As inscrições devem ser feitas exclusivamente online até às 22h do dia 13 de abril.
Na última quinta-feira (04), o NEOJIBA abriu inscrições para duas vagas do Curso Básico de Cordas da Escola Técnica de Luteria, em Vitória da Conquista. A oportunidade é voltada para jovens de 17 a 25 anos que tenham concluído ou estejam cursando o ensino médio e possuam disponibilidade para atuar na cidade.
Os participantes selecionados receberão uma ajuda de custo mensal de R$787,00, além de auxílio transporte, durante todo o período do curso.
As inscrições devem ser feitas exclusivamente online até às 22h do dia 13 de abril.
A formação oferece a chance de aprender o ofício de luthier, especializando-se em manutenção e reparo de instrumentos musicais. Os interessados podem acessar o regulamento completo e se inscrever pelo site (clique aqui).
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Publicado originalmente em 04/04/2025, em Jornal Conquista.
Publicado originalmente em 04/04/2025, em Jornal Conquista.
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“Capricho”, de Zé Lico, “Brasileirinho”, de Waldir Azevedo, “Hey Jude”, dos Beatles, “Anglaise”, de Leopold Mozart, e “Musette”, de Johann Sebastian Bach. Essas são algumas das músicas que farão parte do repertório do 1º Recital de Percussão promovido pelo Núcleo Territorial NEOJIBA (NTN) de Vitória da Conquista.
O evento, que será marcado pela mistura de músicas populares e peças de concerto, acontece na próxima quinta-feira, 15 de setembro, às 18h30, na Sala de Espetáculos do Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima. Além dos integrantes de Percussão do Núcleo, haverá participações especiais das turmas de Canto Coral e Madeiras.
O recital contará com apresentações de diferentes formações, entre solos, duetos e quartetos, além de todo o Conjunto de Percussão do NTN, formado por oito integrantes. A entrada é gratuita e os ingressos serão disponibilizados na bilheteria do Centro de Cultura, duas horas antes da apresentação.
Sobre o NEOJIBA
Criado em 2007, o NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia) promove o desenvolvimento e integração social prioritariamente de crianças, adolescentes e jovens em situações de vulnerabilidade, por meio do ensino e da prática musical coletivos.
Em quase 15 anos, o NEOJIBA atendeu, direta e indiretamente, mais de 10 mil crianças, adolescentes e jovens entre 6 e 29 anos. Atualmente, o programa beneficia 2.324 integrantes diretos em seus 13 núcleos e 4.500 indiretos em ações de apoio a iniciativas musicais parceiras.
O Núcleo de Vitória da Conquista conta com a parceria do Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima (CCCJL), da Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista (PMVC), e com o apoio da Academia Conquistense de Letras, da Casa da Cultura Carlos Jehovah e do Instituto de Educação Euclides Dantas (IEED).
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Publicado originalmente em 12/09/2022, em Blog do Caique Santos.
Finalmente está disponível a tão sonhada primeira edição da nossa zine. Após uma década de experiências com a BLUEZinada!, o Projeto Memória Musical do Sudoeste da Bahia oferece conteúdo original sob este novo formato, com o objetivo de divulgar a pesquisa, a musicalidade da nossa região, fomentar novas pesquisas e interesses, além de manter viva a cultura das zines, tão importante no ambiente da música independente no século passado e cada vez mais rara atualmente, sobretudo em formato físico.
Seguindo os moldes de sua antecessora, a zine do #memóriasudoeste foi criada principalmente para o formato físico, sempre distribuído gratuitamente, em um formato A5 (A4 dobrado ao meio) e impressa em preto e branco, alcançando todos os tipos de público, com a possibilidade de qualquer um baixar a versão para impressão (links abaixo) e imprimir por conta própria. Enquanto isso, buscamos apoio para imprimir as dezenas de cópias que serão distribuídas por aí.
Mas, compreendendo as limitações nesse sentido, aqui também está a versão digital, em formato pdf, adaptada para leitura em computadores, tablets, celulares, etc. Neste formato, a zine é colorida, e esta é a principal diferença entre as duas versões.
Se você pertence a alguma empresa, associação, órgão público, biblioteca, arquivo público, universidade, escola, espaço cultural, etc, e gostaria de receber algumas cópias ou, até mesmo, contribuir com a impressão de outras tantas, entre em contato conosco. O importante é não permitir que nossa cultura caia no esquecimento. Nossa intenção é a periodicidade trimestral. Fique à vontade para compartilhar por aí. Esperamos que gostem do trabalho.
