dos idosos, e que não estejam restritas, necessariamente, ao uso de medicamentos. Pensando nisso, Hanna Pinheiro Vieira Sales, estudante de Enfermagem da Uesb, encontrou na música uma importante aliança nesse processo de combate à depressão em idosos.
Melhorias identificadas – Em seu estudo, Hanna chama a atenção para a necessidade de diferenciar aspectos naturais do envelhecimento que podem ser confundidos com sintomas depressivos. A partir das suas análises, a pesquisadora comprovou que a música pode ter uma relação direta na promoção do bem-estar.
Melhoria na autoestima, redução dos sintomas depressivos e maior sociabilização são efeitos positivos proporcionados pela inclusão da música e das intervenções musicoterapêuticas nos cuidados com a terceira idade. Além da prevenção, a música também se mostrou benéfica para idosos que já enfrentam alguma batalha, como tratamentos oncológicos ou a demência.
Indo além da saúde mental e beneficiando também o lado físico, o recurso musical tem sido utilizado como estratégia de enfrentamento do estresse e da dor, especialmente em pacientes em tratamento contra algum tipo de câncer. Outro ponto relevante é a inserção de atividades coletivas que envolvem música e movimento, como grupos musicais e a capoterapia (prática inspirada na capoeira), que estimulam o exercício físico, desenvolvimento de habilidades e senso de pertencimento.
Com foco no envelhecimento ativo, Hanna Pinheiro destaca a música como aliada do bem-estar |
Os resultados da pesquisa foram obtidos pelo Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da Hanna, intitulado “Música na promoção do bem-estar e prevenção de sintomas” e com orientação da professora Alba Benemérita. O estudo propõe uma revisão de obras científicas já publicadas sobre o tema, com a metodologia dividida em seis etapas.
Para Hanna, o uso da música deve ser algo presente nos cuidados à terceira idade. “Um dos maiores benefícios é fomentar o envelhecimento ativo, que é um dos principais focos da política de atenção à pessoa idosa”, afirma. Assim, mais do que uma alternativa complementar, a música se revela, cada vez mais, como um recurso sensível, acessível e profundamente humano no cuidado com a pessoa idosa.
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Publicado originalmente em UESB.
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OS FESTIVAIS DE INVERNO - FIGURAS de CONQUISTA - BAHIA
De vez em quando recebo cartas de ex participantes do Festival de Inverno da Bahia. Esta carta, aliada às noticias que correm por aí de que alguns produtores de cultura aproveitam as oportunidades poucas que se lhes apresentam para falar mal do FIB ou do seu idealizador, animaram-me a contar algumas coisas que ocorreram desde o I FIB cm 1984.
Para a realização do I FIB, mandamos confeccionar os cartazes e os regulamentos no Rio de janeiro, onde iniciamos o trabalho de marketing valendo-nos das amizades de Moacir de Andrade (então gerente comercial da TV Globo-Rio). Antonio Jorge Aude Fernandes e da nossa experiência no
setor musical.
Conseguimos chamadas gratuitas, a nível nacional no programa TV Mulher, estrelado por Marília Gabriela, na Rede Globo. Conseguimos noticiar em todos os jornais do Rio de Janeiro: Globo, Jornal do Brasil, O Dia e nos jornais de São Paulo O Estadão, e a Folha, além das emissoras de TV cariocas, paulistas e baianas e emissoras de rádio de quase todos os estados. No Rio de Janeiro fomos pessoalmente à Rádio Nacional, Rádio Globo e recebemos a ajuda importante do “Amigo da Madrugada” o grande Adelzon Alves, entre tantos outros.
No plano técnico com o auxílio de Dércio Marques, contratamos o maestro Zé Gomes e urna pléiade de músicos de grande nível que hospedamos por nossa conta em hotéis da cidade durante 35 dias. Também contratamos para shows os artistas Taiguara, Paulo Diniz, Dominguinhos, Saulo Laranjeira, Doroty Marques. Dércio Marques., etc.
Realizamos o I FIB em dois finais de semana corridos. O prejuízo financeiro foi muito grande pois todos os shows deram prejuízo; uns menos, outros mais. Encerrado o evento, uma apoteose, declarado vencedor o grande compositor Jatobá - autor de Matança e outros grandes títulos da MPB, o primeiro protesto de segmentos políticos locais com uma retirada histórica das arquibancadas do ginásio de esportes, a uma e meia da madrugada nos deu uma pequena mostra da aridez do terreno em que estávamos semeando.
