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Homenagem a ANDRE PAULO BARROS CAIRO
(Cantor, compositor, poeta, escritor, guitarrista, ambientalista, astrônomo, ufólogo, palestrante, ativista social)
Nasceu em Vitória da Conquista, no dia 15 de janeiro. Filho de Lourival Cairo e Stelita Barros Cairo (popularmente conhecida por D. Zinha).
Ao sete anos de idade sofreu um traumatismo encéfalo-craniano, levou dezenove pontos na cabeça, quatro dias em coma profundo e trinta dias de repouso, mente confusa, desconhecendo a família, visões perturbadoras com os olhos abertos ou fechados, visualizando o Alfa-Romeu chocando-se com sua cabeça, quando ele estava sentado num banco do Jardim das Borboletas, em frente à Catedral de Nossa Senhora das Vitórias, em Vitória da Conquista, lembranças após recobrar a consciência, foi com seus pais ao local do acidente e recorda que nesse dia, ao voltar para casa, um jipe de capota de aço, com uma corneta auto falante no teto ressoava a voz de Ubaldino Macário da 1ª. Igreja Batista dizendo: Onde você passará a eternidade? O ano 2000 não tardará, nem passará.
André Cairo sempre se interessou pela boa música, sendo fã dos Beatles e na sua adolescência criou o primeiro conjunto musical de Conquista, chamado “Os Terríveis” na Jovem Guarda, em benefício da excursão dos colegas do Ginásio Batista Conquistense, onde estudava. Depois, criou o Conjunto “Os Trepidantes”. Tem mais de 300 músicas de sua autoria.
Em 1990, André musicou a peça teatral infantil (musical) "Fantasia Serrana", de Heleusa Figueira Câmara, que foi dirigida por Gildásio Leite e promovida pelo Conservatório de Música de Vitória da Conquista.
Sempre esteve defendendo diversos temas, como: meio ambiente, saúde, educação, segurança pública, trânsito, combate ao HIV, preconceito, crianças com necessidades especiais e em 1989 fundou o Movimento Contra a Morte Prematura (MCMP), que é conhecido como o “movimento de um homem só”. André integra sozinho a entidade de reconhecimento nacional.
O MCMP já conseguiu muitas conquistas para a cidade, como por exemplo: Estação de Tratamento de Esgoto, Semáforos, Redutores, Tombamentos Ecológicos, Monumento ao Índio, Rampas, Vídeo Monitor, Guarda Municipal, lutou muito para que fosse feito um Aeroporto novo, etc.
Ele criou 91 personagens e se caracteriza para ir às ruas fazer as reivindicações que acha relevantes para Vitória da Conquista.
Segundo o grande professor e escritor Durval Lemos Menezes, “pelos serviços a Vitória da Conquista, que um cidadão bem intencionado e queira servir a sua cidade, o seu estado e o seu país, não é necessário ter mandato, basta ter a boa vontade, capacidade e competência para que possa sugerir, cobrar, reivindicar das autoridades competentes aquilo que a comunidade tanto precisa. Se muitos políticos de mandato não fazem, André com certeza vem fazendo”.
O Monumento ao Índio, localizado na praça Caixeiros Viajantes em Vitória da Conquista, foi inaugurado no dia 05 de junho de 2000 e traz um elemento típico do cotidiano indígena a “flecha”, o objetivo é lembrar a riqueza histórica, cultural e humana dos índios que habitaram a região de nossa cidade. A construção do monumento foi pensada pelo Movimento Contra a Morte Prematura, pelo trabalho incansável de André Cairo e a idealização e assinatura do artista plástico Edmilson Santana.
Em 2013, o MCMP foi homenageado em Sessão Especial da Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista, sendo muito aplaudido e o seu trabalho foi evidenciado principalmente, em sua preocupação com a preservação da vida das pessoas.
Em 2015, na Mostra de Cinema da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia-UESB, realizada no período de 04 a 09 de outubro, foi exibido o documentário “A Rosa Púrpura” sobre o fundador e único membro do Movimento Contra a Morte Prematura, André Cairo. O filme foi feito pelo professor Glauber Lacerda, do Curso de Cinema/UESB, que narra as lutas e as conquistas do MCMP.
Esteve no Programa de Jô Soares, na Globo News, deu entrevista para a Revista Veja e o Jornal A Tarde. O seu trabalho é apoiado pela Imprensa falada e escrita desde 1989. 
André Paulo Barros Cairo faz parte dos 181 anos da cidade de Vitória da Conquista.
O Memorial HFC sente-se honrado em homenagear esse homem de múltiplos talentos e reconhece o seu relevante trabalho pela comunidade conquistense e enaltece a sua participação em vários eventos promovidos pelo Comitê Proler/UESB, sob a coordenação da Grande Mestra Heleusa Figueira Câmara.
Por Ebeilde Araujo Pedreira Goulart
Fonte:
- Blog do Anderson – 30 de janeiro de 2013 e 08 de agosto de 2013.
#memoriaconquistense 
#MovimentoContraAMortePrematura 
#MCMP 
#andrecairo 
#homenagemhfc 
#conquista 

 

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Publicado originalmente em 21/12/2021, em Facebook.

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25 years have passed since 9/11, 2001.
Ironically, all throughout these years, I haven´t made any mention of it, like telling my story and sharing some of the pictures I took that day.
I didn´t think that it would matter since I wasn´t the only one who saw it happen, but also thousands or even millions of people saw it, just like I did.
But it dawned on me that the people who saw that and were present at the scene were only a handful compared to the population of the City of New York, not to mention the whole country.
So it was a few people indeed, and I was one of them.
But what´s the point if I have nothing to prove it, I thought.
Who would believe me?
The answer would be not many, as usual.
Do I really need to convince everyone? What for? 
I somehow feel compelled to tell and share my story, but I now realize that I don´t have to go through all the details of what I saw and heard that day because many of those around me have seen it like me and have shown and told the world a better story than mine.
Bottom line, I was there in the scene.
I was on the train on the Manhattan Bridge across the Hudson River overlooking the World Trade Center that morning. As the train got stuck momentarily, I started to count the floors of the buildings from the bottom up. I was almost finished when the train took off.
By the time that I got to my destination, the TV was on, and one of the planes had already struck the first building. Then, as we were watching the television, the other plane struck the second building.
I rushed and took the same train back home. By the time the train stopped in Manhattan, near the scene, I got off and watched while the buildings were still falling.
The police pushed me away from the scene and told me to run; there were many casualties at the scene after I left. I wonder what happened to that female cop who told me to leave.
I didn´t think much about those pictures because they were too far away from the scene.
Just recently, 25 years later, I went through those pictures; as far away from the scene as they are, they reminded me that I am part of that handful of people who first witnessed and saw it all happen. 
I mourned for the dead that day and am here to tell their relatives that I know how they feel; I was there and have recently lost my mother, it´s a tough feeling.
Blessed are those who believe and wait for the resurrection.
Jesus is the Lord.
There is hope. Wow, how awesome is that.