NESTA EDIÇÃO:
Imagem da vez | Café com Blues
Discografia | Grupo Barros
Entrevista | Mazinho Jardim
Wigwam: a memória musical do Cine Madrigal
Leia+ | A memória da música em Vitória da Conquista: uma herança religiosa e familiar
Capa | Música autoral: termômetro dos tempos e espaços
Memórias | Memórias de um roqueiro conquistense - #1
Release | Bruno Lima
Assista | Xangai em ‘‘Cantingueiros’’
Palavras cruzadas
Foto da capa: Papalo Monteiro e Alex Baducha (2017). Fonte: Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista. Edição por Plácido Oliveira Mendes.
BAIXE AGORA:
PALAVRAS CRUZADAS
BASTIDORES
Curioso(a) para saber como foi produzida a zine? Acesse, abaixo, os rascunhos originais. Em breve, relato de experiência, pelo autor.
Rascunho 01 (boneco inicial) | Rascunho 02 (boneco utilizado + transcrições de falas da série "Prefácio" para a matéria de capa)
Berço de Glauber Rocha, Elomar, Xangai e Ricardo Castro, Conquista também abrigou a família Gil
Único brasileiro que já ganhou o Prêmio de Melhor Diretor do prestigioso festival de Cannes, na França, Glauber Rocha nasceu em Vitória da Conquista, em 14 de março de 1939. Muita coisa mudou, até o nome da rua, que era das Várzeas e agora se chama 2 de julho. Mas a casa construída pelo seu avô materno, Antônio Vicente Andrade, em 1938 continua lá. As iniciais A.V.A, que podem ser vistas no alto da fachada do imóvel, são dele. Décadas depois, Ava foi o nome dado por Glauber à filha que teve com a também cineasta Paula Gaitán.
Casa de Glauber Rocha – Foto: Renato Santana
A Prefeitura planeja transformar a casa em museu. “Temos mantido contato com a família. Uma das coisas que vamos fazer é tombar o imóvel, além de cumprir acordo financeiro com os proprietários”, revela Tina Rocha a secretária municipal de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer.
Um dos criadores do Programa Janela Indiscreta, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), o professor Esmon Primo, conta que a mãe de Glauber, Lúcia Rocha, que morreu em 2013, era entusiasta da iniciativa. “Ela foi peça fundamental na reaproximação com a cidade. Desde 1996, ela passou a vir com frequência e disponibilizou cópias do acervo”, conta ele.
Casa de Glauber Rocha – Foto: Renato Santana
A casa
São 15 cômodos e uma área de cerca de 1 mil metros quadrados. O expoente do Cinema Novo nasceu em um pequeno quarto do lado direito da residência, que tem uma porta de acesso para garagem. Após divisões de herança, o imóvel passou a pertencer ao seu tio Hermes Mendes de Andrade, irmão de Lúcia Rocha, que viveu até os 105 anos e foi o último morador da residência, onde morreu, naturalmente, há 4 anos.
“O parto de Glauber Rocha foi aqui no quarto mesmo, com ajuda de uma parteira e um médico da família”, contou a prima do cineasta, Elizermes Andrade Mendes, de 77 anos, atual dona do imóvel. Em sua casa, que fica ao lado do imóvel, ela exibe na parede da sala um pôster do filme A Idade da Terra, presente da tia Lúcia Rocha, a quem ela considerava uma segunda mãe.
Casa de Glauber Rocha – Dona Elizermes – Foto: Renato Santana
A casa, de estilo predominantemente Art Deco, mantém traços originais. Internamente, as paredes de cor verde construídas com adobe – tijolos de terra crua, água e palha -, o chão de madeira, as portas de madeira, os lustres e retratos dos bisavôs de Glauber resistem ao tempo.
Do lado de fora, os pés de banana, jabuticaba, limão e goiaba indicam o quão arborizado e frutífero era o jardim da família Andrade. “Tínhamos até rosas. Você chegava em casa e já sentia o aroma” relembrou, com saudade, Janete Andrade, 58, filha de Elizermes e prima de segundo grau do cineasta.