O prejuízo chegou aos 21 milhões de cruzeiros, obrigando-nos a vender às pressas, um apartamento que tínhamos na rua Araújo Pinho, no Canela, em Salvador. Vendemos o apartamento por 40 milhões, recebendo 25 milhões na permuta que fizemos por outro apartamento no conjunto dos Bancários. O nosso prejuízo total do I FIB foi de 41 mil dólares americanos.
Na realidade, a preço de hoje, perdemos cerca de 150 mil reais, uma pequena fortuna, representando a perda de anos de trabalho e economia.
Apesar do prejuízo de 1984 realizamos o II FIB em 1985, ainda no ginásio de esportes.
Não poderia esquecer de registrar o apoio que recebemos do prefeito José Pedral, do vice-refeito Hélio Ribeiro e de alguns empresários locais para diminuir as nossas preocupações financeiras. Nos demais FIBs contamos com a ajuda da prefeitura de Conquista - através de Hélio Ribeiro, como contamos a nível estadual com a ajuda do Governo do Estado, do deputado Leõnidas Cardoso. Os empresários Marivaldo Rodrigues, Antonio Roberto Cairo, Edson Mota, Roberto Calazans, Pedro Morais Filho, Chico Silveira, Jesus Gomes dos Santos. Haroldo Gusmào, Alicio Gonçalves, Cristovam Khoury, Iran Gusmão, etc.
No plano técnico, contamos com importante ajuda de homens e mulheres ligados às artes pontificando a participação do poeta Carlos Nápoli, das professoras de música Norma Guimarães e Otadísia Sampaio, da imprensa que deu total cobertura aos FIBs.
Realizamos dez edições do FIB, já com a experiência dos anteriores, daí em diante os prejuízos passaram à pequena monta, não chegando a comprometer flsica ou financeiramente o idealizador.
TAIGUARA, O GRANDE VILÃO
Conheci o Taiguara no Rio de janeiro. Na oportunidade, havia tentado contratar Xangai para abrir o I FIB, mas por questão de preço não conseguimos realizar o nosso intento. Xangai pediu 2 milhões e ainda exigiu 4 passagens ida e volta de avião Rio-Ilhéus-Rio. Paulo Diniz veio cantar por 1,2 milhões de cruzeiros mais passagem de leito Rio-Conquista-Rio e hospedagem. Dominguinhos veio por 1 milhão mais hospedagem.
Voltando a Taiguara, na impossibilidade de abrir o I FIB com Xangai, fiz um contato com Taiguara, considerado o símbolo dos antigos festivais, desde os tempos da Record. Contrato firmado, no dia aprazado, Taiguara chegou, por volta das 19 horas, com dois músicos. Logo no terminal Rodoviário tivemos o primeiro atrito. Ele exigia o pagamento de metade do contrato em dinheiro, ali mesmo. Ameaçou voltar para o Rio, mas depois resolveu ir para o hotel. Uma platéia de apenas 200 pessoas quis enfrentar o frio de 8 graus para ouvir aquele que foi o maior ídolo da nossa MPB. Lá para as 22 horas Taiguara ameaçava não subir ao palco para cantar.
Mandei chamar o vice-prefeito Hélio Ribeiro que estava na platéia e coloquei-o a par da situação. Caso Taiguara não subisse ao palco precisaria do apoio policial para manter a ordem. E o cantor fora avisado de que teria de comparecer à delegacia de policia, caso não cumprisse com o seu dever. Nosso receio era a platéia depredar o ginásio. Finalmente Hélio Ribeiro convenceu Taiguara a cantar.
Confesso que esta foi a minha primeira grande decepção. Não tive condições de assistir ao show. Permaneci nos bastidores do ginásio, por trás do palco. Não seria necessário expressar aqui como me sentia depois de tanta palhaçada de Taiguara. Não havia estado de espírito que resistisse. Na verdade, o impasse se deu porque êle cobrira o cenário do Show com uma bandeira nacional rota, colada na parede. Logo que cheguei ao ginásio, avisado, tratei de mandar retirar a bandeira e aí iniciou-se o conflito. Durante o show Taiguara ensaiou um discurso político mas o público não gostou e vaiou, aí êle se mancou e dedilhou o piano. Havia começado ali, o maior evento cultural jamais realizado em Vitória da Conquista...