Tradução

25 anos se passaram desde o 11 de setembro de 2001.
Ironicamente, ao longo de todos esses anos, nunca mencionei nada a respeito, como contar minha história e compartilhar algumas das fotos que tirei naquele dia.
Não achei que isso importaria, já que eu não fui o único a testemunhar o ocorrido — milhares ou até milhões de pessoas viram exatamente o mesmo que eu.
Mas me dei conta de que as pessoas que presenciaram aquilo e estavam presentes no local eram apenas um punhado em comparação com a população da cidade de Nova York, para não mencionar o país inteiro.
Então, realmente foram poucas pessoas, e eu fui uma delas.
Mas qual é o sentido se eu não tiver nada para provar?, pensei.
Quem acreditaria em mim?
A resposta seria: não muitos, como de costume.
Eu realmente preciso convencer todo mundo? Para quê?
De alguma forma, sinto-me impelido a contar e compartilhar minha história, mas agora percebo que não preciso detalhar tudo o que vi e ouvi naquele dia, porque muitos dos que estavam ao meu redor viram o mesmo que eu e mostraram e contaram ao mundo uma história melhor do que a minha.
No fim das contas, eu estava lá no local.
Naquela manhã, eu estava no trem sobre a Ponte de Manhattan, atravessando o Rio Hudson, com vista para o World Trade Center. Como o trem parou momentaneamente, comecei a contar os andares dos edifícios de baixo para cima. Eu já estava quase terminando quando o trem voltou a andar.
Quando cheguei ao meu destino, a TV estava ligada e um dos aviões já tinha atingido o primeiro prédio. Então, enquanto assistíamos à televisão, o outro avião atingiu o segundo prédio.
Corri e peguei o mesmo trem de volta para casa. Quando o trem parou em Manhattan, perto da cena, desembarquei e assisti enquanto os prédios ainda desabavam.
A polícia me afastou do local e me mandou correr; houve muitas vítimas na cena depois que saí. Fico pensando no que aconteceu com aquela policial que me disse para ir embora.
Não pensei muito sobre aquelas fotos porque foram tiradas de longe do local.
Recentemente, 25 anos depois, olhei para aquelas fotos; por mais distantes que fossem da cena, elas me lembraram de que faço parte daquele pequeno grupo de pessoas que testemunhou e viu tudo acontecer em primeira mão.
Lamentei pelos mortos naquele dia e estou aqui para dizer aos seus familiares que sei como se sentem; eu estava lá e perdi minha mãe recentemente — é um sentimento difícil.
Bem-aventurados os que creem e esperam pela ressurreição.
Jesus é o Senhor.
Há esperança. Uau, quão maravilhoso é isso.
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Publicado originalmente em 10/09/2026, em Facebook.

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Agosto é um mês essencialmente musical em Vitória da Conquista, e o cenário independente, há mais de duas décadas, segue produzindo importantes eventos, como o já tradicional Rock Contra a Fome, promovido pelo pioneiro do blues baiano, Mazinho Jardim, atualmente vivendo em Portugal, que aproveita seu período de férias para rever a família, amigos e subir ao palco, acompanhado de um competente time de músicos formado por Luciano PP (contrabaixo), Camilo Oliveira (guitarra), Dan Ribeiro (guitarra) e Stanley Patez (bateria), autodenominados “4 Homens Sem Conflito”.

O Rock Contra a Fome nasceu em 2009, com sua antiga banda, SS 433, e acontece anualmente desde 2023, sem fins lucrativos: a entrada é condicionada a 2 quilos de alimentos não perecíveis e todo o material arrecadado será doado ao Programa Bahia Sem Fome, do Governo do Estado.

Para abrir esta noite musical entre amigos, o grupo Distintivo Blue, acompanhado por Clebber Santos, vocalista e guitarrista da banda Simple Jeans, apresentará um pocket show com canções autorais, fortalecendo, ainda, a premissa de um evento valorizador da produção cultural conquistense, em um dos seus mais icônicos espaços: o teatro do Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima. Imperdível!


SERVIÇO


Rock Solidário: Mazinho Jardim & 4 Homens Sem Conflito + Distintivo Blue & Clebber Santos

Quando: Sexta, 28 de agosto, às 20h

Onde: Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima - Av. Rosa Cruz, Recreio. Vitória da Conquista-BA

Quanto: 2kg de alimentos não perecíveis


Atualização: a participação do Distintivo Blue foi cancelada (17/08/2026)




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Após 7 anos de trabalho ininterrupto e intenso, o projeto Memória Musical do Sudoeste da Bahia chega ao seu ponto final. Iniciado em 2019, herdando o legado do projeto BLUEZinada! (fundado em 2010), foi conduzido com muita (muita!) dedicação e cuidado através de trabalho não-remunerado, motivado principalmente pela consciência sobre a necessidade da preservação e fomento às musicalidades do sudoeste baiano.
Porém, como é de praxe no universo da arte independente, especificamente no campo da música, os desafios são grandes, incessantes e cumulativos. Chegamos aos limites (e muitas vezes fingimos não ver e os ultrapassamos) da energia humana para prosseguir, dos recursos materiais disponíveis para o trabalho e das frustrações relacionadas, principalmente, à falta de apoio, culminando no ponto em que diversos "porquês" e "será que" vêm à tona.
Assim, após encarar duras respostas, tomo a decisão pelo autocuidado, interrompendo um longo período de gestão de tempo e esforços entre interesses pessoais (inclusive enquanto artista, inúmeras vezes negligenciados) e coletivos. 
Todo o projeto Memória Musical do Sudoeste da Bahia, incluindo seus subprojetos (Acervo de Entrevistas, Toca Autoral!, Musipédia Sudoeste, a fanzine e outros ainda não concretizados) interrompe-se a partir da publicação deste texto. Ainda é cedo para afirmar se definitivamente, mas esta é uma possibilidade real, e considero saudável não pensar nisto por um tempo razoável.
Todo o material produzido e publicado até então continuará disponível, mantendo o compromisso com a preservação. Porém, os canais de comunicação serão gradualmente suspensos, restando apenas o e-mail memoria@distintivoblue.com.

Agradecemos os poucos (e valiosíssimos) apoios recebidos durante todo este tempo e desejamos força às próximas gerações de pesquisadores da nossa música.

Faça você mesmo(a)... Mas respeite seus limites.

