As bandas se uniram em uma espécie de Jam Session, apresentando um formato diferente dos seus trabalhos autorais
Dost Iracema, Krassault, Renegnista e Ladrões de Jornal. Essas foram as atrações do último sábado (21) no bar Ice Drinks e não, os nomes não estão incorretos. Se tratam das fusões entre Dost e Dona Iracema, Kathera e Assault, Renegados e Siginista e Ladrões de Vinil e Cama de Jornal.
Krassault / Foto: Natália Silva
O evento marcou o lançamento da segunda edição do DVD A Conquista Do Rock. As bandas citadas participaram da gravação, que aconteceu no Centro de Cultura Camilo de Jesus Lima em outubro de 2015.
Dost e Dona Iracema/ Foto: Natália Silva
Assim, para comemorar, as bandas se uniram em uma espécie de Jam Session, apresentando um formato diferente dos seus trabalhos autorais. Inclusive, a Dost e a Dona Iracema se entrosaram tanto que compuseram uma música em parceria para ser apresentada no sábado.”Foi a coisa mais divertida que já fiz no palco”, disse Lucas Sampaio, vocalista da Dost.
Veja mais fotos (Por Natália Silva)
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Publicado originalmente em 21/03/2016, em Revista Gambiarra.
Já estão previstos dois grandes eventos: o Oktober Rock e A Conquista do Rock
Depois de dois anos, o público conquistense pôde voltar a frequentar a concha acústica do Centro de Cultura. O espaço foi reinaugurado com o Festival Regional Estudantil: Educar para Transformar na última sexta-feira (02) e deste domingo (03) a próxima sexta (09) estará sediando a Mostra Cinema Conquista.
Apesar de no primeiro evento, a banda de hardcore sertanejo Dona Iracema ter dado uma esquentada no clima matinê do festival estudantil e gerado alguns focos de rodinha punk, ainda não foi possível ver a Concha lotada de roqueiros, como era tradição. Mas o jejum promete ser quebrado por dois festivais , um no final de outubro (31) e o outro no início de novembro (08).
O primeiro é o A Conquista do Rock, que comemora 10 anos da sua primeira realização e gravará um DVD com os shows das bandas Ladrões de Vinil, Banda Dost, HeatSeeker HS, Banda Signista, Banda Assalt, Banda Krathera, Banda Renegados e Dona Iracema. O segundo será o Oktober Rock, que até então confirmou a banda On The Rocks e Dona Iracema.
Ainda que não seja na Concha, não podemos deixar de citar a sétima edição do festival Autonomia é O Caminho. Esse acontece no bar Cana Café neste sábado (10) e vai contar com as bandas Penúria Zero (DF), Nem Tosco Todo E As Crianças Sem Futuro, Plebeus Repugnantes (Poções), Dona Iracema e Escravos da Merenda.
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Publicado originalmente em 06/10/2015, em Revista Gambiarra.
Há oito dias, músicos relembraram antigas canções e reafirmaram a memória do colega, falecido em 2010
É difícil reunir tantos talentos ao mesmo tempo num único palco. Mas a Prefeitura conseguiu tal façanha na manhã do último domingo, 17, em meio à primeira edição de 2015 do projeto Domingo por Encantos, que embalou a entrega oficial da Praça Dão Barros à comunidade do Ibirapuera e de outros bairros do entorno.
O time era de primeira categoria: Evandro Correia, Dorinho Chaves, Papalo Monteiro, Geslaney Brito e Iara Assessú, Manno di Sousa, Cláudia Rizzo, Élder Oliveira, Onildo Barbosa, Paulo Pires, Gil Barros. E, além da qualidade do elenco, destacava-se seu entrosamento. A uni-los, havia a disposição para homenagear o músico, artista plástico e luthier Dão Barros, morto em 2010, aos 54 anos, que agora dá nome à praça revitalizada pela Prefeitura.
A união dos artistas permitiu que a comunidade presenciasse – e relembrasse – um desfilar de baiões, toadas e outras canções brejeiras, autorais, que marcaram o momento de efervescência cultural vivido em Vitória da Conquista nos anos 80. Essas músicas foram defendidas por seus autores em diversos festivais de música, não somente em Vitória da Conquista, mas em outras cidades do interior baiano e de outros estados do Brasil.
Praticamente todos os artistas envolvidos na homenagem chegaram a se apresentar nesses festivais durante os anos 80. Papalo Monteiro, por exemplo, recorda que já “correu muito trecho” por aí ao lado de Dão Barros. Apresentaram-se em Minas Gerais, Espírito Santo e Paraná, apenas para citar alguns estados. “Eu não poderia deixar de homenageá-lo de jeito nenhum”, disse Papalo, que hoje dá aulas de violão clássico e viola caipira no Conservatório de Música de Vitória da Conquista.
‘Comunhão’ – “Os artistas sempre se sensibilizam quando há uma homenagem a alguém da mesma área”, disse Gil Barros, irmão mais novo do homenageado. Gil, que se disse “gratificado” com a homenagem, é o último remanescente do Grupo Barros, do qual fez parte ao lado de Dão e de outro irmão, Carlos, falecido em 1989. O trio se tornou conhecido nos anos 80 e 90 por produzir um repertório com influências da música andina, a partir de instrumentos artesanais que os próprios irmãos Barros fabricavam.