Ricardo De Benedictis
Enviado por Ricardo De Benedictis em 21/09/2005
Reeditado em 01/05/2006
Código do texto: T52371
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Publicado originalmente em Recanto das Letras.
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Lançada neste 15 de janeiro, a música é uma colaboração bem elaborada, mas de caráter popular, entre o cantautor/pesquisador Ricardo Marques e o mestre multi-instrumentista Luiz Caldas. Ailton Krenak e Jonas Samaúma são peças cruciais deste manifesto musical em favor da saúde planetária

Matheus Luzi
No despertar de 2026, quando os ecos das discussões globais da COP30 ainda reverberam, surge uma obra que se recusa a deixar o tema da sobrevivência ambiental esfriar. No dia 15 de janeiro, chegou às plataformas digitais o single “Injustiça Climática”, uma colaboração monumental liderada pelo cantautor e pesquisador Ricardo Marques e o mestre multi-instrumentista Luiz Caldas, com as participações fundamentais de Ailton Krenak e Jonas Samaúma. Mais que uma canção, a faixa é um manifesto sonoro que questiona o modelo de consumo atual e reafirma a urgência de nos entendermos como parte indissociável da natureza.
A obra nasce de um encontro inusitado, mas profundamente necessário, entre diferentes brasis. De um lado, Ricardo Marques, mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente e grande conhecedor das questões de sustentabilidade; de outro, Luiz Caldas, um ícone da música popular brasileira que, nos últimos anos, tem reafirmado sua maestria nos gêneros de raiz, com indicações consecutivas ao Grammy Latino. A esse diálogo somam-se as vozes de Ailton Krenak, que dispensa comentários: filósofo, escritor e o primeiro indígena a ocupar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras; e do poeta Jonas Samaúma, cujas trajetórias são dedicadas à defesa dos povos originários e à preservação da vida.
Musicalmente, “Injustiça Climática” é uma jornada sensorial que transita entre a sofisticação do instrumental clássico e a força telúrica dos elementos indígenas. A sonoridade evoca a profundidade de Elomar Figueira e Xangai, misturando o rigor do violoncelo do Maestro João Omar à percussão de Emílio Bazé, criando uma atmosfera que remete aos rezos xamânicos e à força da canção de protesto de nomes como Chico César e Geraldo Azevedo. É uma peça onde a técnica apurada serve à mensagem, e o arranjo orgânico convida à reflexão profunda.
A letra, composta por Krenak, Samaúma e Rodrigo Quintela, é um alerta contundente sobre as fissuras do sistema atual. Ao cantar que “O amanhã não está à venda” e que “Estamos na mesma canoa”, os artistas lembram que a natureza não é mercadoria, mas nossa própria essência. A faixa faz referência direta aos desastres climáticos recentes e à “confusão” do tempo, onde o ciclo natural é atropelado pela máquina do lucro. É um grito de resistência que busca transformar a angústia da emergência climática em “bombas de poesia”, como definem os próprios artistas.
Para Ricardo, este lançamento marca um posicionamento crucial em sua trajetória como cantautor. A escolha de lançar a canção logo após a COP30 sublinha o compromisso do grupo em manter o debate vivo: a sustentabilidade não pode ser um evento sazonal, mas uma prática constante e uma mudança de paradigma mental.
“Injustiça Climática” é o primeiro passo de um projeto maior: um álbum previsto para o primeiro semestre de 2026, focado em temas reflexivos e na defesa dos direitos indígenas. O encontro entre poetas, um ícone popular e pesquisadores resulta em uma obra que desafia classificações de gênero, buscando, acima de tudo, sensibilizar o ouvinte para a ideia de que “sem a natureza, vamos acabar”.