Plácido Oliveira
23 de julho de 2026



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jornalismo, cultura e literatura a serviço da produção conquistense

Fundada em 12 de setembro de 2013, a Mega Rádio VCA é uma plataforma de comunicação digital sediada em Vitória da Conquista, Bahia. Além da cobertura jornalística diária, a Mega Rádio VCA desenvolveu um consistente núcleo de jornalismo cultural, reunindo colunas, programas e podcasts dedicados à divulgação de escritores, livros, eventos literários e manifestações artísticas, tais como: Enlivre-se, Correspondência Literária, Entrelinhas, Conquista Literária e Mega Conversa. Por meio dessas iniciativas, a emissora tornou-se um dos principais espaços de difusão da literatura produzida em Vitória da Conquista e no sudoeste baiano, aproximando autores, leitores, pesquisadores e agentes culturais e contribuindo para o fortalecimento da identidade literária da região.

Idealizada inicialmente como uma rádio web, a emissora iniciou suas atividades com uma estrutura composta por dois estúdios — um destinado às gravações e outro às transmissões ao vivo —, redação jornalística e um portal de notícias voltado à cobertura dos principais acontecimentos de Vitória da Conquista e da região Sudoeste da Bahia. Ao longo de sua trajetória, consolidou-se como um moderno sistema de comunicação via internet, integrando rádio digital, portal de notícias e produção de conteúdo multimídia para plataformas como YouTube, Instagram e Facebook. Sua linha editorial pauta-se pelo compromisso com a informação responsável, o interesse público e a valorização da cultura, destacando-se especialmente pela promoção da literatura, das artes e da produção intelectual regional.

Corpo diretivo e editorial

O núcleo jornalístico da Mega Rádio VCA é coordenado por profissionais responsáveis pela produção editorial, cobertura informativa e desenvolvimento dos projetos especiais da emissora.

Compõem esse corpo editorial:

  • Marcos Primo – Diretor de Jornalismo.
  • Júnior Patente – Coordenador de Jornalismo.
  • Ane Caroline Sousa Xavier – Coordenadora de Jornalismo, jornalista, escritora e graduanda em Jornalismo pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), responsável pela concepção e coordenação dos principais projetos literários da emissora.

O núcleo literário

A Mega Rádio VCA desenvolve um conjunto de colunas, programas e podcasts dedicados à literatura, funcionando como um importante espaço de divulgação da produção editorial baiana e, especialmente, dos escritores de Vitória da Conquista e região.

Em Livre-se

Apresentado por Bianca Silva, o podcast Em Livre-se amplia a presença da literatura na programação da Mega Rádio VCA ao reunir entrevistas, indicações de leitura e debates sobre a produção literária contemporânea. Entre seus episódios destacam-se as entrevistas com Caio Aguiar Sirino, autor da saga poética Uma Coisa Chamada Eu, e Nélio Silzantov, que abordou sua trajetória como escritor, a publicação de suas obras, o projeto Foro Literário Sertão da Ressaca, os desafios da literatura independente e as iniciativas voltadas à formação de leitores em Vitória da Conquista.

Entre Linhas

Criada em abril de 2024, a coluna Entre Linhas é assinada por Ane Xavier e constitui um espaço permanente de reflexão sobre literatura, leitura, comunicação e cultura. Em formato de artigo de opinião e ensaio, a coluna estabelece conexões entre os livros e o cotidiano, discutindo o papel da leitura em uma sociedade marcada pelo excesso de informação e pelas mídias digitais. Entre os temas recorrentes estão a leitura lenta e contemplativa, o prazer de formar bibliotecas pessoais, o mercado editorial, a crítica literária e a valorização da produção regional.

Correspondência Literária

Criado em maio de 2025, o podcast Correspondência Literária constitui uma das principais iniciativas da Mega Rádio VCA voltadas à difusão da literatura. Apresentado por Ane Xavier, o programa recebe escritores, pesquisadores e artistas para conversas sobre criação literária, memória, processos criativos, mercado editorial e produção cultural. Ao privilegiar autores baianos e independentes, o podcast tornou-se um espaço de documentação da literatura contemporânea produzida no interior da Bahia. Entre os episódios publicados destacam-se:

  1. Luis Altério fala sobre o livro E e outras ficções.
  2. Lucas Novaes fala sobre A morte do beberrão e outras histórias
  3. Caio Aguiar Sirino aborda relações entre literatura e sociedade
  4. Nadja Leite detalha processo de transformar luto em literatura com Cartas de Amor para Minha Vó
  5. Ybeane Moreira: “A poesia é cura e resistência” — fala sobre o livro Café das Três e reflete sobre o tempo e a escrita.
  6. Noi Soul detalha processo criativo, maternidade e missão poética
  7. Paulo Medrado fala sobre escrita, memória e o processo criativo
  8. Laís Sousa fala sobre os En(quadros) da sua escrita.
  9. Duda Nazaré fala sobre o lançamento de Contos de Maria Neta e Maria Vó.

Mega Conversa

Mega Conversa é um programa diário da Mega Rádio VCA que trata sobre os mais diversos temas em pauta de segunda a sexta-feira. Desde o seu primeiro epsódio, em 16 de jul. de 2023, foram mais de 200 conversas, entre as quais se destacam:

#14 – Ester Figueiredo fala sobre a Fligê, 8/8/2023
#30 – Bianca Silva fala sobre a 4º temporada do Enlivre-se, 21/09/2023
#38 – Durval Menezes, 7/11/2023
#39 – Elton Becker fala sobre a FliConquista , 10/11/2023
#44 – Raquel Dantas, A Conquista do Rock, 12/01/2024
#50 – Laís Sousa, lançamento do livro (Em)quadros: experiências de morar só, 06/03/2024
#58 – Natanael Oliveira do Carmos, lançamento do livro A era do Engano, 11/04/2024
#60 – Suzala Reis, 23/04/2024
#62 – Fernanda de Moraes, Flávia Assunção e Juliana Brito, Encontro com Escritores, 29/04/2024
#64 – Helder Silva, Sarau Somos Vozes, 10/05/2024
#70 – Charles Carvalho, Batalha de Rimas Revolusom, 12/06/2024
#79 – Juliana Brito fala sobre Biblioteca Donaraça, 30/07/2024
#81 – Aílton Dias, fala sobre o dia do Poeta da Literatura de Cordel, 1/08/2024
#86 – Edson Prado, lançamento do livro A urbanização do amor, 08/08/2024
#87 – Laiz Golçalves, Biblioteca Comunitária Kilombeco, 09/08/2024
#88 – Mickelle Xavier, Biblioteca Comunitária Miro Cairo, 12/08/2024
#96 – Fernanda de Moraes, lançamento do livro Quintal de Casa: Memórias, 05/09/2024
#97 – Micael Aquilah, 30/09/2024
#102 – Lucas Novaes, lançamento do livro A morte do Beberrão e Outras.. 08/10/2024
#109 – Ana Luz e Ybeane Moreira falam sobre o IX Encontro de Escritores, 05/02/2025
#116 – noi soul, Fernanda Quadros, Ybeane Moreira e Nádja Leite falam sobre o sarau Elas In Versos, 18/02/2025
#122 – Heliel Pessoa, lançamento do livro O Diário de Hass, 24/02/2025
#124 – Pawlo Cidade, 27/02/2025
#129 – Manuella Cajaíba fala sobre o 1º Feirão de Livros da UESB, 10/03/2025
#133 – Cristina Leilane Fernandes, lançamento do livro Agulha de Marear, 20/03/2025
#136 – Ana Luz, lançamento do livro As abelhas sabem que horas são, 31/03/2025
#150 – Luis Altério, 09/05/2025
#168 – Jorge Augusto fala sobre Modernismo Negro e o Prêmio Jabuti, 27/08/2025
#170 – Paulo de Tarso, lançamento do livro, 02/09/2025
#172 – Valdeique Oliveira, lançamento do livro Corpo Poético, 10/09/2025
#173 – noi soul, lançamento do livro Antologia Palavrilhas, 26/09/2025
#183 – Lucas Novaes, lançamento do livro O Diálogo dos sussurros, 29/10/2025
#195 – Paulo Dagomé, lançamento do livro A poética do abismo, 05/02/2025
#198 – Ana Isabel, lançamento do livro Tempo de Intensa Credulidade, 25/02/2025

Conquista Literária

O projeto Conquista Literária constitui uma iniciativa permanente de mapeamento e valorização da produção bibliográfica de Vitória da Conquista e região. Desenvolvido em formato de reportagens especiais, entrevistas e conteúdos multimídia, busca catalogar escritores, divulgar lançamentos e aproximar o público dos principais eventos literários do sudoeste baiano. Produzido por Danilo Souza, com edição de áudio de Pablo Hernandez e direção-geral de Fábio Agra, o projeto estreou entrevistando o escritor Nélio Silzantov, semifinalista do Prêmio Jabuti de 2023, em uma conversa sobre sua trajetória, o mercado editorial independente e o Foro Literário Sertão da Ressaca. Além da divulgação de autores, o projeto acompanha eventos como a Fligê – Feira Literária de Mucugê, feiras do livro, clubes de leitura, antologias e outras iniciativas voltadas ao fortalecimento da literatura regional.

Relevância cultural

Ao integrar jornalismo, crítica literária, entrevistas, podcasts e reportagens especiais, a Mega Rádio VCA consolidou um dos mais importantes núcleos de jornalismo cultural do sudoeste baiano. Seus programas e colunas não apenas divulgam escritores e obras, mas documentam a produção intelectual da região, estimulam a formação de leitores e contribuem para a preservação da memória literária de Vitória da Conquista, desempenhando papel relevante na construção e fortalecimento do ecossistema cultural do município.

Fonte:

ENLIVRE-SE. Canal no YouTube. Disponível em: https://www.youtube.com/@Enlivrese. Acesso em: 6 jul. 2026.
MEGA RÁDIO VCA. Mega Rádio VCA. Vitória da Conquista, [2013]–. Disponível em: https://megaradiovca.com.br/. Acesso em: 6 jul. 2026.
MEGA RÁDIO VCA. Mega Conversa [podcast]. Vitória da Conquista: Mega Rádio VCA, [2024?]–. Disponível em: https://open.spotify.com/show/0rFnsIaYRrrCVWTTUj9b7y. Acesso em: 6 jul. 2026.
XAVIER, Ane Caroline Sousa. Correspondência Literária. Spotify. Vitória da Conquista, 2025–. Disponível em: https://open.spotify.com/show/1lh4PLRyu2FLJVye8z0dhn. Acesso em: 6 jul. 2026.


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Publicado originalmente em 07/2026, em Foro Literário Sertão da Ressaca.

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Aos 18 anos, a cantora indicada ao Latin Grammy apresenta o espetáculo "Entre Cordas" ao lado do violonista Danilo Silva

Créditos da foto: Divulgação

Depois de percorrer diferentes cidades brasileiras, a cantora e compositora conquistense Analu Sampaio volta a se apresentar em Vitória da Conquista com o espetáculo "Entre Cordas", nos dias 24 e 25 de julho, às 20h, no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima. Aos 18 anos, a artista, indicada ao Latin Grammy pelo álbum autoral Analu (2024), divide o palco com o violonista Danilo Silva, conhecido por acompanhar importantes artistas da cena brasileira.

Concebido para teatros e espaços culturais que valorizam a escuta atenta e a experiência musical intimista, “Entre Cordas” aposta na força da interpretação e na simplicidade dos arranjos para revelar a essência das canções. O repertório reúne clássicos da Música Popular Brasileira e composições que refletem a identidade artística construída por Analu ao longo dos últimos anos. 

Os ingressos para as duas apresentações estão disponíveis na plataforma Sympla e também poderão ser adquiridos na bilheteria do Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima. Há opções de inteira, meia-entrada e ingresso social. 

Sobre Analu Sampaio

Natural de Vitória da Conquista (BA), Analu Sampaio iniciou sua trajetória artística ainda na infância, quando ganhou projeção nacional ao participar do Programa Raul Gil, onde passou a ser conhecida como "Mini Elis". Em 2020, voltou à televisão ao integrar o The Voice Kids, consolidando sua presença no cenário musical brasileiro. 

Quatro anos depois, lançou seu primeiro álbum autoral, Analu, trabalho que recebeu indicação ao Latin Grammy na categoria Melhor Álbum de Engenharia de Gravação. Atualmente, a cantora integra o projeto Encontro de Gerações, ao lado de Roberto Menescal e outros artistas, ampliando sua circulação pelos principais palcos do país.

SERVIÇO
"Entre Cordas" com Analu Sampaio e Danilo Silva
Data: 24 e 25 de Julho de 2026
Horário: 20h
Local: Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima (Av. Rosa Cruz, 45 – Recreio, Vitória da Conquista – BA)
Ingressos: Vendas online pela plataforma Sympla ou na bilheteria do Centro de Cultura
Link para compra:
https://www.sympla.com.br/evento/analu-sampaio-e-danilo-silva--entre-cordas---ao-vivo-no-centro-de-cultura/3382421
Valores: Inteira R$ 100,00 | Meia-entrada R$ 50,00 | Ingresso Social: R$ 70,00
Classificação Indicativa: Livre

Assessoria de Imprensa | Vagalume Press
Ana Paula Marques
(77) 98101-1254
vagalumepress@gmail.com


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A Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista, por meio da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), informa que a divulgação da lista de propostas aprovadas na fase de seleção do Edital Evandro Correia (Credenciamento nº 006/2026),  prevista para esta quarta-feira (8), será divulgado entre os dias 15 e 22 de julho.