Em 1947, aos 8 anos, juntamente com seus pais e suas irmãs, ele se mudou para Salvador e retornou a Conquista raras vezes, sempre em passagens rápidas. Uma delas foi quando ele gravou cenas do seu primeiro filme a cores, O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro. A caminho do município baiano de Milagres, onde o longa foi rodado, o cineasta pernoitou na casa de familiares na sua terra natal.
Casa de Glauber Rocha – Foto: Renato Santana
Presente
Censurado pela ditadura militar, Glauber, que já havia sido preso por 23 dias por estar em um protesto durante uma reunião da Organização dos Estados Americanos (OEA), em 1965, partiu para exílio em Portugal, em 1971, de onde nunca voltou definitivamente. Morreu aos 42 anos, em 1991, vítima de um choque bacteriano.
Mesmo tendo vivido pouco em Conquista, Glauber influencia e é lembrado na cidade. Em 2009, 28 anos depois de sua morte, foi criado o Curso de Cinema e Audiovisual no campus de Vitória da Conquista da UESB. Eventos de cinema, como a Mostra Cinema Conquista, também mostram a influência dele na cidade. O cineasta ainda deu nome ao Centro Cultural municipal, que abriga uma escola de música, além do novo aeroporto, que tem previsão de ser inaugurado este ano, quando o cineasta completaria 80 anos.
Em março, mês de nascimento dele, a Prefeitura realizará a Mostra Glauber Rocha, com filmes, palestras e apresentações musicais em um local que ainda será divulgado. A sétima edição da Semana Glauber, que é realizada pela UESB a cada dois anos, contará com exibições de longas e curtas metragens e debates no Teatro Glauber Rocha.
Casa de Glauber Rocha – Moveis que estavam na casa – Foto: Renato Santana
Música
A terceira maior cidade da Bahia também tem grandes artistas da música. Elomar Figueira Mello, ou simplesmente Elomar, se formou em arquitetura, mas foi como cantor e compositor que ficou conhecido. Ele já gravou 16 álbuns, dois deles, Cantoria 1 e 2, são frutos de apresentações no Teatro Castro Alves, em Salvador, em 1984, nas quais Elomar dividiu canções com Geraldo Azevedo e Vital Farias.
Estrada de acesso a Fazenda Casa dos Carneiros – Divulgação
Em dezembro do ano passado, quem esteve em Conquista teve a oportunidade de assistir uma apresentação Elomar. O concerto Muntano o Modengo foi realizado ao lado do filho João Omar, que é maestro e compositor e acompanha o pai desde os nove anos. O cantor não dá entrevistas há 30 anos. Segundo sua produção, que falou com o CORREIO por telefone, o cantor mora, atualmente, na Fazenda Casa dos Carneiros, a 20 quilômetros do centro da cidade, onde ele tem construído a Associação Cultural Casa dos Carneiros, que pretende reunir suas obras.
Elomar – divulgação
Elomar, inclusive, influencia musicalmente outro conquistense famoso na música, o cantor Xangai, que nasceu na zona rural de Itapebi, mas foi registrado em Vitória da Conquista. “Somos da mesma família, mas, independentemente de parentesco, a minha relação com Elomar é por conta da música. Ele é uma referência em toda área”, conta Xangai. Em março, o cantor se apresentará na sua cidade no dia 19.
Xangai – Foto: Veronica Manevy – Divulgação
Com 10 álbuns gravados, Xangai voltou a viver em Conquista há dois anos, depois de ter vivido na capital baiana, em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. “Todo lugar tem música, porém Conquista é um lugar que é referência cultural, pois é onde se conhece muitas pessoas ligadas a arte, como na literatura e na música”, declara.
O músico Ricardo Castro, fundador do Neojiba NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia), também é conquistense. Nascido em 1964, sua família se mudou para Salvador quando ele tinha nove meses. Aos cinco anos ingressou na Escola de Música e Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia. Estudou fora do país e ganhou prêmios internacionais, como o Honorary Membership da Royal Philharmonic Society (2013), que nunca antes havia sido dado a um brasileiro.
Ricardo Castro – Foto: Evandro Veiga – Arquivo Correio
Família Gil
“Um homem de bem e de sorriso aberto, que gostava de fazer amizade”. É assim o sociólogo e escritor Durval Menezes lembra do médico José Gil Moreira, pai do cantor Gilberto Gil. A família Gil chegou em Conquista em 1958, porém o artista não morou na cidade. Ficou, na época, em Salvador para concluir os estudos.