Letra
“INJUSTIÇA CLIMÁTICA” (Jonas Samaúma- Ailton Krenak – Rodrigo Quintela)
Kopenawa avisou será que ninguém ouviu
O dia não veio azul e no rio grande do sul
De repente o céu caiu
A terra é nossa mãe e não mercadoria
O tempo está confuso o galo acorda meio dia
O amanhã não está à venda é preciso que se entenda
Pra sairmos dessa fria
Estamos na mesma canoa quem percebe ela afundar
A vida é só na terra não existe outro lugar
A conjuntura é dramática a injustiça é climática
Somos todos natureza sem ela vamos acabar
Somos todos natureza sem ela vamos acabar
Somos todos natureza sem ela vamos acabar
Somos todos natureza sem ela vamos acabar
Ficha Técnica
Injustiça Climática
Compositores: Ailton Krenak, Jonas Samaúma e Rodrigo Quintela
Cantam: Ricardo Marques e Luiz Caldas
Participação especial: Ailton Krenak e Jonas Samaúma
Violões – Clériston Cavalcante
Violoncelo – Maestro João Omar
Percussões – Emílio Bazé
Técnicos de áudio – Luciano PP, Pejota e Abnner Keys
Produção musical – Nagib Barroso
Siga os artistas e fique de olho nos próximos lançamentos
Instagram: Ricardo Marques – Luiz Caldas – Ailton Krenak – Jonas Samaúma
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Publicado originalmente em 15/01/2026, em Revista Arte Brasileira.
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Matheus Luzi
No despertar de 2026, quando os ecos das discussões globais da COP30 ainda reverberam, surge uma obra que se recusa a deixar o tema da sobrevivência ambiental esfriar. No dia 15 de janeiro, chegou às plataformas digitais o single “Injustiça Climática”, uma colaboração monumental liderada pelo cantautor e pesquisador Ricardo Marques e o mestre multi-instrumentista Luiz Caldas, com as participações fundamentais de Ailton Krenak e Jonas Samaúma. Mais que uma canção, a faixa é um manifesto sonoro que questiona o modelo de consumo atual e reafirma a urgência de nos entendermos como parte indissociável da natureza.
A obra nasce de um encontro inusitado, mas profundamente necessário, entre diferentes brasis. De um lado, Ricardo Marques, mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente e grande conhecedor das questões de sustentabilidade; de outro, Luiz Caldas, um ícone da música popular brasileira que, nos últimos anos, tem reafirmado sua maestria nos gêneros de raiz, com indicações consecutivas ao Grammy Latino. A esse diálogo somam-se as vozes de Ailton Krenak, que dispensa comentários: filósofo, escritor e o primeiro indígena a ocupar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras; e do poeta Jonas Samaúma, cujas trajetórias são dedicadas à defesa dos povos originários e à preservação da vida.
Musicalmente, “Injustiça Climática” é uma jornada sensorial que transita entre a sofisticação do instrumental clássico e a força telúrica dos elementos indígenas. A sonoridade evoca a profundidade de Elomar Figueira e Xangai, misturando o rigor do violoncelo do Maestro João Omar à percussão de Emílio Bazé, criando uma atmosfera que remete aos rezos xamânicos e à força da canção de protesto de nomes como Chico César e Geraldo Azevedo. É uma peça onde a técnica apurada serve à mensagem, e o arranjo orgânico convida à reflexão profunda.
A letra, composta por Krenak, Samaúma e Rodrigo Quintela, é um alerta contundente sobre as fissuras do sistema atual. Ao cantar que “O amanhã não está à venda” e que “Estamos na mesma canoa”, os artistas lembram que a natureza não é mercadoria, mas nossa própria essência. A faixa faz referência direta aos desastres climáticos recentes e à “confusão” do tempo, onde o ciclo natural é atropelado pela máquina do lucro. É um grito de resistência que busca transformar a angústia da emergência climática em “bombas de poesia”, como definem os próprios artistas.
Para Ricardo, este lançamento marca um posicionamento crucial em sua trajetória como cantautor. A escolha de lançar a canção logo após a COP30 sublinha o compromisso do grupo em manter o debate vivo: a sustentabilidade não pode ser um evento sazonal, mas uma prática constante e uma mudança de paradigma mental.
“Injustiça Climática” é o primeiro passo de um projeto maior: um álbum previsto para o primeiro semestre de 2026, focado em temas reflexivos e na defesa dos direitos indígenas. O encontro entre poetas, um ícone popular e pesquisadores resulta em uma obra que desafia classificações de gênero, buscando, acima de tudo, sensibilizar o ouvinte para a ideia de que “sem a natureza, vamos acabar”.