A alteração do cronograma decorre de uma situação excepcional envolvendo uma das pareceristas da comissão de avaliação, que, por motivo de saúde, precisou ser afastada temporariamente de suas atividades, impossibilitando a conclusão das análises dentro do prazo inicialmente previsto.

Como as avaliações realizadas por essa parecerista integram a composição das notas finais de três das dez linguagens contempladas pelo edital, e considerando que todas as categorias integram um único processo seletivo, com cronograma unificado para divulgação dos resultados, interposição de recursos e demais etapas, a Secult optou por adiar a publicação do resultado preliminar. A decisão assegura a conclusão adequada de todas as avaliações e garante a igualdade de tratamento entre os proponentes durante todo o processo seletivo.

A Secult reforça que a medida busca preservar a integridade, a transparência e a segurança jurídica do processo seletivo, garantindo que todas as propostas sejam analisadas em conformidade com os critérios estabelecidos no edital. A secretaria também agradece a compreensão dos fazedores de cultura e reafirma seu compromisso com a condução responsável do Edital Evandro Correia e com a correta aplicação dos recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), fortalecendo as políticas públicas de cultura no município.

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Publicado originalmente em 07/07/2026, em PMVC.

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A Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista, por meio da Secretaria Municipal de Cultura (Secult), informa que a lista com as propostas aprovadas na fase de seleção do Edital Evandro Correia (Credenciamento nº 006/2026) será divulgada no Diário Oficial do Município no dia 8 de julho. A iniciativa é financiada com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB).

Aberto em março deste ano, o edital disponibiliza R$ 1 milhão para apoiar ações em diferentes segmentos artísticos. Ao todo, serão contempladas 61 propostas, com o objetivo de incentivar e fortalecer a cena cultural da cidade.

De acordo com a Secult, a etapa de análise exigiu um prazo maior para garantir o cumprimento adequado dos trâmites administrativos e assegurar total transparência. A formação da comissão avaliadora, composta por pareceristas externos e servidores municipais, seguiu rigorosamente os critérios do edital, que exige no mínimo seis integrantes responsáveis pela avaliação técnica.

Com o trabalho dos avaliadores na reta final, a Secretaria reforça seu compromisso com a condução responsável do processo e com a correta aplicação dos recursos públicos. A equipe também agradece aos fazedores de cultura pela compreensão e reitera a importância da manutenção de políticas públicas consistentes para o fortalecimento do setor cultural no município.
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Publicado originalmente em 22/06/2026, em PMVC.

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Roberto Martins

O anúncio do forrozeiro Flávio José, semana passada, de que em 2026 não fará shows no São João da Bahia, perdão pelo trocadilho, botou lenha na fogueira dos debates sobre o valor dos cachês artísticos para as festas juninas.

Flávio informou que o Ministério Público da Bahia “resolveu diminuir seu cachê”. O MP-BA, ao seu turno, disse que o pedido de redução foi baseado em critérios técnicos como “notoriedade e projeção”.

A explicação técnica é plausível, porém, ao sabor da letra fria da Lei, soa como nota dissonante por não se adequar ao calor cultural da situação. 

Um artista como Wesley Safadão, por exemplo, pode superar Flávio José em centenas de milhares de seguidores, views, entrevistas na TV, audições nos streamings, etc, etc.

No entanto, quando se fala em festas juninas na Bahia, no campo da tradição, Flávio certamente tem maior “projeção” e é mais “notório”.

A situação dá conta de que a cultura, ainda quando considerada mercadoria, tem suas peculiaridades e não é um produto como outros facilmente mensuráveis e reajustáveis à base das variações mercadológicas regidas pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor). 

Repertório – O caso demonstra que, com a digna atitude de acompanhar os gastos públicos com pagamentos de bandas no São João da Bahia (aqui, aqui, e aqui), o MP-Ba tem dado o passo certo na dança errada.

A função típica do Ministério Público, conforme artigo 127 da Constituição da República Federativa do Brasil Federal – CRFB, não é regular preços em um regime de livre concorrência.

O Ministério Público, como órgão independente, deve trilhar pela garantia de direitos, “a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis”.

A cultura é um direito do povo brasileiro, para o qual, o pleno exercício deve ser garantido pelo Estado, conforme o artigo 215 da mesma CRFB.

Esse direito, podemos afirmar, vem sendo negligenciado em muitos municípios baianos. O MP-Ba pode constatar isso com clareza ao analisar os dados do seu importante e imprescindível Painel Junino e confrontá-lo com orçamentos e investimentos municipais em cultura. 

De cara, tal análise já deverá mostrar casos nos quais 80 ou até 90% do investimento declarado em “cultura”, em muitos municípios, vai nos cachês das festas juninas ou de outras datas. 

É como se “a cultura” só acontecesse em três ou cinco dias de festa. E o restante do ano?

Já imaginou se tal desequilíbrio fosse verificado na Saúde ou na Educação? Imagina um município com hospital ou escolas com cinco dias de funcionamento e a maior parte do ano fechados… Fatalmente o Ministério Público iria acionar o prefeito.

Movimento – Tal cenário de carência e desequilíbrio do investimento em cultura fica ainda mais triste e monotônico quando a gente lembra que a cultura vai muito além do entretenimento.

É importante verificar quais são as políticas municipais para a salvaguarda do patrimônio material e imaterial, formação artística, literatura, artes cênicas e plásticas, cultura digital, audiovisual, para o funcionamento continuado de espaços culturais e bibliotecas, etc.

Muitos municípios investem pouco ou quase nada nesses segmentos e, nos últimos anos, o que tem dado um respiro é a remessa anual da PNAB – Política Nacional Aldir Blanc.

A PNAB ajuda, bem da verdade, mas vários municípios, com os recursos próprios de suas transferências constitucionais poderiam ir bem além.

Se o MP-Ba confrontar os dados do Painel Junino com os valores da PNAB vai perceber que existem municípios que gastam, só com pagamento de cachês artísticos nos dias de São João, o equivalente a cerca de vinte vezes o que mesmo recebe de PNAB em um ano. 

Como se vê, o Painel Junino, a fiscalização dos cachês, “o São João sem milhão”, representam um passo importante na luta pela valorização das tradições e da cultura da Bahia. 

No entanto, os descompassos acima descritos evidenciam que a dança é outra. Não é sobre os valores dos cachês. O movimento é a luta pela garantia dos direitos culturais.