O pai de Gil foi para o sudoeste baiano trabalhar no Departamento de Endemias Rurais, que depois se fundiu a Superintendência de Campanhas de Saúde Pública (SUCAM), que hoje integra Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Além disso, ele atendia como clinico geral e dermatologista em um consultório na Praça da República. Atualmente, o espaço abriga um escritório de advocacia.
O patriarca se candidatou a vereador nas eleições de 1962. Se elegeu e tomou posse no ano seguinte. Além de médico e político, o pai de Gil ainda foi professor. Ele morou em uma casa que ficava na esquina entre a rua Siqueira Campos e a avenida Jonas Hortelio. Atualmente, um bar funciona no imóvel, que fica na Praça Orlando Leite, em homenagem a um amigo do velho Gil da política. Porém, local é popularmente chamado de Praça do Gil.
Não foram muitas as vezes que Gilberto Gil foi em Vitória da Conquista, porém o cantor tem boas lembranças de lá. Em 2014, durante apresentação no Festival de Inverno Bahia, ele falou da sua relação com a cidade. “Que prazer voltar a essa terra que é quase a minha terra, também é a minha terra. Saudade é assim, às vezes bate quando a gente chega, não quando a gente sai. Muitas lembranças, muitas coisas. Um prazer enorme”, disse.
Praca do Gil – Foto: Renato Santana
Dr. José Gil Moreira, pai de Gilberto Gil cercado por amigos – Foto: Renato Santana
Praca do Gil – a casa em que o Dr. José Gil Moreira, pai de Gil morou – Foto: Renato Santana
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Publicado originalmente em fevereiro de 2019, em Destinos - Correio 24 Horas.
O fim de ano do Núcleo Territorial NEOJIBA (NTN) de Vitória da Conquista será mais do que especial, pois marca o retorno das apresentações abertas ao público da cidade. Pela primeira vez, desde o início da pandemia da COVID-19, a população conquistense terá a chance de assistir, presencialmente, a concertos e recitais promovidos pelo NTN no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima (CCCJL).
As atividades presenciais do Núcleo foram retomadas no dia 25 de outubro, com os integrantes que já haviam recebido pelo menos a 1ª dose da vacina contra a COVID-19. As aulas e ensaios realizados a partir dessa data resultaram em dois recitais das turmas de Cordas e Metais, que irão apresentar, nos dias 9 e 15 de dezembro, às 16 horas, no foyer do CCCJL, canções como Lambada, de Koama, Yesterday, de Beatles, e peças de concerto de compositores como Antonio Vivaldi e Joseph Haydn.
O grande destaque da programação de fim de ano do NTN fica para o Encontro de Orquestras 2021, que volta a acontecer no próximo dia 12, às 17 horas, cerca de dois anos após a realização da sua última edição, em 2019. Esse é o principal evento realizado pelo NEOJIBA em Vitória da Conquista, pois reúne projetos e iniciativas musicais parceiras do Núcleo Territorial do município para uma apresentação que já chegou a juntar mais de 100 músicos no palco do Centro de Cultura.
Para evitar a disseminação do novo coronavírus, haverá limitação de público em todos os três eventos, que contam com a parceria do CCCJL, da Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista (PMVC), e com o apoio da Academia Conquistense de Letras, da Casa da Cultura Carlos Jehovah e do Instituto de Educação Euclides Dantas (IEED). Também serão adotadas outras medidas sanitárias, como o uso obrigatório de máscaras, exigência do comprovante de vacinação e distanciamento social.
Confira a seguir programação completa de fim de ano do NTN Conquista:
10/12, às 16h, no Foyer do Centro de Cultura – Recital de Cordas Agudas e Metais, com integrantes da Orquestra Pedagógica do NTN Conquista e das turmas de Violino, Viola, Trompa, Trompete, Trombone e Tuba. Ingressos gratuitos disponíveis na véspera da realização do evento.
12/12, às 17h, na Sala de Espetáculos do Centro de Cultura – Encontro de Orquestras 2021, com integrantes da Orquestra Infantojuvenil do NTN Vitória da Conquista, Orquestra de Cordas do NPM Cidade Sol, Orquestra Conquista Sinfônica – ARCOS, Orquestra Jóia do Sertão, Orquestra Clássica Popular de Jequié, Orquestra Criança Cidadã, Conjunto de Cordas Toca Criança e Casa Anísio Teixeira. Ingressos gratuitos disponíveis na véspera da realização do evento.