Letra
“INJUSTIÇA CLIMÁTICA” (Jonas Samaúma- Ailton Krenak – Rodrigo Quintela)
Kopenawa avisou será que ninguém ouviu
O dia não veio azul e no rio grande do sul
De repente o céu caiu
A terra é nossa mãe e não mercadoria
O tempo está confuso o galo acorda meio dia
O amanhã não está à venda é preciso que se entenda
Pra sairmos dessa fria
Estamos na mesma canoa quem percebe ela afundar
A vida é só na terra não existe outro lugar
A conjuntura é dramática a injustiça é climática
Somos todos natureza sem ela vamos acabar
Somos todos natureza sem ela vamos acabar
Somos todos natureza sem ela vamos acabar
Somos todos natureza sem ela vamos acabar
Ficha Técnica
Injustiça Climática
Compositores: Ailton Krenak, Jonas Samaúma e Rodrigo Quintela
Cantam: Ricardo Marques e Luiz Caldas
Participação especial: Ailton Krenak e Jonas Samaúma
Violões – Clériston Cavalcante
Violoncelo – Maestro João Omar
Percussões – Emílio Bazé
Técnicos de áudio – Luciano PP, Pejota e Abnner Keys
Produção musical – Nagib Barroso
Siga os artistas e fique de olho nos próximos lançamentos
Instagram: Ricardo Marques – Luiz Caldas – Ailton Krenak – Jonas Samaúma
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Publicado originalmente em 15/01/2026, em Revista Arte Brasileira.
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Matéria da TV UESB sobre "Nosso Som" e "Som do Mundo", novos programas da UESB FM, incluindo entrevista com a estudante de jornalismo Iasmin Araujo e o músico, historiador e radialista Plácido Oliveira.
Veiculada originalmente em https://www.youtube.com/live/LBpPl9ILc0I?si=hw5yPXXFWwxTi6aX
Check this out.
I was in the process of recording an Album of 12 songs.
When it came to laying down the vocals it didn´t come out as smooth as i expexted it to be.
So I kept it as guides and referenes for a better recording later on.
I shared these recordings with some friends, asking them for their feedbacks.
To my surprise their responses were all favorably positive, I thought to myself, they´re just trying to make me happy, I will do these recordings and mixes again.
Guess what?
If my friends were just trying to make me happy, I will try to make them happy by keeping what I´ve done so far, to me that´s all that matters.
My ego whispers something to my ears, like, come on man, with the aid of AI which is now available everywhere you could make these songs, your own voice and mixes a killer.
But I´d rather hear my friends out and keep even what appears to be an unfanished product than to read out commennts that my work was done by some artificial inteligence.
Hopefully someday when people come back to their senses someone may listen to these songs and see the real soul behind these sounds and not just machines while AI is available right now as I speak.
This is the reason why that I am now sharing with you all, this raw album:
That Shore-Album
YouTube Channel:
Jayvee Viana
Dê uma olhada nisso.
Eu estava no processo de gravar um álbum de 12 músicas. Quando chegou a hora de gravar os vocais, o resultado não foi tão fluido quanto eu esperava. Por isso, guardei as gravações apenas como guias e referências para uma gravação melhor futuramente.
Compartilhei essas gravações com alguns amigos, pedindo o feedback deles. Para minha surpresa, as respostas foram todas favoráveis e positivas. Pensei comigo mesmo: "Eles só estão tentando me agradar, vou regravar e mixar tudo de novo".
Mas adivinhem? Se meus amigos estavam apenas tentando me fazer feliz, eu vou tentar fazê-los felizes mantendo o que fiz até agora; para mim, isso é tudo o que importa.
Meu ego sussurra nos meus ouvidos algo como: "Qual é, cara, com a ajuda da IA que agora está disponível em todo lugar, você poderia transformar essas músicas, sua voz e suas mixagens em algo matador". Mas prefiro ouvir meus amigos e manter o que parece ser um produto inacabado do que ler comentários dizendo que meu trabalho foi feito por uma inteligência artificial.
Espero que algum dia, quando as pessoas recuperarem o bom senso, alguém possa ouvir essas músicas e ver a alma real por trás desses sons, e não apenas máquinas — mesmo com a IA disponível agora enquanto falo.