Imagino que, se os municípios forem provocados a investir em cultura de modo amplo e vinculado, como já acontece na educação e saúde, talvez não sobrem apelos e nem recursos para populismos. 

Que o protesto de um forrozeiro nordestino, criado com tareco e mariola, seja o ponto de partida para provocar a sociedade e o Ministério Público a refletirem sobre isso, antes que derramem todo o mungunzá da cultura.

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Publicado originalmente em 09/06/2026, em Roberto Martins.

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Edição: 10 • 06 • 2026

A pesquisadora e artista Raquel Dantas lança o livro "A Conquista do Rock 2". A obra é a continuação do primeiro volume, publicado em 2017, e resgata a trajetória de Vitória da Conquista, município que já carregou o título de "Capital Baiana do Rock". Foto: Divulgação/Instagram


Gêneros
Multicultura, Matéria, Rock, Música, Raquel Dantas, Bruna Ferraz

Multicultura
Programa de jornalismo cultural da 107.5 Educadora FM - Bahia.

De segunda a sexta das 12h às 13h.

Apresentação: Renato Cordeiro
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Publicado originalmente em 10/06/2026, em Educadora FM.

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Por Felipe Ribeiro
Em cada edição do Vestibular Uesb, algumas obras são escolhidas para serem abordadas nas questões das provas. Dessa maneira, os candidatos têm contato com produções que ajudam na formação crítica e cultural, ao tempo em que se preparam para tentar o ingresso em um dos cursos da Universidade.


Para seu próximo processo seletivo, a Uesb traz uma novidade. Além das tradicionais obras literárias, os candidatos terão um álbum musical entre os escolhidos, abrindo espaço para um novo formato de ampliação do conhecimento. Assim, para o Vestibular 2027, serão cobrados os livros “Mata Doce”, de Luciany Aparecida, e “Sagarana”, de João Guimarães Rosa, bem como o disco “Raça Humana”, do cantor Gilberto Gil.


Pelo segundo ano consecutivo, “Mata Doce” entra na lista. Lançado em 2023, o livro nomeia não só a obra, mas também o povoado fictício onde são retratadas jornadas de mulheres negras e nordestinas, que têm que ser resistentes para lidar com diversas questões, como luta por territórios e memória coletiva. A história se aprofunda em temas relacionados à ancestralidade, às relações de poder e às vivências femininas no interior do Brasil, apresentando múltiplas vozes e experiências marcadas pela força e construção de identidades. 

Estreando no Vestibular Uesb, “Sagarana” é composto por nove contos ambientados, em sua grande maioria, no sertão mineiro. Livro de estreia de João Guimarães Rosa, em 1946, a obra é considerada um marco na literatura brasileira pela linguagem inovadora e forma de abordar o universo sertanejo. Nele, o autor trabalha temas como vingança, religiosidade, coragem e a famosa lei do mais forte. Com personagens marcantes e uma escrita repleta de neologismos e expressões populares, a obra consolidou o autor como um dos principais nomes da literatura nacional.

Por fim, o álbum musical “Raça Humana”, lançado em 1984, é considerado um dos discos mais emblemáticos de Gilberto Gil. Reunindo influências do pop e do rock característicos dos anos 1980 com elementos da música popular brasileira, o disco apresenta canções que refletem sobre a sociedade brasileira, a pluralidade que marca a experiência humana, a desigualdade e a busca por liberdade e afeto. Recentemente, o álbum foi relançado com participações de artistas da nova geração.


Além dos dois livros e do álbum musical, o Vestibular Uesb 2027 contará com filmes entre os conteúdos que serão cobrados nas provas. Em breve, mais informações serão divulgadas sobre essas obras cinematográficas selecionadas.

Vestibular Uesb 2027 – Coordenado pela Comissão Permanente de Vestibular (Copeve), o processo seletivo acontecerá nos dias 22 e 23 de novembro. Todas as novidades podem ser acompanhadas pelo site do Vestibular e pelos canais oficiais da Uesb no Instagram e no WhatsApp. Em caso de dúvidas, entre em contato pelo e-mail vestibular@uesb.edu.br ou, ainda, pelo telefone (77) 3424-8757.. ... ...


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Publicado originalmente em 30/06/2026, em UESB.

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P/ Plácido do Distintivo

A música alimenta minha poesia

Além da dela

Alimenta aquela saída desse mundo

Alimenta aquela alegria sufocada pelo dia a dia

A música
Faz a gente resistir

A gente
Com a música
A gente dança
A gente pensa aqui
E lá no outro

A música tem som de trovão

Tem som do vento bailando as pétalas
Das margaridas

JeanClaudio
18/06/26

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Publicado originalmente em 18/06/2026, no Facebook.

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Quando eu morava em Conquista lutando para sobreviver, um amigo de Urucuca me convidou para passar um fim de semana no Sul da Bahia. No momento Evandro descia alameda vagarosamente,quando apresentei o amigo Dr Manoel de Urucuca que fez o convite.Vamos passar fim de semana lá em casa?

Evandro com o sorriso de canto de boca disse vamos,mas vou ter que avisar o empresário, que era o saudoso Paulo Mascena.Com essa brincadeira ficamos um mês tocando no sul da Bahia,produzido pelo amigo Paulinho,um dos maiores amigos do Evandro dos tempos de criança. Toda vez que a gente marcava para vir embora,o Paulinho dizia não vai,porque acertei para inaugurar a primeira barraca de Curumuxatiba,depois temporada em Eunapolis,e Texeira de Freitas.O Paulinho viajou com a esposa,e ficamos na casa até cumprir os contratos.

E foi lá na beira da piscina,que ele me mostrou a nova composição Gema,que acabara de compor. Um sucesso que lembrarei sempre,e que fez morada no coração de muita gente.

E de lá fomos para Paulo Afonso,onde tocamos em um clube.Em abril desse ano nos encontramos aqui em Salvador,e lembramos dessas caminhadas, e as gargalhadas marcaram nosso encontro.Tambem falei de uma conversa que tive com Mão Branca a muitos anos na fazenda dele,onde elogiei a potente voz de Evandro.Meu amigo Mão foi real quando disse,se Juntar todos cantadores da região, ele canta mais que nós tudo.kkk

A saudade será eterna,mas Deus colheu quem semeou amor nessa vida.


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Publicado originalmente em 19/06/2026, no Facebook.

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Eu não tenho o que falar sobre Evandro Correia, 
Ele fala por si só.
Eu prefiro ficar no meu cantinho menino
No menino lá dele.
Há um aconchego lá,
Onde o tempo frio ameniza, 
Onde o calor em excesso vira morno
E as asas em canções torna o céu mais chão e vida.
Uma voz eterna tinge de estrelas
Bem no céu visto por nós 
Bem te vi
Bem no chão sentido por nós
Bem te vi
Evandro caminha
Evandro ficou 
Evandro está seguro agora
Vou cantar Menino da Vida
Por isso sangro nas cordas da canção 
Menino da Vida.