15/12, às 16h, no Foyer do Centro de Cultura – Recital de Cordas Graves, com integrantes das turmas de Contrabaixo e Violoncelo. Ingressos gratuitos disponíveis na véspera da realização do evento.
Sobre o NEOJIBA
Criado em 2007, o NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia) promove o desenvolvimento e integração social prioritariamente de crianças, adolescentes e jovens em situações de vulnerabilidade, por meio do ensino e da prática musical coletivos. O programa é mantido pelo Governo do Estado da Bahia, vinculado à Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social, e gerido pelo Instituto de Desenvolvimento Social Pela Música. Em 14 anos, o NEOJIBA atendeu, direta e indiretamente, mais de 10 mil crianças, adolescentes e jovens entre 6 e 29 anos. Atualmente, o programa beneficia 1970 integrantes diretos em seus 13 núcleos e 4.500 indiretos em ações de apoio a iniciativas musicais parceiras.
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SERVIÇO:
Programação de fim de ano do NEOJIBA em Vitória da Conquista
Datas: 10, 12 e 15 de dezembro de 2021
Horários: 16h e 17h
Local: Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima
Entrada gratuita, com ingressos limitados em respeito ao protocolo de funcionamento dos espaços culturais do Governo da Bahia.
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Publicado originalmente em 03/12/2021, em Revista Gambiarra.
O início da primavera deste ano será marcado por uma apresentação on-line que o Núcleo Territorial NEOJIBA (NTN) Vitória da Conquista realiza nesta quinta-feira, 23, às 19 horas, a convite da Casa Anísio Teixeira, de Caetité. O Recital Encontros de Primavera conta com a parceria do Instituto de Desenvolvimento Social pela Música (IDSM) e da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS), e terá transmissão simultânea nos canais da Casa Anísio Teixeira no Facebook e no YouTube.
Serão apresentadas músicas populares e peças de concerto, em um repertório que inclui composições como “Ode à Alegria”, de Ludwig van Beethoven, e “As rosas não choram”, de Cartola. Participarão do evento o Quinteto de Cordas, umas das formações musicais do NTN, além de integrantes das turmas de metais, madeiras, cordas, percussão e canto coral. O recital é uma realização da Fundação e Casa Anísio Teixeira, com o apoio financeiro do Fundo de Cultura da Bahia e das Secretarias Estaduais de Cultura e da Fazenda.
Sobre o NEOJIBA
Criado em 2007, o NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia) promove o desenvolvimento e integração social prioritariamente de crianças, adolescentes e jovens em situações de vulnerabilidade, por meio do ensino e da prática musical coletivos.
O programa é mantido pelo Governo do Estado da Bahia, vinculado à Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) e gerido pelo Instituto de Desenvolvimento Social Pela Música (IDSM). Em quase 14 anos de atuação, o NEOJIBA beneficiou, direta e indiretamente, mais de 10 mil crianças, adolescentes e jovens entre 6 e 29 anos.
Sobre a Casa Anísio Teixeira
A Casa Anísio Teixeira é uma entidade cultural vinculada à Fundação Anísio Teixeira e por esta administrada, localizada na casa natal do educador Anísio Teixeira, na cidade de Caetité, sudoeste da Bahia, em imóvel tombado que é patrimônio da Fundação. Inaugurada em fevereiro de 1998, após restauração feita pelo Governo da Bahia através do IPAC, a Casa Anísio Teixeira tem como objetivo preservar e divulgar o pensamento e a obra do educador Anísio Teixeira.
Além disso, tem o intuito de promover o desenvolvimento regional do ponto de vista da Educação e da Cultura, inspirando-se nos ideais e princípios do educador, que sempre militou em favor da expansão das oportunidades de educação pública, gratuita e de qualidade, em nosso país. A Casa abriga hoje uma Biblioteca Pública, Biblioteca Móvel, Oficina de Arte-Educação, sala de Inclusão Digital, Cine-Teatro, Núcleos de Contação de Histórias e de Teatro, além de um Centro de Memória,
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Publicado originalmente em 22/09/2021 em Revista Gambiarra.
