Esta é a razão pela qual estou compartilhando com todos vocês, agora, este álbum bruto:
That Shore-Album Canal no YouTube:
Jayvee Viana
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Publicado originalmente em 14/12/2025, em Facebook.
Publicado originalmente em 14/12/2025, em Facebook.
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Acesso à íntegra do artigo
Resumo
Este estudo analisa o impacto do rádio público na divulgação e preservação da música independente em Vitória da Conquista-BA, investigando as dificuldades enfrentadas pelos historiadores locais em relação às fontes de pesquisa, enfatizando a relevância da entrevista radiofônica como um dos principais meios de exposição dos artistas à comunidade. A análise das emissoras UESB FM e Rádio Câmara revela a inexistência de acervos digitais organizados, comprometendo a memória musical da região. Como resposta, o projeto independente Memória Musical do Sudoeste da Bahia, através do subprojeto Acervo de Entrevistas @memoriasudoeste, foi criado para registrar, catalogar e disponibilizar entrevistas de músicos locais. A metodologia adotada envolve pesquisa documental, entrevistas radiofônicas e de história oral. Conclui-se que a falta de preservação institucional reforça a necessidade de iniciativas independentes para a preservação da história musical regional e a ampliação da acessibilidade a esses registros.Plácido Oliveira Mendes
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
Felipe Eduardo Ferreira Marta
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
https://orcid.org/0000-0002-0501-4298
DOI: https://doi.org/10.14393/RCS-v14n1-2025-77252
Palavras-chave: radiojornalismo, Música independente, História oral, Acervos documentais
Felipe Eduardo Ferreira Marta, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
Doutorado em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Pós-doutorado junto à University of Nebraska Medical Center (UNMC), USA. Pós-doutorado junto à Virginia Polytechnic Institute and State University (Virginia Tech) USA. Professor Pleno do Departamento de Ciências Naturais da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) atuando como docente no Programa de Pós-Graduação em Memória: Linguagem e Sociedade. Docente no curso de licenciatura em Educação Física da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC).
Referências
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APRESENTAÇÃO. Memória Musical do Sudoeste da Bahia. 11 fev. 2025. Disponível em: https://memoria.distintivoblue.com/p/apresentacao_20.html. Acesso em: 25 fev. 2025.
BARBEIRO, Heródoto; LIMA, Paulo Rodolfo de. Manual de radiojornalismo: produção, ética e internet. 2. ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
CUNHA, Mágda. O tempo do radiojornalismo: a reflexão em um contexto digital. Estudos em Jornalismo e Mídia, Vol. I Nº 1 – 1º semestre de 2004. p. 10-19.
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DINO. Rádio se mantém forte como meio de mídia, aponta pesquisa. Valor Econômico. 08/05/2023. Disponível em: https://valor.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2023/05/08/radio-se-mantem-forte-como-meio-de-midia-aponta-pesquisa.ghtml. Acesso em: 25 fev. 2025.
LE GOFF, Jacques. História & memória. 7. ed. rev. Campinas: Unicamp, 2013.
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MEMÓRIA Musical do Sudoeste da Bahia [zine] - Vol. II, N 03 - Dezembro de 2024. Disponível em: https://memoria.distintivoblue.com/2024/12/memoriasudoeste003.html. Acesso em: 25 fev. 2025.
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NO AR: Solenidade marca inauguração da Rádio Câmara 90.3 FM. Câmara de Vitória da Conquista. 30/01/2023. Disponível em: https://camaravc.ba.gov.br/home/noticia/33444/no-ar-solenidade-marca-inauguracao-da-radio-camara-903-fm. Acesso em: 13 fev. 2025.
PORTELLI, Alessandro. História oral como arte da escuta. São Paulo: Letra e Voz, 2016.
RÁDIO Câmara 90.3 entra no ar em período experimental. Câmara de Vitória da Conquista. 07/10/2022. Disponível em: https://camaravc.ba.gov.br/home/noticia/33414/radio-camara-903-entra-no-ar-em-periodo-experimental. Acesso em: 13 fev. 2025.
RÁDIO Câmara 90.3 FM estreia novos programas locais; saiba quais são. Câmara de Vitória da Conquista. 30/01/2023. Disponível em: https://camaravc.ba.gov.br/home/noticia/33612/radio-camara-903-fm-estreia-novos-programas-locais-saiba-quais-sao. Acesso em: 13 fev. 2025.