Uma dessas canções, “Saudade”, foi cantada no domingo por Geslaney Brito e Iara Assessú. Geslaney, que é professor de violão Clássico no Conservatório de Música, creditou o sucesso da homenagem coletiva ao fato de que “o princípio da arte é a comunhão”. E, embora o foco ali fosse a entrega da praça revitalizada e a lembrança de seu novo patrono, o músico afirmou que o momento deixou evidente uma constatação: “As pessoas perceberam que a produção artística de Vitória da Conquista continua em alta”.
‘Celebração’ – Dessa forma, relembrando antigas canções e reafirmando a memória de Dão Barros – agora reforçada por meio da praça que leva seu nome –, os artistas convidados pela Prefeitura e pela família Barros celebraram algo que, como bem lembrou Geslaney, a cidade não perdeu. “O Governo Municipal homenageou um grande artista da cidade: luthier, músico e poeta. Nada melhor do que uma celebração dos próprios artistas, tecendo essa cantoria para celebrar o amigo artista ausente e matar a saudade”, observou o secretário municipal de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, Nagib Barroso – ele próprio um dos artistas participantes da efervescência musical relembrada no domingo.
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Publicado originalmente em 24/05/2015, em Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista.
Começaram as inscrições para o Grito Rock, aquele evento em que as bandas devem meter o pé na estrada pra tocar de graça (leia-se pagar para tocar, porque não existe viagem gratuita, muito menos um trabalho sério sem custos) enquanto os organizadores cobram ingresso ao público e enriquecem seu próprio currículo. A promessa é a de sempre: "mostrar o trabalho".
Eu mesmo já caí nessa muitas vezes (vide diploma anexo). Não mais...
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Publicado originalmente em 10/03/2015, no Facebook.
No curta “Vento Leva, Vento Traz”, Xuxa diz que dançar forró é melhor que namorar
O nome dela é Neide Correia e ela foi tema de um curta-metragem produzido, em 2011, durante o Projeto Quartas Baianas no Interior. Mais conhecida como Xuxa, ela é presença garantida nas festas na praça, tanto no São João, como no Natal de Vitória da Conquista, lá está Xuxa dançando a noite inteira. Ela se diverte mais que todo mundo e exibe uma alegria sem limites!
Figura folclórica na cidade, Xuxa ganhou destaque na página oficial do Facebook da Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista.
No curta “Vento Leva, Vento Traz”, Xuxa diz que dançar forró é melhor que namorar.
A imagem acima, que reproduzimos nessa matéria, foi a ilustração que a Secretaria de Comunicação realizou no intuito de homenagear essa figura ilustre da capital do Sudoeste baiano.
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Publicado originalmente em 19/06/2015, em Blog do Rodrigo Ferraz.
Lançado na Mostra Cinema Conquista 2015, realizada de 4 a 9 de outubro, A Rosa Púrpura de André Cairo, filme do professor do curso de Cinema da Uesb, Glauber Lacerda, narra as lutas e conquistas do Movimento Contra a Morte Prematura, ao longo dos seus 26 anos de existência, a partir de depoimentos de alguns dos seus principais membros: André Cairo, Diógenes, Madame Jamorri, Sergay Napa-Radona, entre outros.
Sinopse: Documentário sobre o fundador e único membro do Movimento Contra a Morte Prematura.
Direção: Glauber Lacerda
Roteiro: Glauber Lacerda e Filipe Brito
Direção de Fotografia: Rogério Luiz Oliveira e Caio Resende
Produção: Tamara Chéquer
Montagem: Cornélio Cunegundes, Deoveki Silva, Glauber Lacerda e Filipe Brito
Música Original: Daniel Drummond
Setlist:
1 - Abertura
2 - Heavy Lampiao Metal
3 - Enchente
4 - Velho Oeste Dentro da Lei
5 - Acidente
6 - Abertura rejeitada
"Acabei de voltar de 2050.
Os músicos locais estão ainda ganhando R$ 100 por show."
Pois é...
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Publicado originalmente por Plácido Mendes, em 06/11/2015, no Facebook.
Em resumo, o porquê de o rock independente ser morto todos os dias não pela imprensa, o mainstream, o destino, os aliens, os espíritos dos natais passados, ou qualquer outra coisa, e sim pelo próprio PÚBLICO.
Ex.: O primeiro show da Distintivo Blue, em 22 de janeiro de 2010, tinha entrada de caríssimos R$4,00 (QUATRO Reais), e teve gente reclamando na portaria. "Como pode um espaço cultural cobrar entrada?" foi uma das frases que ouvi.
Cultura e arte, apesar de às vezes parecerem coisas divinas, são coisas BEM terrenas, e não surgem do éter. Surgem do suor, bolso e nervos de profissionais esforçados. Não existe caridade na arte: tudo é custo de serviços e produtos, que são pagos a alguém (Inclusive o MP3 que você prefere procurar pra baixar de graça ao invés de pagar menos de R$10,00 pra baixar do site do próprio artista).
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Publicado originalmente em 12/06/2015, no Facebook.