JeanClaudio

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Publicado originalmente em 19/06/2025, no Facebook.

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Por Gilmar Dantas*

Vou contar para vocês o principal motivo de as festas de São João ficarem mais caras, e ninguém fala sobre isso. Engana-se quem acha que é simplesmente o caixa 2, o aumento dos custos ou a ganância. Embora tudo isso de fato exista (não sejamos hipócritas).

O principal motivo é que, no atual modelo de contratação pública, não existe a diminuição de cachês que existe no mercado privado.

No mercado privado, é normal um artista estourar e seu cachê ir para o teto. Foi assim com o rock brasileiro nos anos 1980, com toda a cena do axé baiano e do pagode romântico nos anos 1990, e com o sertanejo nos anos 2000. Isso porque os cachês se baseavam principalmente em um princípio clássico chamado lei da oferta e da procura. Só que, passado o hype, o preço do cachê do artista volta ao normal. Não tem jeito. Sempre foi assim. E o artista mais longevo é aquele que aproveita esse hype para criar repertório, base de fãs e estrutura para manter um preço de cachê razoável a longo prazo. Mas não será o teto.

Já no atual modelo de contratações públicas, baseado em três notas fiscais de shows anteriores, o teto passa a funcionar como preço mínimo nas negociações (loucura, hein?).

Se o artista não fizer mais nada que justifique uma alta demanda, ele sempre terá as três notas fiscais do seu auge para gerar outras notas de igual ou maior valor e seguir mantendo seu teto, mesmo em seu pior momento.

Tomemos o caso de Devinho Novaes. Quando explodiu nacionalmente, era natural que seus cachês atingissem valores muito superiores aos praticados anteriormente. O problema é que, no modelo atual de contratações públicas, os valores praticados durante aquele auge tendem a se transformar em referência permanente, dificultando que os cachês retornem aos patamares compatíveis com a demanda de outros momentos da carreira. Em 2024, ele fez 42 shows no período junino para prefeituras baianas a um custo de R$ 150 mil cada show. Hoje, seu cachê simplesmente dobrou de preço.

Assim, o São João da Bahia, ou qualquer festa baseada em contratações públicas, torna-se um festival de artistas com milhares de cachês em seu limite máximo, como se todos estivessem no auge (no São João da Bahia do ano passado, foram 4.191 artistas contratados).

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Gilmar Dantas é técnico em assuntos culturais da prefeitura municipal de Vitória da Conquista. Mestrando em Cultura, Educação e e Linguagem (UESB) e Pós-graduando em Gestão Cultural (UFRB). Produz festivais de música desde 2003.


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🎬 CONVITE ESPECIAL: ESTREIA DE CINEMA EM CONQUISTA 🎬
Você está convidado para a exibição de “A Mulher Insetóide” (2026), um longa-metragem que mergulha no suspense psicológico e na metalinguagem.

📝 A TRAMA:
Dois escritores enfrentam um processo criativo desgastante na produção de um roteiro. Entre ego, inveja e etarismo, a Mulher Insetóide surge como o elemento do caos que desafia a imaginação e a sanidade.

📍 ONDE: Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima (Vitória da Conquista)
📅 QUANDO: 06 de junho (Sábado)
clock1 HORÁRIO: 19h
🎟 ENTRADA: Franca

🌟 FICHA TÉCNICA:
* Direção: Yago Silva
* Elenco: Carleone Filho, Neander Souza e Larissa Mota
* Trilha Sonora: Raul Vilas Boas

. .
Obra de Raquel Dantas, “A Conquista do Rock” reúne memórias, bandas e personagens da música independente conquistense

Créditos da imagem: Divulgação A Conquista do Rock

A memória da cena rock de Vitória da Conquista será celebrada no dia 13 de junho, às 15h, durante o lançamento da segunda edição do livro A Conquista do Rock, da pesquisadora e artista Raquel Dantas. O evento acontece na Sala Multiuso 1 do Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima e reúne música, roda de conversa e encontros entre artistas e pessoas que ajudaram a construir essa história ao longo das últimas décadas. 

A programação será aberta com apresentação musical de Plácido Oliveira, vocalista da Distintivo Blue e autor do prefácio do livro. Em seguida, acontece uma roda de conversa com participação de Raquel Dantas, Plácido, da escritora Noi Soul, responsável pela narração do audiobook da obra, e da cantora e compositora Joy, que encerra a programação com um show em voz e violão. A atividade contará com a mediação da radialista Jacqueline Silva.

Sobre o livro

Lançado originalmente em 2017 e considerado o primeiro livro dedicado à história da cena rock conquistense, A Conquista do Rock consolidou-se como um importante registro da produção musical independente da cidade ao documentar trajetórias, bandas, movimentos e personagens que ajudaram a construir uma identidade cultural muitas vezes invisibilizada. O projeto foi contemplado no edital A Bahia que Escreve – Edital nº 16/2024 (PNAB Bahia) e prevê a publicação de exemplares físicos da obra, além do lançamento em formatos acessíveis e digitais, como audiobook, EPUB e PDF.

“Esta obra demorou muito a aparecer. Vitória da Conquista tem muitas histórias a contar, e o primeiro passo para a valorização é o registro”, escreve Plácido Oliveira no prefácio da primeira edição. O músico e historiador destaca o caráter pioneiro da publicação e sua importância para a preservação da memória cultural conquistense. “Mais um fragmento da nossa história é ‘salvo’ do esquecimento com esta segunda edição”, afirma.

Para Raquel Dantas, o livro também nasce como um incentivo ao fortalecimento da produção artística independente da cidade. “Sem grandes pretensões, espero que esse registro inspire novos escritores e amantes da música alternativa local. Que outras pesquisas e livros como esse possam nascer, assim como um parto ou um legado, para que novas gerações tenham conhecimento do quão rico é o seu cenário cultural. E, acima de tudo, que gestores, produtores e artistas reconheçam a importância de manter viva a arte local e, juntos, criem oportunidades visando ao seu crescimento e à valorização profissional”, destaca a autora.

A identidade visual da obra também dialoga diretamente com o universo do rock. Desenvolvida pela designer Ana Luiza Dias a partir de ilustração original de Raquel Dantas, a capa traz a figura da águia como símbolo de liberdade, força, atitude e resistência — elementos associados ao rock e ao heavy metal. A proposta busca reforçar a ideia de ocupação de espaços por uma cena marcada pela expressividade e rebeldia.