SILVA, Juliana; MORAES, Patrick. 10 fatos para lembrar e celebrar os 10 anos da UESB FM. Notícias. UESB. 5 de março de 2020. Disponível em: https://www.uesb.br/noticias/10-fatos-para-lembrar-e-celebrar-os-10-anos-da-uesb-fm/. Acesso em: 13 fev. 2025.
SOBRE nós. Rádio UP 100.1 FM - Vitória da Conquista. Disponível em: https://www.radioupconquista.com.br/sobre-nos. Acesso em: 25 fev. 2025.
TV UESB e UESB FM lançam seu primeiro site. Notícias. UESB. 12 de março de 2019. Disponível em: https://www.uesb.br/noticias/tv-uesb-e-uesb-fm-lancam-seu-primeiro-site/. Acesso em: 13 fev. 2025.
VITÓRIA da Conquista. Cidades@. IBGE. 2023. Disponível em:
https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ba/vitoria-da-conquista/panorama. Acesso em: 25 fev. 2025.
DOI: https://doi.org/10.14393/RCS-v14n1-2025-77252
Palavras-chave: radiojornalismo, Música independente, História oral, Acervos documentais
Biografia do Autores
Plácido Oliveira Mendes, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
Mestre e Doutorando em Memória: Linguagem e Sociedade; Licenciado em História e Bacharelando em Direito pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES. Idealizador do Projeto Memória Musical do Sudoeste da Bahia (independente). Músico e produtor musical independente (Distintivo Blue).
Mestre e Doutorando em Memória: Linguagem e Sociedade; Licenciado em História e Bacharelando em Direito pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES. Idealizador do Projeto Memória Musical do Sudoeste da Bahia (independente). Músico e produtor musical independente (Distintivo Blue).
Felipe Eduardo Ferreira Marta, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
Doutorado em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Pós-doutorado junto à University of Nebraska Medical Center (UNMC), USA. Pós-doutorado junto à Virginia Polytechnic Institute and State University (Virginia Tech) USA. Professor Pleno do Departamento de Ciências Naturais da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) atuando como docente no Programa de Pós-Graduação em Memória: Linguagem e Sociedade. Docente no curso de licenciatura em Educação Física da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC).
Referências
REFERÊNCIAS
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https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ba/vitoria-da-conquista/panorama. Acesso em: 25 fev. 2025.
Vitória da Conquista está dando um passo importante para a Cultura!
De 01 a 03 de dezembro, começam as escutas presenciais para a elaboração do Plano Municipal de Cultura, instrumento que irá orientar as políticas culturais do nosso município pelos próximos 10 anos.
Estão convidados artistas, produtores, fazedores de cultura, coletivos, grupos tradicionais e toda a comunidade a participar desse processo.
Venham fazer parte desse diálogo entre o poder público e a comunidade cultural!
A sua participação é essencial para fortalecer e construir políticas culturais mais justas, plurais e representativas para Vitória da Conquista.
Conselho Municipal de Cultura de Vitória da Conquista
Biênio 2025/2027
Dr. Washington George Rodrigues Cirne – Presidente
Mariana Alves da Silva – Vice-presidente
Maíza Fernandes Leite – Secretária Executiva
De 01 a 03 de dezembro, começam as escutas presenciais para a elaboração do Plano Municipal de Cultura, instrumento que irá orientar as políticas culturais do nosso município pelos próximos 10 anos.
Estão convidados artistas, produtores, fazedores de cultura, coletivos, grupos tradicionais e toda a comunidade a participar desse processo.
Venham fazer parte desse diálogo entre o poder público e a comunidade cultural!
A sua participação é essencial para fortalecer e construir políticas culturais mais justas, plurais e representativas para Vitória da Conquista.
Conselho Municipal de Cultura de Vitória da Conquista
Biênio 2025/2027
Dr. Washington George Rodrigues Cirne – Presidente
Mariana Alves da Silva – Vice-presidente
Maíza Fernandes Leite – Secretária Executiva
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Recebido originalmente em 19/11/2025 por e-mail enviado pelo Conselho Municipal de Cultura <conselhoculturavc@gmail.com>.
Recebido originalmente em 19/11/2025 por e-mail enviado pelo Conselho Municipal de Cultura <conselhoculturavc@gmail.com>.
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