Dia Municipal do Rock – Miguel Côrtes

O lançamento acontece em um momento simbólico para a cena musical conquistense. Em 2025, a Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista instituiu oficialmente o “Dia Municipal do Rock – Miguel Côrtes”, celebrado em 5 de outubro. A data homenageia o radialista e apresentador do programa Som da Tribo, figura histórica na difusão da música independente na cidade. A legislação também reconhece a importância histórica, artística e social do rock para o município e destaca iniciativas como o Festival Suíça Bahiana, o Point do Rock, o Agosto de Rock, o Festival de Inverno Bahia e o Conquista Moto Rock.

O lançamento da segunda edição do livro A Conquista do Rock foi contemplado nos Editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura na Bahia, realizados com recursos do Governo Federal repassados pelo Ministério da Cultura, e executados pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado. O projeto conta ainda com apoio institucional do Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima. 

SERVIÇO
Lançamento da segunda edição do livro A Conquista do Rock
Local: Sala Multiuso 1 – Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima
Data: 13 de junho (sábado)
Horário: 15h
Entrada gratuita
Evento aberto a todos os públicos

Assessoria de Imprensa | Vagalume Press
Ana Paula Marques
(77) 98101-1254
vagalumepress@gmail.com/

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Nesta terça-feira, 12, a Rádio Uesb FM lançou o podcast “Tarde Uesb Entrevista”. A ideia do novo produto é disponibilizar ao público, para acesso a qualquer hora, as entrevistas realizadas com artistas do Sudoeste baiano no programa “Tarde Uesb”, transmitido na emissora de segunda a sexta-feira, às 15 horas. As entrevistas vão ar às quintas-feiras, no quadro de mesmo nome do podcast.

O programa tem a proposta de aproximar a comunidade de seus artistas, fortalecendo vínculos de identidade e pertencimento. Produzida e apresentada, desde outubro de 2025, pelo músico, produtor cultural e radialista Plácido Oliveira, a atração já conta com mais de 30 participações de artistas da região, em entrevistas de pelo menos uma hora de duração, incluindo execuções musicais ao vivo.

O podcast está disponível no YouTube e em outras plataformas:


O podcast abrangerá todas as entrevistas realizadas no programa, desde o início da sua nova fase, com dois episódios lançados por semana, às terças e sextas-feiras, até que todo o material arquivado seja publicado. Após essa etapa, novos episódios serão disponibilizados uma vez por semana, sempre às terças.

Especialmente para o lançamento, os seis primeiros episódios já estão no ar, com as entrevistas dos artistas Shau Saturno, Cátia Guimma, Danilo Souza, Guilherme Chirinéa, Lucas Lins e Jayvee Viana. O podcast está disponível para acesso gratuito nas principais plataformas, incluindo Spotify, Apple Podcasts, Deezer e Amazon Music. Acesse aqui.

Ouça a programação ao vivo da Uesb FM clicando aqui e acompanhe as novidades no perfil da emissora no Instagram.

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Publicado originalmente em 12/05/2026, em Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia.

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Aprovação na Câmara de Vereadores garante reconhecimento oficial ao evento e reforça seu papel na cena cultural e na economia criativa do município


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Créditos: PH

A manhã desta quarta-feira (06), marcou mais um passo na história do Festival Suíça Bahiana (FSB). Após já ter sido reconhecido como parte do calendário oficial de Vitória da Conquista por meio da Lei Municipal nº 2.415/20, aprovada em 2020, o FSB recebeu da Câmara de Vereadores um novo e decisivo reconhecimento: o título de patrimônio cultural e imaterial do município. 


A aprovação consolida institucionalmente a relevância de um projeto que, há 16 anos, ocupa lugar central na cena cultural conquistense e baiana. Criado em 2010, o Suíça Bahiana construiu uma trajetória ligada à valorização da música autoral, da produção independente e da diversidade artística, tornando-se referência no interior da Bahia pela capacidade de reunir artistas locais, estaduais e nacionais, além de fortalecer a economia criativa, a formação de público e a circulação cultural. 


O reconhecimento como patrimônio cultural e imaterial formaliza esse legado histórico, artístico e social, registrando o festival como bem simbólico da cidade. De autoria do vereador Subtenente Muniz (PDT), o projeto aprovado destaca o papel estratégico do festival para a identidade cultural de Vitória da Conquista, além de prever medidas de preservação, continuidade, apoio institucional e possibilidade de cooperação do poder público para sua realização. 


“O Festival Suíça Bahiana é um dos eventos mais tradicionais e mais aguardados pela nossa população. Reconhecer sua importância é valorizar uma história construída com arte, diversidade e compromisso com a cultura de Vitória da Conquista. Nossa cidade é um celeiro cultural, terra de grandes nomes como Elomar, Xangai, Glauber Rocha e Adelson do Prado, e o Suíça Bahiana representa essa mesma vocação criativa, fortalecendo a música autoral, revelando talentos e projetando Conquista como referência cultural para toda a Bahia”, afirmou o parlamentar durante a defesa da proposta.


Para Gilmar Dantas, produtor cultural e um dos fundadores do Coletivo Suíça Bahiana, responsável pela realização do evento, a conquista representa uma mudança concreta na proteção institucional do festival. “Esse reconhecimento transforma o FSB em um patrimônio oficialmente vinculado à memória e à identidade cultural de Conquista. Na prática, isso amplia nossa segurança institucional, fortalece a continuidade do projeto e estabelece um novo patamar de legitimidade para buscar apoio, construir parcerias e garantir que o festival siga crescendo sem perder sua essência, sua história e seu compromisso com a música autoral e com a diversidade”.


A aprovação também reforça Vitória da Conquista como polo de cultura, criatividade e inovação musical, reconhecendo o Suíça Bahiana como uma expressão permanente da produção artística local e regional, agora protegido não apenas pela memória afetiva do público, como também pela legislação municipal.


FSB 2026


A edição 2026 do Festival Suíça Bahiana será realizada nos dias 17 e 18 de outubro, no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima, com o tema “Nosso maior patrimônio é a cultura”. O evento vai reunir mais de 30 atrações do Brasil e de países como Inglaterra, Argentina, México e Senegal. Entre os destaques da programação estão Hamilton de Holanda Trio, Duda Beat, Pierre Onassis, Os Garotin, Seu Pereira e Coletivo 401 e Grupo Triii, além de nomes como Hiran, MC Soffia, Ramonzin, Sophia Chablau & Felipe Vaqueiro e Jesuton (Inglaterra). Os ingressos estão disponíveis no Sympla.

Ana Paula Marques - Assessora de Imprensa
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Recebido originalmente em 06/05/2026, por email.

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